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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Superando Recordes

Em jogo eletrizante, Marquinhos e Kojo lideram reação, e Fla vence a 20ª

São José leva a melhor durante quase todo a partida, mas Rubro-Negro consegue virada e amplia recorde e melhor início de temporada

Por João Gabriel Rodrigues São José dos Campos, SP
No início, o cansaço parecia pesar. As pernas não se movimentavam com tanta facilidade, e as mãos se mostravam descalibradas. Por quase todo o tempo, o Flamengo se viu perto de sua primeira queda no NBB. E justamente para seu último algoz. Nos arremessos certeiros de Dedé, o São José liderou o placar durante quase todo o confronto nesta terça-feira, no ginásio Lineu de Moura. Mas os cariocas tinham os incansáveis Marquinhos, Kojo e Olivinha. Com um último quarto arrasador, o líder se impôs, venceu por 84 a 82 e chegou ao 20º triunfo em 20 jogos na competição, ampliando sua marca de melhor início de temporada.
Basquete Flamengo x São José (Foto: João Gabriel)Olivinha anotou 16 pontos na dramática vitória do Flamengo sobre São José (Foto: João Gabriel)
O São José foi a última equipe a bater o Flamengo no NBB, ainda pelos playoffs do ano passado. Na última partida da série semifinal, no mesmo ginásio, os paulistas superaram os cariocas e avançaram à final. O roteiro parecia o mesmo nesta terça, mas os rubro-negros mostraram vontade para mudar a história.
Com 21 pontos, o ala Dedé, do São José, foi o cestinha do confronto, mas coube ao quarteto rubro-negro, formado por Marquinhos, com 20, Kojo, com 17, Olivinha, com 16, e Caio Torres, com 15, garantirem o 20º triunfo do líder na competição. Jefferson, com 19 pontos e oito rebotes, também se destacou para a equipe paulista.
Agora, o Flamengo se desliga do NBB para enfrentar o Brasília pela Liga das Américas. Volta à competição nacional no próximo dia 18, contra o Uberlândia, às 20h. O São José, por sua vez, encara o Tijuca nesta sexta-feira, novamente em casa, às 20h.
Kojo, que ainda se recupera de um edema ósseo grau 1 (o mais brando), foi peça importante na virada rubro-negra. Com um último quarto sensacional, o armador americano, naturalizado ganês, incendiou o jogo e levou o Flamengo a mais um triunfo.
- Mas, hoje, eles tinham todo mundo, Dedé, Murilo... Então, é especial vencer aqui. Porque aqui é muito difícil de vencer. Eles foram melhores durante boa parte do jogo e conseguimos vencer. Esse jogo nos dá ainda mais força para seguir para a Liga das Américas - disse o armador americano, antecipando dificuldades para a partida contra o Brasília, na próxima sexta-feira.
Essa vitória significa muito. Porque às vezes dizem que nós vencemos times que estão desfalcados"
Kojo
Já Dedé, principal jogador do São José, por pouco não guiou seu time à vitória. Ao deixar a quadra, elogiou a vontade do time, mas lamentou alguns erros que custaram o triunfo.
- A gente jogou bem, mas perdeu. Jogar bem é importante, ganhar é importante. Não podemos falar que estamos satisfeitos. Temos time para ganhar de qualquer um e ainda vamos mostrar isso no NBB – disse o ala.
O JOGO
Foi um início rápido. Dos dois lados, um ataque veloz e uma recuperação defensiva também ágil. As mãos, no entanto, não pareciam tão calibradas. O São José começou mais certeiro, com Dedé aproveitando melhor as chances que tinha. O técnico Régis Marrelli também mandou Murilo à quadra, que havia voltado no jogo anterior. O melhor jogador do NBB passado, no entanto, ainda parecia um pouco fora de ritmo.
Referência no garrafão rubro-negro, Caio Torres sofreu um pouco no começo, mas logo conseguiu se impor. E, com isso, o Flamengo cresceu. Conseguiu reverter a desvantagem no placar. Também pelas mãos de Marquinhos, os cariocas fecharam o primeiro quarto na frente: 23 a 19.
DEDÉ LIDERA SÃO JOSÉ
Mas o São José se recuperou com a mesma velocidade que começou o jogo. No início do segundo quarto, a equipe da casa passou a fazer uma marcação sob pressão e a dificultar a saída de bola dos rivais. Deu certo. Na rapidez de Fúlvio e nas mãos certeiras de Dedé e Jefferson, o São José logo tomou a frente no placar. Para a festa da torcida, saiu de quadra para o intervalo em vantagem: 40 a 33.
Os dois times passaram a errar mais do que o normal no retorno ao jogo. Mas o São José, que voltou a contar com seu quinteto titular em quadra, aumentava ainda mais a vantagem. Fúlvio e Dedé arriscavam e acertavam seus arremessos de três, levando o placar a 52 a 40 com tranquilidade. Apesar do esforço do incansável Olivinha, o Flamengo não conseguia tirar a diferença do placar.
O jogo ficou mais brigado, e os jogadores, pressionados, pareciam nervosos. Como quando, em um ataque rubro-negro, Kojo entregou a bola nas mãos de Dedé. O atleta de São José partiu em velocidade, mas também se enrolou. Perdeu o controle da bola, que caminhou por sobre seus ombros até ser recuperada pelo time carioca. O Flamengo ainda diminuiu a diferença no fim do quarto, mas o São José foi para a etapa final em vantagem: 64 a 61.
O Flamengo, no entanto, foi para cima. Com uma cesta de três de Marquinhos, a diferença já era de apenas um ponto (65 a 64). Logo depois, Duda também acertou mão e deixou tudo igual: 69 a 69. O São José sentiu o golpe. Olivinha, de três, fez o time rubro-negro retomar a liderança do placar.

