Total de visualizações de página

sábado, 4 de outubro de 2008

Marcelinho Paraíba aluga ônibus para familiares assistirem ao jogo


Torcida do Fla em Recife é grande
Jefferson Vieira/Divulgação

Marcelinho Paraíba aluga ônibus para familiares assistirem ao jogo
Parentes de Ronaldo Angelim também estarão no estádio dos Aflitos

Eduardo Peixoto
Direto do Recife

Depois de quase dez anos, Marcelinho Paraíba volta a jogar na região em que nasceu. E o reencontro com o Nordeste será celebrado em grande estilo. O atacante do Flamengo alugou um ônibus para levar parentes e amigos de Campina Grande-PB, sua cidade natal, a Recife. A comitiva chega à capital pernambucana neste sábado para assistir ao jogo contra o Náutico, às 18h20m, no estádio dos Aflitos.

Outro jogador que terá força extra nas arquibancadas será Ronaldo Angelim. Familiares do zagueiro virão de Juazeiro-CE especialmente para a partida.

Além das “torcidas personalizadas”, o Flamengo deve contar com o apoio de mais de três mil torcedores nos Aflitos. A Fla-Recife reservou um ônibus e uma van para sair em caravana do hotel em que a delegação está hospedada até o estádio.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL784864-9865,00.html

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Fla-Recife promete apitaço nos Aflitos

Mesmo com direito a apenas 10% dos ingressos do jogo de sábado, torcedores querem incomodar equipe local

Rodrigo Benchimol
ENVIADO ESPECIAL EM RECIFE (PE)


O espaço que a torcida do Flamengo terá nos Aflitos é apenas 10% da capacidade do estádio. A maioria da arquibancada será mesmo do Náutico. Mas os cerca de dois mil torcedores rubro-negros prometem fazer muito barulho neste sábado. Só a Fla-Recife, por exemplo, comprará mil apitos para distribuir durante o jogo. Além dela, outras torcidas como a Fla-Fortal, Fla-Bahia, Fla-Natal, Fla Manguaça-RN, Fla-Glória (de Sergipe) e Raça-Fla de Maceió já confirmaram presença.

– Tudo será feito para que o Flamengo se sinta em casa – disse Marcos Quintanilha, diretor da Fla-Recife.

E, com certeza, o Flamengo tem motivos para se sentir assim em Pernambuco. O simples fato de ser uma cidade nordestina já lhe dá essa condição. Afinal, são cerca de 12 milhões de rubro-negros no Nordeste todo (ou 23,8%) segundo pesquisa feita pelo Ibope em 2003. O Corinthians aparece na segunda posição, com 8,7%.

Por aqui, porém, as três maiores torcidas são do Sport, Santa Cruz e Náutico. O Flamengo aparece logo na quarta posição. Mas este não é o único fator para que o time se sinta em casa, em Recife. Pra começar, o desembarque da delegação rubro-negra no início da madruga foi calorosa. Algumas dezenas de torcedores recepcionaram o time no aeroporto.

Mas durante a tarde foi possível perceber que o Flamengo desperta os sentimentos de rivalidade – muitos do Sport, que ainda discute com o Fla quem foi o campeão do Brasileiro de 87 – e amor dentro da cidade.

Enquanto o LANCE! fotografava os integrantes da Fla-Recife, na praia de Boa Viagem (um dos cartões postais da cidade), muitos carros passaram buzinando. A maioria para provocar os rubro-negros. Mas uma parte para manifestar sua paixão.

A cena chamou tanta atenção de quem passava, que os moradores de um prédio na orla também participaram: uma família numa varanda começou a gritar e acenar com bandeiras e camisas do Fla.

Mesmo tendo apenas 2.600 lugares nos Aflitos, a torcida do Flamengo promete incomodar.

Fonte: http://www.lancenet.com.br/clubes/FLAMENGO/noticias/08-10-03/397813.stm?fla-recife-promete-apitaco-nos-aflitos

Luisinho Lemos - goleador rubro-negro


Luisinho Lemos - Revista Placar

Luís Alberto da Silva Lemos

Biografia

Três anos, 160 partidas e 82 gols, média de mais de um gol a cada dois jogos. Esta é a trajetória de Luisinho Lemos no Flamengo. Artilheiro natural da cidade de Niterói, jogou no Clube de 1975 a 1977, e apesar dos muitos gols, não conquistou nenhum título.

Irmão de Caio Cambalhota e de César Lemos, outros centro-avantes que fizeram história no futebol brasileiro, jogou no América em 1973 e 1974 e de 1982 a 1984, tornando-se o maior artilheiro da história do clube rubro com 311 gols e sagrando-se campeão da Taça Guanabara de 1974 e da Taça Rio em 1982.

