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sábado, 19 de junho de 2010

Carlos Alberto - Lateral campeão



Carlos Alberto

Dados

Nome Completo: Carlos Alberto Sotelho de Souza
Dia do Nascimento: 19 de Junho de 1953
Nascimento: Rio de Janeiro (RJ)
Posição: Zagueiro
Número de Partidas pelo Fla: 102
Número de Gols: 1


Histórico
Anos Time
1980-1983 Flamengo
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Títulos
Pelo Flamengo
Campeonato Carioca: 1981
Taça Guanabara: 1980, 1981 e 1982
Troféu Ramón de Carranza: 1979, 1980
Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, e 1983
Copa Libertadores da América: 1981
Campeonato Mundial de Clubes: 1981


Estatísticas

Ano Jogos Gols Marcados Assistências Cartão Amarelo Cartão Vermelho
1980 50 1 0 0 0
1981 42 0 0 0 0
1982 2 0 0 0 0
1983 8 0 0 0 0
Total 102 1 0 0 0

Retirado de "http://www.flamengo.com.br/flapedia/Carlos_Alberto_Sotelho_de_Souza

Que Fim Levou? - Por Milton Neves

Carlos Alberto Sotelho de Souza, o Carlos Alberto, ex-lateral direito do Flamengo entre 1980 e 1983, hoje vive no Rio de Janeiro, onde trabalha como treinador.

Mas que gol!

Foi na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1980, quando o Fla venceu o Coritiba por 4 a 3, de virada, num Maracanã lotado (87.934 pagantes). Com a vitória, o Mengão se classificou para a final e levou a taça ao derrotar o Galo por 3 a 2 (a primeira partida foi 1 a 0 para o Atlético).

Carlos Alberto, cujo apelido era "Mão Branca", também defendeu a Portuguesa, o Campo Grande-MS e o Londrina-PR.

por Sérgio Quintella.

Fonte: http://terceirotempo.ig.com.br/quefimlevou_interna.php?id=614&sessao=f

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Craques do Vôlei na torcida pelo mengão



O azul e o amarelo já são tradicionais na camisa de treino da seleção brasileira masculina de vôlei, mas Leandro Visotto e Mario Junior, craques da equipe de Bernardinho, vestiram as cores de um uniforme diferente após o treino da noite desta quinta-feira (17.06), no Maracanãzinho. Na sexta (18.06) e no sábado (19.06), os brasileiros enfrentam a Coreia do Sul, na última etapa da primeira fase da Liga Mundial, mas antes disso, eles foram presenteados com o terceiro uniforme do Flamengo.

O "maior flamenguista do mundo", Leandro Visotto, de 2,12m, oposto da seleção, não escondeu a felicidade com o presente. Revelado nas categorias de base do clube da Gávea, onde jogou entre 1995 e 2000, Visotto festejou o fato de ter completado a "coleção" de camisas do Flamengo desta temporada.

"Eu ganhei a rubro-negra da Olympikus, depois me deram a branca de presente, e agora ganhei essa. Acertaram em cheio no presente. Fiquei muito feliz", disse, orgulhoso do número 6 e do nome estampados nas costas.

Com o número 19 e seu nome, Mario Junior, na camisa personalizada, o líbero, que está tendo a dura missão de substituir Serginho na seleção brasileira, também agradeceu o presente e se disse orgulhoso com o novo Manto Sagrado. Melhor jogador de sua posição na Liga Mundial 2010, ele também é rubro-negro de carteirinha.

"É sempre uma honra vestir essa camisa. Sou torcedor do Flamengo, acompanho bastante e gostei muito do presente. Achei a camisa muito bonita, do meu clube de coração, e é melhor ainda porque tem as cores do Brasil, né? É boa para torcer para a Copa do Mundo e também para nós na Liga Mundial",completou.

Fonte: http://www.flamengo.com.br/site/noticias/noticia.php?id=9419

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terça-feira, 1 de junho de 2010

A mensagem de Deus



Fora da finalíssima devido a uma cotovelada do atleticano Palhinha, Rondinelli, o Deus da Raça, deu a última injeção de ânimo no time rubro-negro que disputou a final daquele Brasileiro. Ele, mesmo prejudicado pelo processo cirúrgico ao qual foi submetido em função da fratura de maxilar, passou uma mensagem para o amigo Paulo de Rossi, que a encaminhou aos jogadores momentos antes da vitória por 3 a 2 sobre o Atlético Mineiro.