MARQUINHOS E KOJO COMANDAM REAÇÃO
O jogo seguia em ritmo alucinante. Jefferson, de três, fez o São José voltar à liderança. Depois, Marquinhos, de dois, deixou tudo igual (77 a 77). Foi a vez de Kojo acertar a mão. Depois de marcar três pontos a pouco mais de um minuto para o fim, acertou o lance de bonificação por falta e fez 81 a 80. Os paulistas tinham o mesmo ímpeto de vitória e chegaram a tomar a frente mais uma vez.
Heróico, Kojo voltou a acertar um arremesso dentro do garrafão e sofreu a falta. Depois de mandar o lance extra mais uma vez para a cesta, fez o Flamengo ficar com 84 a 82 a 20 segundos do fim. O São José tentou o empate no último ataque, mas a bola ficou no aro, para a festa da barulhenta torcida rubro-negra.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/basquete/nbb/noticia/2013/02/em-jogo-eletrizante-marquinhos-e-kojo-lideram-reacao-e-fla-vence-20.html#equipe-flamengo

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Igualando Recordes

Imbatível, Fla atinge maior sequência de vitórias na fase de classificação

Triunfo suado sobre o Vila Velha foi o 18ª consecutivo na atual temporada. Marca anterior era da própria equipe, campeã da edição 2008/2009


O Flamengo não se cansa de fazer história na quinta edição NBB. Depois de exterminar a marca de melhor início de temporada, de oito vitórias consecutivas, que pertencia ao rival Brasília na temporada 2009/2010, o clube rubro-negro quebrou outro recorde nesta quinta-feira. Num jogo complicado, que só se resolveu no último período, o time carioca derrotou o Vila Velha por 96 a 77, no ginásio do Tijuca, chegou à 18ª vitória consecutiva na fase de classificação da competição e quebrou seu próprio recorde de 17, estabelecido na temporada 2008/2009, em que se sagrou campeão.
- Essa história de recorde não tem que atrapalhar. Temos um time experiente, acostumado a jogos assim e sabemos que no NBB não existe jogo fácil. Mais importante do que isso foi conquistar mais uma vitória e continuar na liderança - afirmou Caio Torres, destaque da vitória sobre os capixabas.
Info_CAMPANHAS-2009_2013_FLAMENGO-NBB-2 (Foto: infoesporte)