"Tombo" jogou ainda com destaque no Internacional, no Botafogo e no Palmeiras. Ainda atuou em outros países, como na Espanha, México e Catar.

Dados
Nome Completo: Luís Alberto da Silva Lemos
Apelido: Luisinho Lemos
Data de Nascimento: 3 de Outubro de 1951
Local: Niterói (RJ)
Posição: Atacante
Nº Jogos: 160
N º Gols: 82

Histórico
Anos Time
1973-1974 América
1975-1977 Flamengo
1977-1978 Internacional
1978-1979 Botafogo
1982-1984 América
1984-1985 Palmeiras
1991 América

Títulos
América

Taça Guanabara: 1974
Taça Rio: 1982

Pelo Flamengo
Não conquistou títulos oficiais.

Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Luisinho_Lemos

Recife, cidade nordestina onde ser torcedor flamenguista não é fácil


Torcida do Flamengo marcou presença no aeroporto para receber o time rubro-negro

Capital pernambucana é um dos únicos lugares do Nordeste em que os torcedores do Rubro-Negro carioca são exceção

Eduardo Peixoto
Direto de Recife

Sempre que visita o Nordeste, o Flamengo se sente em casa. No Recife não será diferente. Porém, ao contrário da maioria das capitais da região, a principal cidade de Pernambuco é um ambiente quase hostil aos flamenguistas.

Há predomínio quase total dos três clubes locais, Sport, Santa Cruz e Náutico. E a forte rivalidade criada entre o Fla e o Leão pernambucano por causa do Brasileiro de 1987 dificulta ainda mais a tarefa.

- Aqui é difícil ser torcedor do Flamengo. Sofremos muito porque os torcedores do Sport têm uma rivalidade muito grande conosco e não toleram que torçamos por uma equipe de fora do estado – diz o presidente da Fla Recife, Marcos Quintanilha.

Apesar dos problemas, eles permanecem firmes e fortes. Criaram uma sede numa área militar do Recife, onde se reúnem para assistir aos jogos. Na partida de sábado, contra o Náutico, no Aflitos, os 2.600 ingressos destinados aos flamenguistas estão quase esgotados.

No dia do jogo, caravanas de outras cidades nordestinas, como João Pessoa e Maceió, devem aumentar o contingente de torcedores do Flamengo no estádio.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL783398-9865,00.html

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Marquinhos - meia talentoso

Marcos Correia dos Santos
Biografia

Marcos Correia dos Santos começou sua carreira no Flamengo, onde conquistou bastante títulos.


Depois passou por Palmeiras, Bahia, Colo-Colo (Chile), Portuguesa SP, Ponte Preta, Guarani, América RN, América RJ e finalmente o Madureira, onde disputou o estadual do Rio de Janeiro em 2006.


Depois de passar pelo futebol brasiliense, atualmente está jogando no Olaria do Rio de Janeiro.



Dados

Nome Completo: Marcos Correia dos Santos
Dia do Nascimento: 2 de Outubro de 1971
Nascimento: Rio de Janeiro(RJ)
Posição: Meia
Número de Partidas pelo Fla: 335
Número de Gols: 27


Títulos

Pelo Flamengo
1989
. Campeão da Taça Guanabara
. Campeão do Torneio Internacional de Hamburgo ( Alemanha )
. Campeão Do Troféu Clássico das Multidões (RJ)
. Campeão do Troféu Seis Anos da TV Manchete (RJ)



1990
. Campeão do Torneio de Verão de Nova Friburgo (RJ)
. Campeão da Copa Sharp ( Japão )
. Campeão da Marlboro Cup ( USA )
. Campeão da Copa do Brasil
. Campeão da Taça Associação dos Cronistas Esportivos de Sergipe
. Campeão do Torneio Quadrangular de Varginha (MG)



1991
. Campeão da Taça Cidade do Rio de Janeiro
. Campeão da Taça Estado do Rio de Janeiro
. Campeão da Taça Rio
. Campeão Estadual de Futebol



1992
. Campeão Brasileiro de Futebol
. Campeão da Taça dos Campeões Brasileiros ( Taça Brahma - PR)
. Campeão do Troféu ECO-92 (RJ)



1993
. Campeão do Torneio Libertad ( Argentina )
. Campeão da Taça Cidade do Rio de Janeiro
. Campeão do Troféu Raul Plasman (RJ)



1994
. Campeão do Torneio Internacional de Kuala Lumpur ( Malásia )
. Campeão da Pepsi Cup'94 ( Japão )



1995
. Campeão da Taça Guanabara



Estatísticas
Ano Jogos Gols
1988 2 0
1989 29 1
1990 9 0
1991 45 6
1992 44 5
1993 76 6
1994 53 2
1995 67 7
Total 335 27

Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Marquinhos

Marquinhos - mais um talento criado na Gávea

Marcos Correia dos Santos
Biografia

Marcos Correia dos Santos começou sua carreira no Flamengo, onde conquistou bastante títulos.