"Eu estava sonolento em função da medicação e passei a mensagem para o Paulo de Rossi, que esboçou exatamente o que eu queria. Disse a eles: 'Rapaziada, estou bem, vamos para as cabeças e vamos fazer de tudo para mudar o resultado adverso que tivemos em BH (derrota por 1 a 0).' Precisávamos de uma simples vitória para conquistarmos o título e foi exatamente o que ocorreu. A mensagem, com certeza, deu uma fortalecida na rapaziada. Foi muito emocionante tudo aquilo que passei ao lado da minha mulher", lembra, revelando um sentimento que mistura orgulho e emoção.

Sobre o título, o Deus da Raça fala em um fechamento de um ciclo com a conquista de um título nacional.

"Depois de um tricampeonato carioca, foi o fechamento perfeito como um título nacional. Conquistamos com muita raça ao lado do nosso 12º jogador. Foi emocionante, contagiante e pude assistir ao vídeo da conquista na terça-feira ou na quarta-feira após receber o vídeo da partida das mãos do nosso presidente Márcio Braga. Aqueles jogos contra Internacional (vitória por 1 a 0, no Rio), São Paulo, do Rio Grande Sul (empate por 0 a 0) foram muito marcantes, além da final, dos jogos contra o Coritiba na semifinal.

Sobre a pancada que o tirou da finalíssima, Rondinelli afirma que tem uma boa relação com Palhinha atualmente, mas não o alivia ao comentar o ocorrido.

"Ele foi covarde. Me dou bem com ele, mas não vou amaciar para ele. Eles nos provocaram até o fim. Não é porque 30 anos se passaram que vou aliviar. Ele foi covarde naquele momento. Escutei provocações, mas não dei soco na cara de ninguém nem chutei algum jogador deles fora dos lances. Foi uma cotovelada em que ele me pegou totalmente fora da jogada" resume.

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/ataque/flamengo80/

O craque



Artilheiro e principal jogador do Campeonato Brasileiro de 1980, o craque Zico quase não participou da finalíssima contra o Atlético Mineiro. Talvez apostando no amor incondicional que o Galinho e sua família tinham (e têm) pelo Flamengo, os dirigentes o "enrolaram" na semana que antecedeu o jogão.

"Aquela semana foi problemática. Eu nunca tinha jogado sem contrato e não seria dessa vez que jogaria. Os dirigentes estavam achando que eu entraria em campo sem contrato, mas eu disse que não. Acabei renovando meu contrato na sexta-feira e joguei no domingo", revela ao O Dia Online.

Graças a Deus ele jogou, pensaram os rubro-negros. E jogou muito. Logo aos sete minutos, ele achou Nunes na frente do goleiro com um lançamento que foi denominado de ponto futuro, no qual o craque colocava a bola na frente para um companheiro chegar pronto para finalizar.

"É uma jogada que sempre levei comigo, não só com o Nunes mas com outros jogadores também. Eu passava a bola de forma que o cara não precisava dominar. A ideia era ele chegar na corrida e receber com o trabalho de apenas arrematar", explica.

Zico aproveitou para falar de uma passagem ocorrida com Dario em 1974, quando foram companheiros de Flamengo. Dadá Maravilha sempre disse não saber jogar bola, mas apenas fazer gols. Por isso, o Galinho, bem-humorado, lembra de uma brincadeira que seu parceiro fez em relação ao ponto futuro.

"Nós fizemos 5 a 1 no Corinthians e dei duas bolas parecidas para o Dadá, que fez dois gols. Eu também fiz dois (Geraldo Assoviador completou o placar). Ele driblou o goleiro em um e apenas chutou no outro. Só que eu dei mais umas três bolas no mesmo estilo e ele perdeu. Depois, ele chegou em mim e disse: 'Não me dá essas bolas muito fáceis não porque aí minha responsabilidade de fazer o gol aumenta. Se der, lança no meio dos zagueiros, porque aí eu trombo com eles e faço os gols (risos)", recorda o maior ídolo da História do Flamengo.

Em relação à conquista contra o Atlético Mineiro, Zico utilizou um velho bordão para definir a vitória por 3 a 2.

"A primeira vez a gente nunca esquece e foi especial por ter sido o nosso primeiro título brasileiro. Além disso, abriu portas para a Libertadores e o Mundial, afirma, demonstrando um grande prazer ao falar da conquista.

