Marca da distribuidora de combustíveis estreia nos uniformes do futebol em outubro.
Em entrevista coletiva no final da tarde desta quinta-feira, 27 de agosto, o Clube de Regatas do Flamengo e a ALE assinaram contrato de patrocínio. A companhia é a quarta maior distribuidora de combustíveis do Brasil em número de postos e a quinta em faturamento.
Pelo acordo, validado pelo Conselho Deliberativo do Clube no dia 25 de agosto, a marca ALE será impressa na frente e nas costas dos uniformes dos jogadores do time de futebol (profissional e amador) do clube e também em placas de propaganda em estádios e no campo de treinamento do Flamengo na Gávea.
O investimento é de R$ 3,5 milhões e o contrato tem vigência de 1º de outubro a 31 de dezembro de 2009. O primeiro jogo do Flamengo com a marca da nova patrocinadora será um Fla-Flu. O compromisso está programado para o dia 3 de outubro e é válido pela 27ª rodada do campeonato brasileiro.
De acordo com Marcelo Alecrim, presidente da ALE, o objetivo do patrocínio é associar o nome da companhia a uma marca internacional, reconhecida como a da maior torcida brasileira, com cerca de 33 milhões de torcedores, segundo pesquisa do Ibope. “Aumentaremos ainda mais a visibilidade da ALE junto ao grande público em todo o país”, ressalta Alecrim, destacando que o Flamengo tem 80% de sua torcida fora do Estado do Rio de Janeiro. Na coletiva, Alecrim disse que a empresa está estudando com o Flamengo a possibilidade de estabelecer um contrato mais duradouro. "Estamos levando muito a sério para que esse contrato não fique só em três meses. Chegamos para ficar. Nosso objetivo é crescer junto com o Flamengo", anunciou.
Segundo o presidente em exercício do Flamengo, Delair Dumbrosck, a ALE vai ter a oportunidade de comprovar o valor de patrocinar um clube como o Flamengo. “Temos a maior torcida do Brasil sob qualquer critério. A empresa certamente terá resultados expressivos de retorno de mídia e de imagem institucional. Acreditamos que essa visibilidade possa ser um cartão de visita para um investimento em patrocínios de longa duração. Estamos programando uma série de ações que aproximarão a marca ALE de nosso torcedor, indo além da visibilidade de mídia". Delair Dumbrosck confirmou que já está discutindo um novo contrato com a ALE. "Esperamos que o Flamengo entre no ano de 2010 com um belo de um contrato", disse na coletiva.
A camisa com a aplicação da marca da ALE foi exibida pelo zagueiro Álvaro, nova contratação do clube, ao lado do volante Maldonado, que vestiu a camisa atual, com a marca Olympikus Tube. Também estava na mesa o Vice-Presidente de Futebol do Flamengo, Marcos Braz.
A ALE - A ALE conta com uma rede de cerca de 1.700 postos em 22 Estados brasileiros, critério que faz dela a quarta maior distribuidora de combustíveis do Brasil. A companhia fechou 2008 com faturamento da ordem de R$ 6,2 bilhões e deve chegar a R$ 7,7 bilhões neste ano. Por mês, a empresa, que gera 12 mil empregos diretos e indiretos, comercializa e distribui 300 milhões de litros de combustíveis a 5 mil clientes.
Em 2008, a ALE adquiriu os 327 postos da multinacional Repsol no Brasil e concluiu a aquisição da distribuidora catarinense Polipetro, com 130 postos nos Estados de Santa Catarina e Paraná. Esses negócios aceleram os planos da companhia de atingir, em 2012, faturamento de R$ 8,1 bilhões e uma rede com 2.500 postos.
A empresa investe no clube que, segundo os principais institutos de pesquisa, conta com pelo menos 33 milhões de torcedores. O Flamengo é líder na venda de pacotes pay per view, com 13,84% das vendas do canal PFC, e no número de apostas da Timemania, com 19%. De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope em 2004, 16% das pessoas da classe AB torcem pelo Flamengo.