Depois passou por Palmeiras, Bahia, Colo-Colo (Chile), Portuguesa SP, Ponte Preta, Guarani, América RN, América RJ e finalmente o Madureira, onde disputou o estadual do Rio de Janeiro em 2006.


Depois de passar pelo futebol brasiliense, atualmente está jogando no Olaria do Rio de Janeiro.

Dados

Nome Completo: Marcos Correia dos Santos
Dia do Nascimento: 2 de Outubro de 1971
Nascimento: Rio de Janeiro(RJ)
Posição: Meia
Número de Partidas pelo Fla: 335
Número de Gols: 27


Títulos

Pelo Flamengo
1989
. Campeão da Taça Guanabara
. Campeão do Torneio Internacional de Hamburgo ( Alemanha )
. Campeão Do Troféu Clássico das Multidões (RJ)
. Campeão do Troféu Seis Anos da TV Manchete (RJ)



1990
. Campeão do Torneio de Verão de Nova Friburgo (RJ)
. Campeão da Copa Sharp ( Japão )
. Campeão da Marlboro Cup ( USA )
. Campeão da Copa do Brasil
. Campeão da Taça Associação dos Cronistas Esportivos de Sergipe
. Campeão do Torneio Quadrangular de Varginha (MG)



1991
. Campeão da Taça Cidade do Rio de Janeiro
. Campeão da Taça Estado do Rio de Janeiro
. Campeão da Taça Rio
. Campeão Estadual de Futebol



1992
. Campeão Brasileiro de Futebol
. Campeão da Taça dos Campeões Brasileiros ( Taça Brahma - PR)
. Campeão do Troféu ECO-92 (RJ)



1993
. Campeão do Torneio Libertad ( Argentina )
. Campeão da Taça Cidade do Rio de Janeiro
. Campeão do Troféu Raul Plasman (RJ)



1994
. Campeão do Torneio Internacional de Kuala Lumpur ( Malásia )
. Campeão da Pepsi Cup'94 ( Japão )



1995
. Campeão da Taça Guanabara



Estatísticas
Ano Jogos Gols
1988 2 0
1989 29 1
1990 9 0
1991 45 6
1992 44 5
1993 76 6
1994 53 2
1995 67 7
Total 335 27

Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Marquinhos

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Flamengo, um amor à distância



Maracanã Potiguar

Texto de Lucas Mesquita

Torcida Fla Natal

"O Rio foi seu berço, mas sua casa é o Brasil. Sua camisa vermelha e preta viaja de canoa pelos igarapés; galopa pelas coxilhas; caminha pelos sertões; colore todas as praias; está nos barracos das favelas e nas coberturas triplex. Quem é?", como disse o grande Ruy Castro nesse belo texto acima, o Flamengo é uma Nação, que tem torcedores em todos os estados do país, sendo maioria em vários deles, inclusive no Rio Grande do Norte, onde moro.
Há quem critique quem torça por clubes de outros estados: "Tanta gente torcendo pra um time de fora do estado. Isso é uma vergonha!", é o que alguns alienados dizem, mas perdoai-vos, eles não sabem o que é ser Flamengo, um clube que nasceu no Rio, mas que tem 80 % da torcida em outros estados e desperta paixões até de muitos estrangeiros. Motivo? Alguns dizem que foi a Rádio Nacional, que transmitiu para todo o país jogos memoráveis do Mais Querido, mas eu não. Digo que é paixão.
O Flamengo tem tanta torcida porque é o time que mais apaixona, que emociona. O Rubro-Negro não fica feliz só porque o time ganha, mas porque a torcida dá show. Como dizem por aí: "O Flamengo não é um time que tem uma torcida, é uma torcida que tem o time". É uma verdadeira Nação, que sem os torcedores de fora do Rio de Janeiro não seria tão grandiosa.



Enfim, não serei eu, um mero rubro-negro que acompanha o Flamengo de longe, mas torce como se estivesse no Maracanã, que irei explicar toda a paixão que esse clube desperta em milhões de pessoas mundo afora. Esse texto tem apenas o objetivo de mostrar como é torcer pro maior clube do mundo de tão longe, de um pequeno grande bar em Natal-RN, onde centenas de rubro-negros se reúnem uma ou duas vezes por semana para cantar e vibrar pelo nosso Mengão.





Assistir a um jogo do Flamengo a três mil km de do Rio de Janeiro é, sem dúvidas, diferente de ver na arquibancada do Maracanã. Já tive essa experiência, e posso dizer que nada se compara à emoção de cantar junto com a Nação no Maior do Mundo. O sofrimento, o nervosismo e a alegria, porém, não são muito diferentes. O rubro-negro do barzinho em Natal-RN não é menos apaixonado que o da arquibancada verde, não sofre nem comemora menos.

