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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Aniversário de uma conquista - Campeonato Estadual de 1921 (26)


Fonte: http://www.flaestatistica.com/times1921.htm

Hoje faz 87 anos que o Flamengo conquistava o seu quarto título estadual. Antes o clube se consagra campeão em 1914, 1915 e 1920, sendo os dois últimos ganhos de forma invicta. Os campeões foram os seguintes:
Data: 04/09/1921
Competição: Campeonato Carioca - Decisão
Estádio: Laranjeiras
Jogo: Flamengo 2 x 1 América RJ
Time: Kuntz, Burgos, Telefone, Rodrigo, Sidney Pullen, Dino, Galvão Bueno, Candiota, Nonô, Junqueira e Orlando
Gols do Flamengo: Candiota e Nonô
Obs.: Após empate de 1 x 1 nos 80 minutos regulamentares, houve uma prorrogação de 20 minutos
Obs 2.: Flamengo Campeão Carioca


Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Campeonato_Carioca_1921

Futebol

Técnicos do Flamengo: Ramon Platero e Telefone

Nesse ano, o Flamengo mantém a sua base e e vai em busca do segundo bicampeonato de sua história. O clube não faz uma grande como a de 1920, mas consegue chegar ao final do campeonato empatado em pontos com o América-RJ, sendo necessário um jogo extra para definir o campeão. No início do ano, o Flamengo foi trouxe do Palmeiras o jogador Claudionor Gonçalves da Silva, mais conhecido como Nonô, que se destacava dos demais pela sua estatura, mas logo se tornaria um dos maiores artilheiros da história do Fla. No início da campanha, o Flamengo conquistou a Taça Ypiranga, disputada contra o time do Ypiranga de Niterói, vencendo por 4 x 1. Já no campeonato carioca, o rubro-negro acabou perdendo pontos faceis, como nos jogos contra o Bangu, Andaraí e São Cristóvão. Ao final dos dois turnos, Flamengo e América contavam 15 pontos cada um. No dia [[4 de setembro], no Estádio das Laranjeiras, ocorrria a grande final do campeonato, que desperta um grande interesse do público e da imprensa carioca, e o Flamengo leva o título após uma vitória de virada na prorrogação. Nonô, em seu primeiro ano no Flamengo, é o artilheiro do campeonato com 11 gols. Outra novidade é que a partir de 1921, o Flamengo passa a ser dirigido por um técnico de futebol, até 1920 o time era comandado pelo Ground Committeé. Nesse ano Ramon Platero e Telefone dirigiram o time.
Na base o rubro-negro também conquista o título de Juvenis do Campeonato Carioca.

Detalhes

Campanha em 1921
Jogos 20
Vitórias 8
Empates 6
Derrotas 6
Gols Pró 46
Gols Contra 40
Saldo +6
Aproveitamento 50%

Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/1921

Fora de casa, Flamengo bate o Figueirense e retorna ao G-4

Time torce contra o rival Botafogo para se manter entre os classificados para a Libertadores. Figueira acumula a quarta derrota seguida

GLOBOESPORTE.COM
Florianópolis
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Com um jogo de toque de bola envolvente, o Flamengo venceu o Figueirense por 3 a 2 no estádio Orlando Scarpelli, em Santa Catarina, chegou a 40 pontos, na quarta posição, e entrou no G-4. Para não sair do grupo dos classificados para a Libertadores, o time precisa torcer contra o Botafogo, que encara o Coritiba neste sábado. É a sexta partida seguida que o Rubro-Negro não sabe o que é perder. Com a derrota, a quarta seguida no Campeonato Brasileiro, o Figueira permanece com 28 e vê a possibilidade de entrar na zona de rebaixamento cada vez mais próxima.



Confira a classificação completa do Brasileiro



As duas equipes terão 11 dias de preparação antes da próxima rodada, domingo, 14 de setembro. O Flamengo terá uma tarefa difícil contra o São Paulo, no Morumbi, e o Figueirense vai até a Ilha do Retiro medir força com o Sport.