Mas a equipe comandada pelo técnico José Neto quer muito mais. Além de acabar com a hegemonia do rival Brasília e conquistar seu segundo título no NBB, o Flamengo tem outro recorde à vista: quebrar a sequência de 24 vitórias consecutivas estabelecida na mesma temporada 2008/2009, quando o time da Gávea venceu os últimos 17 jogos da fase de classificação e os seis primeiros dos playoffs. Naquela temporada, o time atuava sob o comando de Paulo Chupeta, que hoje dirige a equipe sub-22 do clube, na Liga de Desenvolvimento de Basquete (LDB):
- Montamos aquele time para ganhar as disputas do NBB e da Liga Sul-Americana. Nós trouxemos o Bábby e o Jefferson e o grupo adotou minha proposta de tentar vencer o maior número de jogos para termos a vantagem de decidir as duas competições em casa. Os jogadores se fecharam, criaram uma união muito grande e conseguimos chegar a 24 vitórias e bater o recorde de 21 de Brasília - lembrou Chupeta.
Desta vez, porém, o caminho foi inverso. Num início jamais visto na competição, o time dirigido por José Neto se tornou o primeiro equipe a terminar o primeiro turno do NBB de forma invicta. O treinador, por sua vez, parece não dar muita bola para as estatísticas:
- Eu mesmo não sabia desse recorde. A gente não pensa com esse objetivo e não entramos em quadra pensando em quebrar recorde. Isso é uma consequência do nosso bom trabalho. Eu sempre digo que esses números nos ajudam a chegar no nosso objetivo, mas não trazem coisas concretas para a gente ao fim da temporada.  Nosso foco não é esse - declarou Neto.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/basquete/nbb/noticia/2013/02/imbativel-fla-atinge-maior-sequencia-de-vitorias-na-fase-de-classificacao.html

Trio Porreta

No empolgante jogo de ontem, está claro que o trio de atacantes lançado pelo competente técnico Dorival Júnior deve dá certo. Os baianos Hernane e Nixon e o maranhense Rafinha, especialmente o último são a nova realidade do Flamengo. Na verdade, os três jogadores resgatam a história do clube em revelar atletas oriundos da base e de origem humilde. Afinal de contas, se destacar nos grandes centros do país, não é uma tarefa fácil. A realidade é bastante conhecida de todos. As dificuldades são bem maiores para os nordestinos. Poucos triunfam. Quem sabe esse TRIO PORRETA consiga se destacar ao longo do ano. Potencial, eles já mostraram que tem. Os números estão a seu favor. Dos 8 gols, feitos pelo Flamengo até agora, 6 foram deles: 4 de Hernane e Nixon e Rafinha com 1 gol cada. Portanto, contra fatos não há argumentos.

Tradição Baiana

Não é de hoje que o Flamengo tem seu elenco atacantes baianos se destacando. O primeiro deles foi o atacante Nandinho, baiano de Itabuna, na década de 40. O primeiro foi Nunes, na década de 80. Depois dele vieram Bebeto e Edilson. Porém, não se pode esquecer do eterno xodó Obina. Também merece ser citado o atacante Charles, que apesar de ter jogado pouco tempo no clube, apenas no ano de 1994, foi o artilheiro do campeonato estadual daquele ano.

Fontes de Consulta: www.flaestatistica.com
www.flamengo.com.br/flapedia

Show de bola

Na velocidade de Rafinha, Fla bate o Vasco e assume ponta do Grupo B
Atacante de 19 anos faz primeiro gol no profissional e ajuda time a vencer por 4 a 2. Cruz-Maltino tem estreia de Tenorio, mas peca na marcação

 
A CRÔNICA

Coube a um jovem de 19 anos ser o protagonista em seu primeiro clássico entre os profissionais. Veloz, Rafinha mostrou que também tem estrela: além de marcar seu primeiro gol pelo Flamengo, infernizou a defesa adversária e contribuiu para a vitória por 4 a 2 sobre o Vasco, na noite desta quinta-feira, no Engenhão. Nixon, de peito, Cleber Santana, numa pancada no ângulo, e Hernane também marcaram. Pedro Ken e Dakson, também em uma bomba de fora da área, descontaram para um time que ofereceu espaço demais em sua defesa.
- É uma emoção muito grande. Como já disse muitas vezes, muitos falaram que eu não ia conseguir, que não ia chegar por causa do meu tamanho, do porte físico. E, se Deus quiser, matando um leão por dia, vou derrubar muito mais aí - vibrou Rafinha, na saída de campo.
O Vasco, que tinha a melhor campanha do Carioca, teve seu primeiro grande desafio no ano e só conseguiu ser superior quando o adversário tinha como objetivo administrar a vantagem. Gaúcho promoveu a estreia de Tenorio, que entrou no lugar de Leonardo no segundo tempo, mas de pouco adiantou. A partida teve 12.423 pagantes (15.669 presentes), o maior público até agora do campeonato, e renda de R$ 403.545.