Acompanhar o time de tão longe às vezes é frustrante, porque vendo o show da torcida, sempre dá vontade de estar no Maracanã. Talvez por isso, o bar se transforme em uma espécie de "Maracanã Potiguar (do Rio Grande do Norte)". Centenas de rubro-negros, com camisas, faixas, bandeiras, bateria (repique e surdo) e bandeirão, cantam, gritam, xingam e vibram como se estivessem no estádio, como se os jogadores pudessem escutar. Tem até torcidas organizadas : Fla-Manguaça Botequim Natal e Flamigos.
Quando o time entrou em campo contra o Sport, no último sábado, a festa foi contagiante, como sempre. Todos cantavam no bar lotado. Tinha até imagem de São Judas Tadeu em cima da televisão. As centenas de rubro-negros fanáticos se espremiam nas cadeiras para pegar o melhor ângulo na TV, mas sempre passava um garçom na frente quando tinha algum lance importante.
Assim como no Maraca, existem vários tipos de torcedores. Os corneteiros começaram desde cedo. "Não era pro Caio Jr. escalar o Josiel", disse um deles, provocando a ira do anti-corneta: "Cala a boca, o jogo nem começou ainda e você já ta torcendo contra?". Tem o pessimista que vai logo dizendo que "Jogando essa bolinha não chega a lugar nenhum". O otimista vê tudo e percebe que o time ta jogando com muita raça, e que a vitória era iminente. Quase nada naquele primeiro tempo era unanimidade, só o pênalti claro no Juan que o juizão deu falta fora da área. "Ladrão safado!" foi a única expressão publicável dita naquele bar.
O intevalo chegou rápido, e todos aliviaram a tensão com muita cerveja e fizeram previsões sobre o segundo tempo. "Esse jogo está complicado. Os jogadores estão com muita raça e vontade de vencer, mas não estão conseguindo agredir o Sport, nem chegar perto do gol", era a análise geral, mas no fundo, todos acreditavam na vitória. "Uma hora o gol vai sair".
E o gol não demorou, mas saiu do lado errado. "Porra Bruno, engoliu mais um frango!", disseram quando nosso camisa um saiu do gol parecendo um bêbado na terça-feira de carnaval. Era o fim do sonho do hexa. Parecia que o caos estava instalado, mas não. Muitos palavrões depois, vieram os gritos de incentivo. Assim, como os 43 mil guerreiros que estavam no Maracanã, os pouco mais de cem apaixonados naquele distante bar continuaram acreditando, e torcendo muito.
A impaciência era enorme a cada passe errado, mas não maior do que o grito de gol quando nosso marrentinho que veste a camisa seis fez tabela genial com o herói que acabara de entrar em campo e tocou por baixo das pernas do magro goleiro do Sport, que não tomava gols a uma porrada de jogos. "Vamos Flamengo", "Oh Meu Mengão" e "Vamo virar Mengo" eram as únicas coisas que eu pensava naquele momento.
E o time foi pra cima, debaixo de um dilúvio, na raça e na vontade, empurrado pela maior e melhor torcida do mundo. No bar tinham os conformistas, que se contentavam com empate, mas a maioria tava gritando muito, e rezando pelo gol da virada. Ele tinha que vir. O Sport se recuava, tava vencido, tremendo de medo. Parecia uma criança com medo de um pitbull.
Então, no último minuto, a rede balança. Eu não vi nada, só fiz pular e gritar e subir na cadeira. Mesas caiam; cerveja voavam; pessoas se jogavam no chão. Era um milagre, o Mengão voltava a brigar pelo título. Só no replay vi que o gol foi do Vandinho no belo cruzamento do Marcelinho. "Foi o gol do título", gritava o profeta da mesa ao lado. E todos fizeram uma grande festa, daquelas que só a nação sabe fazer. "Que torcida é essa?".
No final do jogo a torcida foi pro meio da rua comemorar aquela vitória épica. Uma verdadeira escola de samba, com repique, surdo, pandeiro e tan-tan, foi formada, para desespero dos vizinhos. O anti-corneta xingava quem não tava acreditando no time, mas todos comemoravam juntos, como uma nação, aos gritos de "Dá-lhe, da-lhe, da-lhe Mengo, seremos campeões!"
Sábado que vem, grande parte desses rubro-negros estará em Recife, em mais uma invasão flamenga. Outros estarão em casa, ou em milhares de bares como esses, que existem no Rio, em Natal e até em Nova York ou Londres, e que se transformam em verdadeiros maracanãs quando o time mais apaixonante do mundo entra em campo.

Fonte: http://www.flamengo.com.br/portal//AgenciaFla/Flamengo-um-amor-a-distancia