Fla se encontra no jogo e envolve o Figueira


A partida começou em alta velocidade, mas as duas equipes erravam muitos passes e tinham dificuldade de criar chances de gol. O Fla, apesar de estar com três jogadores na frente, não conseguia segurar a bola no ataque. A primeira boa trama ofensiva só aconteceu aos 12 minutos, com o Rubro-Negro. Ibson tocou para Everton, que invadiu na área mas foi travado na hora do chute. A resposta dos donos da casa veio no minuto seguinte. Marcelinho Paraíba perdeu a bola no meio, Cleiton Xavier puxou o contra-ataque e, da entrada da área, arriscou forte. A bola passou à direita do goleiro Bruno. Aos 16, o Figueira assustou novamente. Wellington Amorim recebeu em boas condições dentro da área, mas, na hora do chute, foi travado por Ronaldo Angelim.

O zagueiro do Flamengo salvou atrás e foi dar a sua contribuição na frente. Aos 17, Marcelinho cruzou na medida da esquerda e encontrou Angelim nas costas dos zagueiros, e o rubro-negro não perdoou. De perna esquerda, ele chutou de primeira e abriu o placar: 1 a 0. C o gol, o Fla se soltou na partida e fez prevalecer sua maior qualidade técnica. Aos 20, Maxi cruzou da esquerda para Marcelinho, que, de calcanhar, ajeitou para a Leo Moura. O lateral pegou de primeira, mas a bola pegou na zaga e foi para escanteio.

Atrás no placar, o Figueirense tentou ir para cima, mas permitiu os perigosos contra-ataques do adversário. Aos 40 minutos, o inteiro domínio do Flamengo foi traduzido no lance do segundo gol carioca. Após bela troca de passes, Ibson tocou de primeira para Marcelinho Paraíba, que, entre dois zagueiros, invadiu a área e tocou de pé esquerdo na saída do goleiro Wilson: 2 a 0. Atordoado, os donos da casa ainda viram Leo Moura, aos 42, quase fazer um gol por cobertura do meio-de-campo. No último minuto do primeiro tempo, Everton mandou uma bomba da entrada da área e também assustou.



Figueira inicia reação, mas não resiste ao Flamengo

O Figueira voltou do vestiário com mais disposição e com uma postura mais ofensiva. A recompensa veio logo aos cinco minutos, com Rafael Coelho, que pegou um rebote e, da entrada da área, mandou uma bomba. Bruno se esticou todo mas não chegou na bola: 2 a 1. Animado, o time catarinense criou uma boa oportunidade de empatar aos 14 minutos. Anderson Luiz cruzou da direita para Tadeu, mas o atacante não conseguiu alcançar a bola.

Mesmo sufocado no campo de defesa, o Flamengo conseguiu uma ótima oportunidade de marcar aos 21 minutos. Leo Moura deu ótimo passe para Vandinho, que, sozinho com o goleiro, se enrolou e perdoou a chance de ampliar a vantagem rubro-negra. Na base do toque de bola, o Fla conseguiu frear o ímpeto do Figueirense e deixou a partida a sua feição. A tranqüilidade rubro-negra veio aos 34 minutos. Sambueza cruzou na medida para Vandinho, que ajeitou de cabeça para Marcelinho. O atacante desviou de cabeça e Wilson defendeu, mas a bola sobrou para Leo Moura, que só empurrou para dentro: 3 a 1.



Aos 37, Vandinho recebeu boa bola dentro da área pela esquerda, equilibrou o corpo e chutou cruzado de perna esquerda. A bola passou rente à trave do goleiro Wilson, que se esticou, mas não chegou na bola. O gol de Tadeu aos 47 minutos, com um chute forte de perna esquerda, não estragou a festa da torcida rubro-negra em Florianópolis.



Ficha técnica:




FIGUEIRENSE 2 x 3 FLAMENGO
Wilson, Anderson Luiz, Asprilla e Bruno Aguiar (Diogo); William Matheus, Gomes, Leandro Carvalho, Cleiton Xavier e Ramon (Jairo); Rafael Coelho e Wellington Amorim (Tadeu). Bruno, Jaílton, Fábio Luciano e Ronaldo Angelim; Leo Moura, Ibson, Kleberson (Airton) e Luizinho; Everton (Sambueza), Marcelinho Paraíba e Maxi (Vandinho).
Técnico: PC Gusmão. Técnico: Caio Júnior.
Gols: Ronaldo Angelim, aos 17, e Marcelinho Paraíba, aos 40 minutos do primeiro tempo. Rafael Coelho, aos cinco, Leo Moura, aos 34, e Tadeu, aos 47 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Fábio Luciano, Leo Moura, Everton, Jaílton (FLA); Cleiton Xavier, Rafael Coelho, Gomes, Asprilla (FIG).
Estádio: Orlando Scarpelli. Data: 03/09/2008. Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira. Auxiliares: Anderson José Coelho (SP) Emerson Augusto de Carvalho (SP).