Fonte: http://www.flamengo.com.br/portal/index.php//AgenciaFla/ALE-e-a-nova-patrocinadora-do-Flamengo
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Dupla de "plebeus" brilha e Flamengo vence o Santo André
Eduardo Peixoto
Rio de Janeiro
Pelo menos neste sábado, o Flamengo soube sobreviver sem a dupla real Emerson Sheik e Adriano Imperador. Os “plebeus” Zé Roberto e Denis Marques deram conta do recado e comandaram a equipe na vitória por 3 a 0 sobre o Santo André, no Maracanã, pelo Brasileirão.
Mais do que o triunfo, a equipe rubro-negra pode comemorar a volta dos aplausos de sua torcida, principalmente por causa da boa atuação no primeiro tempo.
Depois de jogar com uma equipe recheada de juniores nas últimas duas rodadas, o treinador pôde estrear os reforços Álvaro e Maldonado e ainda teve o retorno de Léo Moura. Mas a grande contribuição foi dada pelos atacantes e por Petkovic. Zé Roberto teve ótima atuação no primeiro tempo, sofreu o pênalti convertido por Léo Moura e deixou sua marca no último minuto do jogo. Já Denis Marques mostrou oportunismo ao abrir o placar. O Fla pula para os 30 pontos e termina o dia na décima posição.
Na primeira visita ao Rubro-Negro no Maracanã depois do título da Copa do Brasil em 2004, o Santo André esteve longe de repetir a façanha de cinco anos atrás. A equipe foi dominada durante quase todo o duelo e nem a entrada dos veteranos Marcelinho Carioca e Rodrigo Fabri foi capaz de impedir a derrota. O Ramalhão segue estacionado nos 24 pontos e ronda a zona de rebaixamento, na 14ª posição.
Na próxima rodada, novamente sem Adriano, o Flamengo visita o Atlético-PR, em Curitiba. A partida será domingo. No mesmo dia, o Santo André recebe o Atlético-MG.
Flamengo dribla até apagão e abre vantagem
Ao contrário dos últimos jogos, o Flamengo começou ligado na tomada. Aos quatro minutos, Zé Roberto deu ótimo passe para Fierro. O chileno entrou livre na ponta direita, mas finalizou torto e perdeu ótima chance. Logo depois, Léo Moura cruzou da direita, a zaga do Santo André se enrolou e Zé Roberto dividiu com o goleiro Neneca, que levou a melhor.
Mas na terceira chance a pressão surtiu efeito. Aos oito minutos, Petkovic cruzou da ponta esquerda, Angelim ajeitou e Denis Marques completou para o gol.
Atordoado, o Santo André sequer conseguiu chegar à intermediária adversária. Aos 13, Léo Moura e Zé Roberto fizeram linda tabela e o último chutou forte da entrada da área. Neneca se esticou e espalmou.
A primeira tentativa dos visitantes foi apenas aos 15, quando Júnior Dutra bateu fraco e Bruno defendeu em dois tempos. Aos 24 min, um apagão parcial no Maracanã interrompeu a partida. Apesar da visibilidade satisfatória, o árbitro Wilton Sampaio preferiu esperar todos os refletores voltarem a funcionar.
Após 11 minutos de paralisação a partida recomeçou em ritmo lento e com o Santo André mais ofensivo. No entanto, em contra-ataque puxado por Denis Marques, Léo Moura encontrou Zé Roberto na área. O apoiador bateu rasteiro e um zagueiro conseguiu desviar e colocar para escanteio.
Em ótimo passe de Petkovic, aos 49, Zé Roberto driblou Neneca e foi derrubado dentro da área. Pênalti. Sem Adriano, Léo Moura assumiu a responsabilidade, cobrou rasteiro no canto direito e ampliou.
Rubro-Negro controla o jogo, mas faz o terceiro
O Santo André colocou Marcelinho Carioca e melhorou no segundo tempo. Aos cinco, Nunes bateu alto e perdeu boa chance. Pouco tempo depois, Malaquias entrou na ponta esquerda, driblou Léo Moura com facilidade e bateu cruzado à esquerda da trave de Bruno.