Autor de 21 gols na campanha do Flamengo, o Galinho de Quintino disse não ter uma memória tão apurada quando questionado sobre quais foram os jogos mais difíceis do Brasileiro. O craque, porém, acertou tudo ao descrever a situação que vivia a equipe na terceira fase da competição.

"O jogo contra a Ponte Preta no Moisés Lucarelli foi muito difícil. Já tinha sido muito complicado no Rio, onde empatamos por 2 a 2, na estreia do Nunes. Lá em Campinas, estávamos perdendo e eu, me aproveitando do gramado irregular, fiz uma jogada e bati de fora da área. O Carlos (ex-goleiro da Seleção) bateu roupa e o Nunes empatou. Se não me engano, só passava uma equipe naquela chave (O Fla estava no Grupo O da competição, terceira fase) - realmente apenas um se classificava. Se a gente perde para a Ponte ia ficar complicado", analisou.

OS GOLS DE ZICO

Flamengo 1 x 0 Santos - 1
Flamengo 1 x 0 Internacional - 1
Flamengo 2 x 0 Mixto - 1
Flamengo 2 x 1 Ferroviário - 2
Flamengo 5 x 0 Itabaina - 4
Flamengo 2 x 2 Ponte Preta - 1
Flamengo 6 x 2 Palmeiras - 2
Flamengo 2 x 1 Bangu - 1
Flamengo 3 x 0 Desportiva - 2
Flamengo 2 x 0 Santos - 2
Flamengo 2 x 0 Coritiba - 1
Flamengo 3 x 2 Atlético-MG - 1

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/ataque/flamengo80/

A campanha



A Campanha

Primeira Fase

Santos (SP) 0 X 1 Flamengo 24/02/1980
Flamengo 1 x 0 Internacional (RS) 02/03/1980
Flamengo 1 x 2 Botafogo (PB) 06/03/1980
Mixto (MT) 0 x 2 Flamengo 10/03/1980
Flamengo 2 x 1 Ferroviário (CE) 12/03/1980
Nautico (PE) 2 x 2 Flamengo 16/03/1980
Flamengo 5 x 0 Itabaiana (SE) 20/03/1980
São Paulo (RS) 0 x 0 Flamengo 23/03/1980
Ponte Preta (SP) 2 x 2 Flamengo 30/03/1980

Segunda Fase

Santa Cruz (PE) 0 X 0 Flamengo 06/04/1980
Flamengo 6 x 2 Palmeiras (SP) 13/04/1980
Flamengo 2 x 1 Bangu (RJ) 16/04/1980
Flamengo 2 x 1 Santa Cruz (PE) 21/04/1980
Palmeiras (SP) 2 x 2 Flamengo 27/04/1980
Flamengo
3 x 0 Bangu (RJ) 04/05/1980

Terceira Fase

Flamengo 3 x 0 Desportiva Ferroviária (ES) 10/05/1980
Ponte Preta (SP) 1 x 1 Flamengo 14/05/1980
Flamengo 2 x 0 Santos (SP) 18/05/1980
Semifinal

Coritiba (PR) 0 x 2 Coritiba 21/05/1980
Flamengo 4 x 3 Coritiba (PR) 25/05/1980

FINAL
Atlético (MG) 1 x 0 Flamengo - 28/05/1980 / Flamengo 3 x 2 Atlético (MG) - 01/06/1980

OS HERÓIS DO BRASILEIRO

GOLEIROS:

RAUL; CANTARELLI; HÉLIO DOS ANJOS

LATERAIS:

CARLOS ALBERTO; JÚNIOR; TONINHO

ZAGUEIROS:

RONDINELLI; MARINHO; MANGUITO; NÉLSON

MEIO-CAMPO:

ADÍLIO; ANDRADE; CARPEGIANI; VÍTOR; ZICO

ATAQUE:

NUNES; TITA; JÚLIO CÉSAR URI GELLER; CARLOS HENRIQUE; ANSELMO; REINALDO

O Artilheiro da Decisão

João Batista Nunes de Oliveira iniciou sua carreira nas divisões de base do Flamengo, mas teve de rodar por Confiança (SE), Santa Cruz (PE), Fluminense e Monterrey até estrear profissionalmente pelo Mengão, no dia 30 de março de 1980, quando marcou um dos gols no empate por 2 a 2 com a Ponte Preta. Perto de completar 26 anos, ele não saiu mais da equipe e disputou todos os 14 jogos restantes da campanha do título brasileiro.