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL747454-9827,00-FORA+DE+CASA+FLAMENGO+BATE+O+FIGUEIRENSE+E+RETORNA+AO+G.html

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Júlio César - o paredão rubro-negro

Júlio César Soares Espíndola
De Flapédia
Página com informações do ex-jogador Júlio César

Biografia

Júlio CésarJúlio César foi revelado nas divisões de base do Flamengo e iniciou sua carreira profissional em 1997, como reserva de Clêmer. Porém, aos poucos, o jovem goleiro foi ganhando a confiança dos rubro-negros e, em 2001, já era o titular absoluto da equipe.

Ídolo dos rubro-negros, pela raça, amor à camisa, e talento excepcional em baixo das traves, Júlio conquistou dois Campeonatos Cariocas e uma Copa dos Campeões como titular, além dois Estaduais e uma Copa Mercosul como reserva.

Convocado para a disputar a Copa América de 2004, atuou como o goleiro titular daquela Seleção Brasileira, que retornou do Peru com o título. Então, veio o reconhecimento internacional e começaram a surgir propostas pelo goleiro.

Em 2005, o Fla não pôde mais segurar. Júlio foi jogar na Itália. No primeiro semestre, esteve no Chievo Verona e em julho foi para o clube que adquiriu seu passe, a Inter de Milão. Lá, passou a ser titular em 2006, mesmo ano de sua primeira Copa do Mundo, na Alemanha, onde foi terceiro goleiro.

Dados
Nome Completo: Júlio César Soares Espíndola
Dia do Nascimento: 3 de setembro de 1979
Nascimento: Rio de Janeiro
Posição: Goleiro
Número de Partidas pelo Fla: 285
Número de Gols: 0


Histórico
Anos Time
2001-2004 Flamengo
2004-2005 Chievo
2005-2007 Internazionale

Títulos
Pelo Flamengo
Campeonato Carioca: 1999, 2000, 2001, 2004
Taça Guanabara: 1999, 2001, 2004
Taça Rio: 2000
Copa Mercosul: 1999
Copa dos Campeões: 2001


Por Outros Clubes
Seleção Brasileira

Copa América: 2004

Internazionale

Copa da Itália: 2004/2005, 2005/2006
Campeonato Italiano: 2005/2006, 2006/2007
Supercopa da Itália: 2006

Estatísticas
Ano Jogos Gols Sofridos Média
1997 10 6 0,6
1998 5 6 1,2
2000 28 39 1,39
2001 69 81 1,17
2002 54 94 1,74
2003 59 91 1,54
2004 60 74 1,23
Total 285 391 1,37

Registros
Máximo de jogos seguidos sem tomar gol: 5 jogos [1 vez]
Máximo de gols no mesmo jogo: 6 gols [2 vezes]
Quantidade de jogos sem sofrer gol: 81 jogos

Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/J%C3%BAlio_C%C3%A9sar_Soares_Esp%C3%ADndola

Angelim, o zagueiro com mais partidas e sem cartões amarelos no campeonato

Jogador entrou em campo 20 vezes neste Brasileiro e não foi advertido

Fred Huber
Rio de Janeiro
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O estilo discreto do zagueiro Ronaldo Angelim faz com que os torcedores não percebam a importância do jogador dentro de campo. Diferente da maioria dos atletas da sua posição, ele não comete muitas faltas e raramente recebe cartões amarelos. Vermelho, então, nunca levou desde que chegou ao Flamengo. Bom para o técnico Caio Júnior, que não precisou se preocupar em arrumar um substituto para uma suspensão.

Neste Campeonato Brasileiro, Angelim alcançou uma meta impressionante: nos 20 jogos que disputou, não levou cartão amarelo, tornando-se o zagueiro com o maior número de partidas sem advertência. Na competição, 18 defensores entraram em campo ao menos uma vez e saíram ilesos. No entanto, 12 só atuaram em uma partida. Dos demais, João Paulo (Goiás) e Anderson (Vasco) são os que mais jogaram: seis vezes.