- Ninguém quer perder um clássico, mas isso é futebol. Acho que o Vasco não jogou mal, mas no futebol você é cobrado pelos erros. Estou tranquilo. O mais importante é que o time está bem, ninguém saiu machucado. Estamos tranquilos, vamos esquecer e pensar à frente - ponderou Tenorio.
Com a vitória, o Flamengo somou dez pontos, passou a ter a melhor campanha do Carioca e assumiu a liderança do Grupo B. Na próxima rodada, recebe o Nova Iguaçu no domingo, às 17h (de Brasília), no Engenhão. Já o Vasco perdeu os 100% de aproveitamento, mas segue em primeiro lugar do Grupo A, com nove pontos. Enfrenta agora o Bangu, no domingo, às 19h30m, em São Januário.
Rafinha gol Flamengo x Vasco (Foto: Bruno Turano / Ag. Estado)O nome do jogo: Rafinha comemora o seu gol, o quarto do Flamengo (Foto: Bruno Turano / Ag. Estado)
Falhas de marcação, muitos espaços e três gols

Sonolento na marcação, o Vasco começou o jogo dando muito espaço e defendendo com menos homens do que o Flamengo atacava. Mas as muitas opções de jogadores, em alguns lances, atrapalharam os rubro-negros, que batiam cabeça e desperdiçavam a vantagem numérica. Aos poucos, o ataque foi se acertando: com frequentes inversões entre Rafinha e Nixon nos lados do campo, o Fla começou a assustar e logo encontrou seu gol. Ibson conseguiu liberdade pelo meio ao driblar Jhon Cley e deu um bolão para Rafinha, que fugiu da marcação de Abuda. O atacante dividiu com o goleiro Alessandro, e a bola sobrou limpa para Hernane só empurrar para o gol vazio, aos 24 minutos.
Ao se lançar ao ataque e sem ter um primeiro volante de muita marcação, o Vasco pagou caro mais uma vez pelos vários buracos na defesa - e não há Dedé que dê jeito. Seis minutos depois, em contra-ataque armado por Ibson, Elias tabelou com Rafinha e cruzou na medida para Nixon escorar com o peito para a rede. Pedro Ken, que falhou ao não acompanhar Nixon no segundo gol, redimiu-se e recolocou o Cruz-Maltino no jogo. Bernardo cobrou falta cometida por Ibson na direita, e o volante aproveitou o erro do Fla: sem ser marcado em momento algum, entrou pelo meio da área e subiu livre para fazer o seu primeiro gol pelo Vasco.
A bola aérea, aliás, foi a melhor arma do Vasco, que antes só havia conseguido assustar o adversário numa falha de Renato Santos, que deixou Leonardo na cara do gol - González impediu o chute. O empatou quase veio em dois cruzamentos. No primeiro, a zaga cortou mal, e a bola ficou pingando na pequena área. No segundo, Wendel cabeceou à queima-roupa, mas Felipe defendeu no susto. A velocidade de Eder Luis também foi uma ótima opção na direita, mas o sistema de cobertura do Fla impediu que o atacante passasse por todos os marcadores.