Herói da finalíssima, com dois gols, João Danado, como era conhecido, começava a escrever a história de outro apelido seu: o Artilheiro das Decisões. Depois dos dois marcados sobre o Atlético Mineiro, Nunes fez um na decisão do Estadual de 1981 (vitória por 2 a 1 sobre o Vasco), dois no Mundial Interclubes (3 a 0 sobre o Liverpool) e mais um no bicampeonato brasileiro, conquistado com um triunfo por 1 a 0 sobre o Grêmio, no Olímpico, em 1982. Apesar de todos estes gols, o eterno camisa 9 reconhece que os marcados contra o Galo têm um sabor especial.

"Para mim, representa muita coisa. Eu estava sendo campeão brasileiro pela primeira vez e fazendo o Flamengo também vencedor da competição pela primeira vez. É um grande orgulho. Foi um jogo muito importante. Ali foi o início de tudo" contou ao O Dia Online o Artilheiro das Decisões.

O primeiro gol de Nunes, marcado no início do jogo contra o Atlético, nasceu de uma tradicional jogada do Mengão dos Anos 80. O "vidente" Zico escreveu em linha reta o ponto futuro, achando no camisa 9 o caminho para o gol:

"Foi um contra-ataque rápido. O Zico viu a minha movimentação, achou um espaço e lançou na frente. Entrei em diagonal e fiz o gol. Treinávamos muito essa jogada".

Na jogada que garantiu ao Flamengo seu primeiro título brasileiro, Nunes brinca, afirmando que driblou o atleticano Silvestre após apresentá-lo um dos cartões postais do Rio, o Cristo Redentor.

"No lance do gol decisivo, foi muito rápido e eu brinco que falei para o Silvestre (lateral do Atlético-MG) olhar para o Cristo e o driblei. Na sequência, eu fiz o gol", diverte-se.

No fim da conversa com O Dia Online, já quando o herói e o repórter se despediam, Nunes fez uma intervenção e revelou uma visita inusitada na véspera da final. Francisco Horta, ex-presidente do Fluminense, foi à Gávea e previu os autores do gols da vitória rubro-negra:

"Recebemos a visita do Francisco Horta, ex-presidente do Fluminense, e ele nos disse que havia sonhado com dois gols meus e um do Zico. Não deu outra", finalizou.

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/ataque/flamengo80/

O início de um reinado



Fenômeno de popularidade em função da proliferação de seu nome no País, principalmente pelas ondas da Rádio Nacional e de monstros sagrados como Zizinho, Leônidas da Silva, Domingos da Guia, Dida e outros mais, o Flamengo, o Mais Querido do Brasil, só foi conquistar seu primeiro Campeonato Brasileiro na décima edição, em 1980.

Hoje, 1º de junho, o Rei do Brasil, como estampou a bandeira oficial da conquista do hexacampeonato, em 2009, completa 30 anos de uma vitória histórica, conquistada na base de muita raça, futebol arte e com a ajuda de seu 12º jogador, a Nação Rubro-Negra.

O Maracanã, palco da primeira festa de campeão brasileiro do Mengão, recebeu naquele domingo inesquecível, 1º de junho de 1980, 154.335 pagantes, que sofreram até o último lance do jogo para soltar o grito que estava entalado na garganta há muito tempo. Com a vitória por 3 a 2 sobre o Atlético Mineiro consolidada, a festa tomou conta do Rio de Janeiro.

Depois de uma guerra no Mineirão, que terminou com vitória atleticana por 1 a 0, gol de Reinaldo, o Flamengo entrou super motivado no Maraca não só pela possibilidade de seu primeiro Brasileiro ou pela presença maciça da Nação Rubro-Negra, mas também para dedicar o título a Rondinelli. O Deus da Raça ficou fora da decisão devido a uma agressão de Palhinha em Belo Horizonte e o grupo, considerado por todos uma família, queria vingá-lo na bola.

1 a 0

Em uma jogada caracterísitca da Geração de Ouro do Fla, Zico fez o lançamento conhecido como ponto futuro, jogada treinada em exaustão pelo técnico Cláudio Coutinho na Gávea. Nunes apareceu como uma flecha e completou para o fundo do gol. Na saída de bola, porém, Reinaldo recebeu de Cerezo e jogou o primeiro balde de água fria na massa.

2 a 1

No fim do primeiro tempo, após um bate-rebate na área do Atlético-MG, Júnior chutou, a bola voltou e Zico, caído, desempatou, dando números finais à primeira etapa.