- Essa é uma marca muito legal, principalmente por eu ser um zagueiro. Quem acompanha a minha carreira sabe que isso é normal para mim. Não fui expulso nenhuma vez desde que cheguei ao Flamengo. Mas se eu precisar fazer falta para impedir um gol e levar o cartão, vou fazer sem pensar nesta marca - afirma o zagueiro rubro-negro.

Ronaldo Angelim é o único titular absoluto do Flamengo que não recebeu o amarelo no Brasileiro. Seu companheiro de zaga, o capitão Fábio Luciano, foi o que mais recebeu, sete, muitos deles por reclamação com os árbitros. Angelim também fez menos faltas (21) do que outros seis jogadores do elenco rubro-negro: Juan, Jaílton, Toró, Ibson, Obina e Cristian.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL746073-9865,00.html

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Paulo Henrique - craque do passado

PAULO HENRIQUE

Paulo Henrique, famoso lateral-esquerdo do Flamengo durante os anos 60 (era quase sempre Paulo Henrique na esquerda e Murilo Pardal na direita), hoje é técnico de futebol. Em 2007, após passagem pelos Emirados Árabes Unidos, estava trabalhando no Quissamã FC, clube da cidade onde nasceu e que disputava a terceira divisão do Campeonato Carioca.

Nascido Paulo Henrique Souza de Oliveira em 05/01/1943, o ex-jogador defendeu Flamengo, Botafogo, Bahia, Avaí e Bonsucesso. Casado, é pai de três filhos.

Parou com a bola em 1974 e logo se tornou treinador. Começou a carreira no Campos Associação, extinto clube da cidade do mesmo nome e que carinhosamente era chamado de Roxinho por seus torcedores. Neste clube, por sinal, chegou até a dirigir seu amigo de Flamengo Murilo, que por lá passou em final de carreira. Também comandou Goytacaz, Americano e Remo.

Como jogador, foi campeão estadual do Rio de Janeiro em 1963, 1965 e 1972 pelo Mengão, e catarinense de 1973 pelo Avaí.

Paulo Henrique faz parte de uma geração de jogadores que eternamente morarão no coração da imensa torcida do Mengão. Nomes como os de Silva, Murilo, Carlinhos, Liminha, Paulo Henrique, Almir (apesar do papelão na final do Campeonato Carioca de 1966) e Nelsinho Rosa jamais serão esquecidos.

O ex-lateral-esquerdo esteve no plantel do Flamengo entre 1960 e 1972. Lá, atuou em 437 partidas (213 vitórias, 119 empates, 105 derrotas) e anotou 14 gols.

Disputou apenas uma copa do mundo, a de 1966, na Inglaterra. Ele foi um dos 47 jogadores convocados, pelo técnico Vicente Feola para o período de treinamento.

Pela Seleção Brasileira Paulo Henrique atuou em 13 partidas (9 vitórias, 3 empates, 1derrota) e não marcou nenhum gol (fonte: Seleção Brasileira 90 anos - Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf). Sua estréia aconteceu no dia 15 de maio de 1966, em um amistoso contra o Chile no Morumbi, para um público de 25 mil pessoas. O jogo terminou empatado em 1 a 1. Rinaldo, à época no Palmeiras, abriu o placar para o Brasil aos 32 minutos do primeiro tempo. Guillermo Yavar marcou para o Chile aos 14 minutos da segunda etapa, dando números finais à partida.

por Gustavo Grohmann, com colaboração do querido internauta de Macaé Carlos Magno Faturini Abreu

Adaptado da Fonte: www.miltonneves.com.br - seção que fim levou - Paulo Henrique de 27/08/08.

Mais informações:

Paulo Henrique Souza de Oliveira (Macaé, 5 de Janeiro de 1943), lateral-esquerdo, foi capitão do Flamengo durante a década de 60, conquistou os Campeonatos Carioca de 1963 e 1965 e o Torneio Rio-São Paulo de 1961. Disputou a Copa do Mundo de 1966 pela Seleção Brasileira

Dados
Nome Completo: Paulo Henrique Souza de Oliveira
Posição: Lateral-esquerdo
Dia do Nascimento: 5 de Janeiro de 1943
Nascimento: Macaé
1° jogo: 24/10/1960 (Flamengo 2 x 1 Madureira)