Dedé na partida do Flamengo contra o Vasco (Foto: Jorge William / Ag. O Globo)Dedé teve atuação abaixo da média no clássico (Foto: Jorge William / Ag. O Globo)

Rafinha chama o jogo, e golaços saem de cada lado

Na volta do intervalo, as duas equipes mexeram: Dorival Júnior abandonou o esquema com três atacantes e entrou com Cleber Santana no lugar de Nixon. Já Gaúcho manteve o 4-4-2, mas trocou um apagado Jhon Cley por Dakson. Mas a substituição que fez efeito foi a rubro-negra. Após grande jogada de Rafinha, que passou por Abuda, tirou Dedé e rolou para o meio, Cleber Santana pegou de primeira, de três dedos, e acertou uma bomba a 127km/h no ângulo. Um golaço. A alteração cruz-maltina teve sua chance logo depois, mas desperdiçou: Dakson chutou por cima de um gol aberto após bobeada de Felipe.
Gaúcho, então, chamou Tenorio. O equatoriano, que ainda não está no melhor de sua condição física, entrou no lugar de Leonardo e melhorou o Vasco. Em dois chutes, pôs Felipe para trabalhar. Preocupado, Dorival colocou Renato Abreu no lugar de Ibson para melhorar a marcação, e o Fla seguiu impiedoso nos contra-ataques com o veloz Rafinha. Aos 19 minutos, ele pegou a bola no meio de campo, percorreu 53m, deixando André Ribeiro e Dedé na saudade e batendo no cantinho esquerdo de Alessandro.
O destaque do jogo cansou e saiu para a entrada de Thomás, aos 23 minutos. E o Flamengo parou. Quatro minutos depois, Dakson mostrou que também sabe fazer golaço: soltou uma pancada a 105km/h, do lado direito, e acertou o ângulo. Foi seu primeiro gol pelo Vasco, que foi para cima, mas esbarrou em Felipe e na trave. A reação parou por aí, apesar de chance clara com Eder Luis e uma bola na trave de André Ribeiro.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/jogo/carioca-2013/31-01-2013/vasco-flamengo.html

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Os maiores goleadores da história do Flamengo

Somente 17 jogadores na história fizeram mais de 100 gols com a camisa rubro-negra. Entre os que chegaram perto, Nunes fez 99, Gaúcho fez 98, Perácio fez 97, Sávio e Doval fizeram 95. Estes 5 por pouco não entraram nesta seleta lista.
 
Primeiro, a lista dos 8 maiores artilheiros da história do Flamengo:
 
 
 
A Lista dos 17 que atingiram 100 gols com a camisa do Flamengo:
 
1º) ZICO - 502 gols, média de 0,70 por jogo
 
2º) DIDA - 263 gols, média de 0,75 por jogo
 
3º) HENRIQUE - 211 gols, média de 0,52 por jogo
 
4º) PIRILO - 207 gols, média de 0,91 por jogo
 
5º) ROMÁRIO - 204 gols, média de 0,85 por jogo
 
6º) BEBETO - 151 gols, média de 0,49 por jogo
 
7º) LEÔNIDAS DA SILVA - 150 gols, foram 0,84 por jogo
 
8º) ZIZINHO - 146 gols, média de 0,46 por jogo
 
9º) JARBAS - 141 gols, média de 0,38 por jogo
 
10º) INDIO - 134 gols, média de 0,66 por jogo
 
11º) TITA - 131 gols, média de 0,34 por jogo
 
12º) ADÍLIO - 128 gols, média de 0,21 por jogo
 
13º) DURVAL - 125 gols, média de 0,94 por jogo
 
14º) NONÔ - 123 gols, média de 0,98 por jogo
 
15º) JOEL - 115 gols, média de 0,28 por jogo
 
16º) EVARISTO - 104 gols, média de 0,57 por jogo
 
17º) ALFREDO - 103 gols, média de 0,97 por jogo
Fonte: http://www.livroanacao.blogspot.com.br/2013/01/os-17-dos-100-reis-da-bola-na-rede.html

Isso sim é FLAMENGO

Vitória por 87 a 78 é a 17ª consecutiva do time carioca, que entra para a história como único time a terminar a primeira metade do NBB invicto