Depois de 45 minutos avassaladores, os três homens de frente do Flamengo – Pet, Zé e Denis Marques – cansaram e começaram a ter dificuldade para criar jogadas. Aos 16, o sérvio respirou fundo, avançou e chutou forte da entrada da área. Neneca saltou e espalmou. Zé Roberto também parou nas mãos do goleiro do Santo André.
Controlando a partida, o Rubro-Negro aproveitou para estrear Maldonado. Aos 29, Petkovic encontrou Everton na ponta esquerda. O lateral bateu forte e Neneca defendeu parcialmente. Na sobra, Zé Roberto finalizou de primeira, mas sobre o gol.
Quase no último lance da partida, Petkovic deu um drible desconcertante em um zagueiro do Santo André e chutou na trave. Na volta, Zé Roberto, livre, completou para o gol.
Ao contrário da partida contra o Náutico, quando teve problemas com a torcida, Léo Moura saiu de campo aplaudido. Assim como os companheiros. Um fim diferente para um Flamengo renovado.
Ficha técnica:
FLAMENGO 3 x 0 SANTO ANDRÉ
Bruno; Léo Moura (Rafael Galhardo), Álvaro, Ronaldo Angelim e Everton; Aírton (David), Lenon (Maldonado), Fierro e Petkovic; Zé Roberto e Denis Marques. Neneca; Rogério, Cris (Malaquias), Arthur e Ávine; Fernando, Ricardo Conceição, Sidney e Júnior Dutra (Rodrigo Fabri); Nunes e Ricardo Goulart (Marcelinho Carioca).
Técnico: Andrade. Técnico: Gallo.
Gols: Denis Marques, aos oito, Léo Moura, aos 49 minutos do primeiro tempo; Zé Roberto, aos 46 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Álvaro, Léo Moura, Fierro, Denis Marques (Flamengo); Cris, Neneca (Santo André)
Estádio: Maracanã. Data: 29/8/2009. Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF). Auxiliares: Marco Antônio Martins (DF) e Erich Bandeira (DF). Público: 13.531 pagantes (14.997 presentes) Renda: 180.083,00
Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL1285555-9827,00.html
Rio de Janeiro
Pelo menos neste sábado, o Flamengo soube sobreviver sem a dupla real Emerson Sheik e Adriano Imperador. Os “plebeus” Zé Roberto e Denis Marques deram conta do recado e comandaram a equipe na vitória por 3 a 0 sobre o Santo André, no Maracanã, pelo Brasileirão.
Mais do que o triunfo, a equipe rubro-negra pode comemorar a volta dos aplausos de sua torcida, principalmente por causa da boa atuação no primeiro tempo.
Depois de jogar com uma equipe recheada de juniores nas últimas duas rodadas, o treinador pôde estrear os reforços Álvaro e Maldonado e ainda teve o retorno de Léo Moura. Mas a grande contribuição foi dada pelos atacantes e por Petkovic. Zé Roberto teve ótima atuação no primeiro tempo, sofreu o pênalti convertido por Léo Moura e deixou sua marca no último minuto do jogo. Já Denis Marques mostrou oportunismo ao abrir o placar. O Fla pula para os 30 pontos e termina o dia na décima posição.
Na primeira visita ao Rubro-Negro no Maracanã depois do título da Copa do Brasil em 2004, o Santo André esteve longe de repetir a façanha de cinco anos atrás. A equipe foi dominada durante quase todo o duelo e nem a entrada dos veteranos Marcelinho Carioca e Rodrigo Fabri foi capaz de impedir a derrota. O Ramalhão segue estacionado nos 24 pontos e ronda a zona de rebaixamento, na 14ª posição.
Na próxima rodada, novamente sem Adriano, o Flamengo visita o Atlético-PR, em Curitiba. A partida será domingo. No mesmo dia, o Santo André recebe o Atlético-MG.