Histórico

Anos Time
1963-1971 Flamengo
1971 Botafogo
1972 Flamengo
1972-1973 Avaí

Títulos
Pelo Fla
1961
Campeão do Troféu Magalhães Pinto (MG)
Campeão do Torneio Octogonal de Verão
Campeão do Torneio Rio-São Paulo
1962
Campeão do Torneio Triangular da Tunísia
1963
Campeão Carioca de Futebol
1964
Campeão do Troféu Naranja de Valência ( Espanha )
1965
Campeão do Troféu Gilberto Alves (GO)
Campeão Carioca de Futebol
Campeão do Torneio Quadrangular de Vitória (ES)
1966
Campeão do Torneio Quadrangular de Guaiaquil ( Equador )
1968
Campeão do Torneio Quadrangular de Marrocos
Campeão do Troféu Restelo (Portugal)
1970
Campeão do Torneio Internacional de Verão do Rio de Janeiro
Campeão da Taça Guanabara
Campeão do Troféu General Mendes de Morais (RJ)
Campeão do Troféu Ary Barroso (RJ)
1971
Campeão da Taça Presidente Médici (DF)
Campeão do Troféu Pedro Pedrossian (MT)
1972
Campeão do Torneio do Povo

Estatísticas
Ano Jogos Gols
1960 1 0
1962 1 0
1963 18 1
1964 66 0
1965 63 2
1966 40 4
1967 46 3
1968 54 0
1969 57 4
1970 54 0
1971 26 0
1972 11 0
Total 437 14

Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Paulo_Henrique

Aniversário de uma conquista - Torneio Mohammed IV de 1968 (25)

Depois de conquistar no ano de 1968, o Troféu Restelo em Portugal, o Flamengo ganhou nesse mesmo ano, há exatos, 40 anos o Torneio Mohammed IV. O Estádio palco da decisão ficou lotado para a grande final. O mengo conquistara a torcida local, após vencer por 2 a 1 o FAR, clube das Forças Armadas de Marrocos, apresentando um grande futebol. Mas o pior estava por vir. O adversário da final era o Racing da Argentina, atual campeão mundial que derrotara o igualmente tradicional Saint-Etienne da França.
Os argentinos confirmaram o seu favoritismo abrindo o placar aos 5 imnutos, através de Cardenas, dando a impressão de que não teriam problemas pra vencer o jogo. Ledo engano. O Flamengo empatou ainda no primeiro tempo, com um chute poderoso de Luis Cláudio.
A partida seguia equilibrada até os 20 minutos do segundo tempo, quando Silva, o Batuta, decretou a virada com uma bela cabeçada. O Racing se perdeu em campo. Pra completar Liminha ampliou pra 3 a 1. Aos 40 minutos, o ponta Salomone, diminuiu, mas de nada adiantou. O jogo terminou com a banda do Exército marroquino entrando em campo e o rei Hassan II fez a entrega solene do troféu ao capitão Paulo Henrique.

Adaptado da Fonte: Almanaque do Flamengo de Roberto Assaf e Clóvis Martins. Revista Placar, página 225 e 229.

C.R. Flamengo 3 x 2 Racing (Argentina)
Torneio Mohammed IV
02/09 - Estádio: Marcel Cerdan - Casablanca - Marrocos
Time: Claudinei, Murilo, Onça, Guilherme, Paulo Henrique, Cardosinho, Liminha, Luís Claudio, Silva, Diogo e Rodrigues Neto.
Gols: Luís Claudio, Silva e Liminha.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Na estréia do novo visual, Marcelinho Paraíba exalta atuação do Fla


Agência/Estado

Atacante jogou com cabelo vermelho e preto e fez primeiro gol no novo clube

GLOBOESPORTE.COM
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Marcelinho abandonou o amarelo e jogou com cabelo vermelho e preto Marcelinho Paraíba cumpriu a promessa de pintar o cabelo de vermelho e preto e pagou a dívida do gol que devia. Ainda assim, tem o que reclamar do jogo contra o Fluminense.

Na saída de campo, o atacante lamentou a postura defensiva do rival e o “azar” do Flamengo no empate por 2 a 2 .

- Foi um grande jogo do Flamengo. O Fluminense só ficou atrás, se defendeu e conseguiu fazer dois gols em dois chutes. Nós fomos melhores e merecíamos a vitória – diz o jogador, que fez o primeiro gol em quatro jogos no Rubro-Negro.

Desde que estreou no Flamengo, Marcelinho ainda não perdeu. Foram três empates e uma vitória.

- Ainda tenho o sonho do título brasileiro - conta.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL743413-9865,00.html