Numa segunda-feira que começou com uma ressaca sem fim, em razão da tragédia que matou 231 pessoas em uma boate de Santa Maria (RS), e ficou ainda mais triste com a morte do técnico Ary Vidal, um dos heróis da emblemática conquista dos Jogos Pan-Americanos de Indianápólis, em 1987, o Flamengo fez história duas vezes. Liderado mais uma vez pelo ala Marquinhos, que anotou 23 pontos e ultrapassou a marca de 2.500 no NBB, o time carioca não se intimidou com o caldeirão em que se transformou o ginásio Homero Santos, em Uberlândia, venceu os donos da casa por 87 a 78 (44 a 41), em partida adiada da quinta rodada, e chegou à incrível marca de 17 vitórias consecutivas. Além de ampliar seu melhor início de temporada, o líder isolado do torneio igualou seu próprio recorde, estabelecido na edição de 2008/2009, e se tornou a primeira equipe a terminar o primeiro turno do NBB de forma invicta. De quebra, impôs ao Uberlândia a primeira derrota em seu ginásio na competição.
Uberlândia x Flamengo nbb basquete (Foto: Raphael Oliveira/EAZ)Jogadores de Uberlândia e Flamengo respeitam um minutos de silência pela morte do técnico Ary Vidal antes de a bola subir em partida adiada da 5ª rodada do NBB (Foto: Raphael Oliveira/EAZ)
As duas equipes voltam à quadra nesta quinta-feira pela 19ª rodada do NBB, na abertura do returno. Enquanto o Flamengo recebe o Vila Velha no ginásio do Tijuca, às 20h, o time mineiro, que caiu para o terceiro lugar, terá um compromisso bem mais difícil: o Basquete Cearense, às 21h, em Fortaleza.
Como já virou hábito, Marquinhos foi o cestinha do Flamengo com 23 pontos. O ala ainda anotou seis rebotes, uma assistência e uma bola roubada. Olivinha, seu fiel escudeiro, também brilhou mais uma vez. Com 11 pontos e 12 rebotes, o ala-pivô anotou um duplo-duplo. Caio Torres, com 11 pontos e nove rebotes, Benite, que anotou 12, e o americano Kojo, com 11, também contribuíram para o 17º triunfo consecutivo. Apesar da derrota, Luis Gruber anotou 25 pontos e sete rebotes e terminou o clássico como cestinha.
Homenagem a Ary Vidal
Antes de a bola subir, foi respeitado um minuto de silêncio em memória do ténico Ary Vidal, que faleceu na tarde desta segunda-feira. Empurrado pela torcida que lotou o ginásio, o Uberlândia abriu o placar com uma cesta de três pontos de Luis Gruber, mas foi o Flamengo que diitou o ritmo nos primeiros dez minutos. Depois de errar seus três primeiros arremessos na partida, Marquinhos antou sete pontos seguido e comandou o time carioca na vitória parcial por 23 a 18.

Feliz se destaca
O segundo quarto começou como terminou o primeiro, com o Flamengo sufocando o adversário. O personagem também foi rubro-negro:o pivô Feliz. Nos 7min55 que esteve em quadra, o camisa 5 conseguiu o feito de acertar todos os quatro arremessos de quadra que tentou, anotando oito pontos, e fazer quatro faltas. O Uberlândia, que chegou a estar perdendo por nove pontos, reagiu e diminuiu a diferença para apenas um ponto. Mas com uma cesta do meio da rua do iluminando Marquinhos, a equipe carioca conseguiu uma folga no placar e foi para o intervalo vencendo por 44 a 41.
Reação dura pouco
Com Benite no banco de reservas, o Flamengo começou o segundo tempo sonolento. Melhor para os donos da casa, que anotaram quatro pontos seguidos e assumiram a ponta pela primeira vez na partida. A resposta rubro-negra, porém, foi imediata. Com o camisa 8 de volta à quadra, o time carioca rapidamente abriu nove pontos  (63 a 54) e retomou o controle das ações.
Uberlândia x Flamengo nbb basquete (Foto: Raphael Oliveira/EAZ) 
Com 23 pontos, Marquinhos mais uma vez foi o
cestinha do Flamengo (Foto: Raphael Oliveira/EAZ)
A confortável vantagem rubro-negra foi a senha para o técnico Hélio Rubens trocar Valtinho por Helinho no Uberlândia. O camisa 10 da equipe mineira entrou bem e, de cara, anotou uma bola de três pontos para diminuir o prejuízo para apenas seis.
Quando parecia que o jogo voltaria a pegar fogo, os donos da casa desperdiçaram dois ataques seguidos. Por sua vez, o Flamengo acertou a mão e, com uma bola de três de Olivinha, e dois lances-livres certos de Kojo, abriu 11 pontos. O Uberlândia deu o troco na mesma moeda com Léo e Robert Day, e a diferença voltou a cair para seis pontos (68 a 62) no fim do período.
Fla não dá brecha
Disposto a não desperdiçar a oportunidade de igualar seu próprio recorde, o Flamengo começou quente nos últimos dez minutos com uma bola de três pontos de Kojo. O time da casa sentiu o golpe, passou a errar demais no ataque e viu a equipe carioca colocar 13 pontos (81 a 68) de frente. Mas com uma bola de três de Valtinho e outra de Helinho, a diferença caiu para sete, e o Uberlândia voltou para o jogo. Mas a regularidade do Flamengo falou mais alto, e com uma atuação segura e sem erros nos minutos finais, o líder do campeonato venceu a 17ª seguida e fez história.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/basquete/nbb/noticia/2013/01/flamengo-vence-uberlandia-iguala-proprio-recorde-e-segue-na-lideranca.html
 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Livros sobre a História do Flamengo