Flamengo dribla até apagão e abre vantagem
Ao contrário dos últimos jogos, o Flamengo começou ligado na tomada. Aos quatro minutos, Zé Roberto deu ótimo passe para Fierro. O chileno entrou livre na ponta direita, mas finalizou torto e perdeu ótima chance. Logo depois, Léo Moura cruzou da direita, a zaga do Santo André se enrolou e Zé Roberto dividiu com o goleiro Neneca, que levou a melhor.
Mas na terceira chance a pressão surtiu efeito. Aos oito minutos, Petkovic cruzou da ponta esquerda, Angelim ajeitou e Denis Marques completou para o gol.
Atordoado, o Santo André sequer conseguiu chegar à intermediária adversária. Aos 13, Léo Moura e Zé Roberto fizeram linda tabela e o último chutou forte da entrada da área. Neneca se esticou e espalmou.
A primeira tentativa dos visitantes foi apenas aos 15, quando Júnior Dutra bateu fraco e Bruno defendeu em dois tempos. Aos 24 min, um apagão parcial no Maracanã interrompeu a partida. Apesar da visibilidade satisfatória, o árbitro Wilton Sampaio preferiu esperar todos os refletores voltarem a funcionar.
Após 11 minutos de paralisação a partida recomeçou em ritmo lento e com o Santo André mais ofensivo. No entanto, em contra-ataque puxado por Denis Marques, Léo Moura encontrou Zé Roberto na área. O apoiador bateu rasteiro e um zagueiro conseguiu desviar e colocar para escanteio.
Em ótimo passe de Petkovic, aos 49, Zé Roberto driblou Neneca e foi derrubado dentro da área. Pênalti. Sem Adriano, Léo Moura assumiu a responsabilidade, cobrou rasteiro no canto direito e ampliou.
Rubro-Negro controla o jogo, mas faz o terceiro
O Santo André colocou Marcelinho Carioca e melhorou no segundo tempo. Aos cinco, Nunes bateu alto e perdeu boa chance. Pouco tempo depois, Malaquias entrou na ponta esquerda, driblou Léo Moura com facilidade e bateu cruzado à esquerda da trave de Bruno.
Depois de 45 minutos avassaladores, os três homens de frente do Flamengo – Pet, Zé e Denis Marques – cansaram e começaram a ter dificuldade para criar jogadas. Aos 16, o sérvio respirou fundo, avançou e chutou forte da entrada da área. Neneca saltou e espalmou. Zé Roberto também parou nas mãos do goleiro do Santo André.
Controlando a partida, o Rubro-Negro aproveitou para estrear Maldonado. Aos 29, Petkovic encontrou Everton na ponta esquerda. O lateral bateu forte e Neneca defendeu parcialmente. Na sobra, Zé Roberto finalizou de primeira, mas sobre o gol.
Quase no último lance da partida, Petkovic deu um drible desconcertante em um zagueiro do Santo André e chutou na trave. Na volta, Zé Roberto, livre, completou para o gol.
Ao contrário da partida contra o Náutico, quando teve problemas com a torcida, Léo Moura saiu de campo aplaudido. Assim como os companheiros. Um fim diferente para um Flamengo renovado.
Ficha técnica:
FLAMENGO 3 x 0 SANTO ANDRÉ
Bruno; Léo Moura (Rafael Galhardo), Álvaro, Ronaldo Angelim e Everton; Aírton (David), Lenon (Maldonado), Fierro e Petkovic; Zé Roberto e Denis Marques. Neneca; Rogério, Cris (Malaquias), Arthur e Ávine; Fernando, Ricardo Conceição, Sidney e Júnior Dutra (Rodrigo Fabri); Nunes e Ricardo Goulart (Marcelinho Carioca).
Técnico: Andrade. Técnico: Gallo.