2 a 2

Reinaldo voltou a empatar o jogo no segundo tempo. Ele, que havia sofrido uma distensão muscular, surpreendeu a todos ao aparecer mancando e empurrar a bola para o gol defendido por Raul. Nova festa da pequena massa atleticana presente ao Maraca e mais uma vez Reinaldo com a mão levantada, gesto característico nos festejos do atacante e que tanta irritava os rubro-negros.

REINALDO FORA

Quem levantou a mão logo após o segundo gol de Reinaldo, porém, foi o árbitro José de Assis Aragão, que ergue o cartão vermelho, expulsando o camisa 9 atleticano após ser xingado por este.

O GOL DO TÍTULO

Aos 37 minutos, o lance que a Nação Rubro-Negra aguardava: Nunes apareceu pela ponta esquerda e cruzou. A bola explodiu no lateral Silvestre e voltou para o camisa 9. No novo encontro entre os dois, o atacante levou a melhor com um drible e chutou. Gol! A taça do Brasileiro se aproximava da Gávea.

O SUSTO

Antes do apito final, um dos grandes sustos que o futebol do Flamengo sofreu em sua história. O zagueiro Manguito, após receber bola de Carlos Alberto, a recuou fraquinha para Raul, que teve de sair desesperadamente do gol. O camisa 1 rubro-negro acabou driblado pelo atacante atleticano Pedrinho Gaúcho e o gol se desenhava. Andrade, porém, teve uma recuperação fantástica e apareceu como um raio, salvando o gol que daria o título ao rival e dando início à festa no Rio de Janeiro e em todo o Brasil. MENGÃO CAMPEÃO!

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO: Raul, Toninho, Manguito, Marinho e Júnior; Andrade, Carpegiani (Adílio) e Zico; Tita, Nunes e Júlio César Uri Geller (Carlos Alberto). Técnico: Cláudio Coutinho.

ATLÉTICO-MG: João Leite, Orlando (Silvestre), Osmar, Luisinho (Geraldo) e Jorge Valença; Chicão, Toninho Cerezo e Palhinha; Pedrinho Gaúcho, Reinaldo e Éder. Técnico: Procópio Cardoso.

GOLS: Zico e Nunes (dois) - FLAMENGO; Reinaldo (dois) - ATLÉTICO-MG.

Árbitro: José de Assis Aragão

Público Pagante: 154.355

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/ataque/flamengo80/

Os números da 4ª Pesquisa LANCE!-Ibope de torcidas




LANCEPRESS!

O Flamengo lidera a 4ª Pesquisa LANCE!-Ibope de torcidas, que o LANCE! começa a publicar nesta terça-feira.

O Flamengo tem a preferência de 17,2% da população do Brasil, num total de 33,2 milhões de torcedores. Percentualmente o Flamengo caiu, mas o total de torcedores cresceu 200 mil.

O Corinthians vem a seguir, com 13,4% ou 25,8 milhões de torcedores.

Veja o gráfico com as maiores torcidas do Brasil!

O São Paulo, com 8,7% permanece em terceiro, mas foi o que mais cresceu entre as maiores torcidas. Na última pesquisa, seis anos atrás, tinha 7,3% do total. O crescimento em termos absolutos foi de 3,5 milhões de torcedores.

Palmeiras (6,1) e Vasco (4,1%) tiveram queda no número de torcedores. A nação vascaína reduziu-se de 10 milhões de pessoas para 7,9 milhões. Em termos absoluto, essa foi a maior queda de todos os clubes.

Confira o ranking das torcidas por faixa etária

Na sequência, o Grêmio (4,0%) passou o Cruzeiro (3,5%) e agora tem a sexta maior torcida do país. Completam os dez primeiros Santos (2,7%), Atlético-MG (2,6%) e Internacional (2,5%), que apesar dos títulos recentes manteve a tendência de queda.

Outra surpresa foi o crescimento do Sport, que agora aparece com 1,7%, à frente de Bahia, Botafogo e Fluminense, todos com 1,6%.

O Ibope ouviu 7.109 pessoas no primeiro trimestre de 2010. A margem de erro da pesquisa é de 1,2 ponto percentual para cima ou parabaixo.

Fonte: http://www.lancenet.com.br/futebol/noticias/10-05-31/763912.stm?futebol-veja-os-numeros-da-4-pesquisa-lance-ibope-de-torcidas