Livros sobre a História do Flamengo

Há uma série de publicações sobre a história do Flamengo. Entre estes livros sobre o Flamengo, destaco abaixo os meus preferidos.

O marco histórico da literatura sobre o Flamengo é a publicação em 1944 de "Histórias do Flamengo", do jornalista Mário Filho. A primeira edição foi publicada em 1944 pela Editora Pongetti, depois houve novas edições, em 1963 e 1966, pela Editora Gernasa.


A segunda obra crucial foi publicada em 1982 pela Editora Rio. "História do Futebol Brasileiro: Flamengo" trouxe para o público uma série de recortes de jornais contando a história do clube de 1895 até 1981. Um trabalho muito rico, em que destaca-se as diferentes formas ao longo da história de se dar destaque ao futebol.


A obra de arte sobre o Flamengo a seguir é de Ruy Castro: "O Vermelho e o Negro", cuja primeira edição saiu em 2001 pela Editora DBA. Em 2004 foi republicado pela Ediouro. E em 2012 saiu uma 3ª edição, esta publicada pela Companhia das Lestras.

O trabalho seguinte que eu destaco é o "Almanaque do Flamengo", de Roberto Assaf e Clóvis Martins, publicado em 2002 pela Editora Abril.


O destque seguinte para os livros da Editora Maquinária. Três publicações, duas de Paschoal Ambrósio Filho e uma de Roberto Sander. "Os Dez Mais do Flamengo" e "Pentatri" foram publicados em 2009, e no começo de 2010 saiu "6x Mengão".


Foi também pela Maquinária que foi publicado, em novembro de 2010: "A NAÇÃO - Como e por que o Flamengo se tornou o clube com maior torcida do Brasil".


Complementar a estes livros, deliciodsas histórias sobre o Flamengo são contadas em "Meu Maior Prazer", coletânea de entrevistas com ídolos rubro-negros organizada por Carlos Eduardo Mansur e Luciano Cordeiro Ribeiro, e publicada em 2009 pela Editora Leitura, e em "Bíblia do Flamengo", escrito pelo jornalista português Luís Miguel Pereira, e publicado em 2010 pela Editora Almedina.



Em 2011, celebrando os 30 anos da conquista do Mundial interclubes, foram 4 livros com o mesmo título: "1981". Pela Editora Maquinária foi publicado o livro escrito por André Rocha e Mauro Beting. Pela Panda Books foi publicado o livro escrito por Eduardo Monsanto. Pela Editora Livros de Futebol, saiu o livro escrito por Maurício Neves de Jesus. E pela Editora Virtual Books, o livro de Antônio Carlos Meninéa com a relação de fichas técnicas de todas as partidas jogadas naquele ano.

Nestes livros, o melhor da literatura sobre o Clube de Regatas do Flamengo, pode-se encontrar tudo sobre a história rubro-negra.
 
Fonte: http://livroanacao.blogspot.com.br/2012/09/livros-sobre-historia-do-flamengo.html