Gols: Denis Marques, aos oito, Léo Moura, aos 49 minutos do primeiro tempo; Zé Roberto, aos 46 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Álvaro, Léo Moura, Fierro, Denis Marques (Flamengo); Cris, Neneca (Santo André)
Estádio: Maracanã. Data: 29/8/2009. Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF). Auxiliares: Marco Antônio Martins (DF) e Erich Bandeira (DF). Público: 13.531 pagantes (14.997 presentes) Renda: 180.083,00
Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL1285555-9827,00.html
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Aniversário de uma conquista - Taça de Confraternização Brasil-Paraguai (115)
Hoje também faz 27 anos que o Flamengo conquistou a Taça Confraternização Brasil-Paraguai. O time que venceu essa partida estava sob o comando do técnico campeão estadual, da libertadores da américa e do mundial, todos no ano anterior - Paulo César Carpegiani.
C.R. Flamengo 2 x 0 Olímpia (PARAGUAI)
Taça Confraternização Brasil-Paraguai
Quarta-feira
25/08 - Estádio: Defensores del Chaco - Assunção - Paraguai
Time: Cantarele(Luís Alberto), Leandro(Antunes), Marinho, Mozer, Júnior(Ademar), Andrade(Zezé), Vítor, Zico(Peu), Wilsinho, Tita e Adilio.
Gols: Vítor e Adilio.
( C.R. Flamengo CAMPEÃO )
Fontes: http://www.flaestatistica.com/t1982.htm
http://www.conteudoesportivo.com.br/html/futebol/camp/fut_sumula.asp?codcampeonato=3556&numjogo=1
C.R. Flamengo 2 x 0 Olímpia (PARAGUAI)
Taça Confraternização Brasil-Paraguai
Quarta-feira
25/08 - Estádio: Defensores del Chaco - Assunção - Paraguai
Time: Cantarele(Luís Alberto), Leandro(Antunes), Marinho, Mozer, Júnior(Ademar), Andrade(Zezé), Vítor, Zico(Peu), Wilsinho, Tita e Adilio.
Gols: Vítor e Adilio.
( C.R. Flamengo CAMPEÃO )
Fontes: http://www.flaestatistica.com/t1982.htm
http://www.conteudoesportivo.com.br/html/futebol/camp/fut_sumula.asp?codcampeonato=3556&numjogo=1
HISTÓRIA: O dia em que Zico parou o Barça
Há exatos 30 anos, Flamengo vencia Barcelona, então campeão da Recopa Européia, pelo Ramon de Carranza.
Foi no dia 25 de agosto de 1979. Há exatamente 30 anos, o Flamengo bateu o Barcelona, já naquela época um dos maiores clubes do mundo, e assegurava sua vaga na final do torneio Torneio Ramón de Carranza, em Cádiz, na Espanha. O Flamengo venceria a competição posteriormente, com uma vitória por 2 a 0 (dois gols de Zico) sobre o Ujpest, da Hungria.
Com Cantarele no gol; Toninho na lateral; Manguito e Nelson na zaga; Júnior na lateral esquerda; um meio formado por Andrade, Carpegiani (substituído depois por Adílio) e Zico; e um ataque com Tita, Cláudio Adão (depois Beijoca) e Júlio Cesar (depois Reinaldo), os rubro-negros superaram os então campeões da hoje extinta Recopa Européia (Cup Winners' Cup). Na época, a Recopa era o segundo torneio mais importante do continente europeu, disputada entre os campeões das copas nacionais de cada pais. A equipe catalã tinha jogadores de prestígio da época, como Juan Manuel Asensi e o austríaco Hans Krankl - ambos até hoje lembrados como dois dos maiores nomes que já vestiram as cores do Barça.
Os gols do Flamengo foram marcados por Zico e Júlio Cesar, o Uri Geller. “Foi uma vitória muito importante que nos deu confiança para jogar a decisão contra o time da Hungria, Ujpest Dozsa, que era muito bom também. Mas aí, depois de passar pelo Barcelona, nós fizemos uma grande partida e conquistamos o título com 2 a 0, dois gols meus. Foi a nossa primeira taça Ramon de Carranza, que era sempre um troféu imponente e até difícil de carregar”, relembrou Zico em depoimento exclusivo ao site oficial do Flamengo.
O adversário - A geração atual, que se encanta com o futebol vistoso de Messi e Iniesta, campeões da Champions League 2008/09, talvez nem fosse nascida quando Asensi, Krankl e companhia derrotaram o Fortuna Dusseldorf, por 4 a 3, no Estádio Saint Jakob, em Basel, na Suíça, e conquistaram o primeiro título europeu do Barcelona. “Aquele time tinha o atacante austríaco Hans Krankl, que foi artilheiro da Europa no ano anterior. E ainda o dinamarquês muito bom que, dois anos antes, tinha conquistado a bola de ouro da France Football, o Allan Simonsen. Dois jogadores que estão na galeria do time catalão”, lembra Zico.
A vitória sobre os alemães do Fortuna Dusseldorf marcou o início de uma era de conquistas no Camp Nou. Um ano antes, finalmente, o clube tivera uma eleição aberta para sua presidência, vencida por Josep Luiz Nunes, que deu ao Barça muita estabilidade financeira e colocou os catalães entre os maiores clubes da Europa no ano de 1992, quando o Barcelona finalmente venceria a mais importante competição continental.
A equipe que enfrentou o Flamengo, naquele 25 de agosto de 199, era um pouco diferente do time campeão europeu. Não contava com o holandês Neskeens, um dos principais nomes da famosa Laranja Mecânica. Mas tinha o capitão Asensi, um dos jogadores de maior identificação com o clube em sua história (e autor do terceiro gol catalão na final da Winners Cup), além do goleador austríaco Hans Krankl, que marcara 29 gols em 30 jogos oficiais naquela temporada.
O Flamengo - Embora ainda não tivesse começado sua brilhante trajetória de conquistas nacionais e internacionais, o Flamengo tinha conquistado a maior invencibilidade do futebol brasileiro, ao lado do Botafogo, com 52 jogos (43 vitórias e nove empates). Naquele período, entre outubro de 1978 e maio de 1979, a equipe marcara 137 gols e sofrera apenas 27. Meses depois, o Flamengo ainda conquistaria o terceiro tricampeonato estadual de sua história no futebol.
Aquela equipe já formava a base da “Geração de Ouro” do Flamengo, que viria a conquistar os Campeonatos Brasileiros de 1980, 1982 e 1983, além da Taça Libertadores e do Campeonato Mundial Interclubes de 1981. “Foi interessante que os espanhóis davam muita importância ao torneio, que foi disputado em Cadiz, mas não conheciam o Flamengo, o que era normal naquela época, e por isso, eles não acreditaram que poderíamos complicar as coisas para eles naquele jogo”, conta Zico ao site oficial do Flamengo.
O jogo - Ofensivo, o Flamengo partiu para cima dos Barcelona. Logo aos dois minutos de jogo, Júlio Cesar abriu o placar, aproveitando um lançamento primoroso de Carpegiani. Uri Geller entrou livre na área e mostrou categoria para tocar de pé esquerdo no canto direito do goleiro Amigo: 1 a 0 Flamengo, para surpresa da torcida local. A vantagem no placar fez com que os rubro-negros jogassem ainda mais soltos. Tocando a bola e impondo seu ritmo de jogo, o time colocou o Barcelona na roda e cozinhou a partida até marcar o segundo. Aos 38, Toninho driblou o goleiro e estava prestes a empurrar a bola para o fundo da rede, mas foi derrubado por Amigo: pênalti, que, no entanto, o juiz optou por marcar falta, fora da área. Mal sabiam os catalães que, com Zico em campo, uma falta era quase tão perigosa. O Galinho ajeitou com carinho e, com perfeição, colocou a bola no ângulo direito, definindo o placar do primeiro tempo: Flamengo 2 a 0.
A segunda etapa foi de um domínio ainda maior dos brasileiros. Jogando à vontade, a equipe encantou os espanhóis. Conforme o final do jogo se aproximava, o Fla também diminuía o ritmo e tentava sair nos contra-ataques, explorando a velocidade de Cláudio Adão. Mas a equipe não conseguiu ampliar e acabou sofrendo um gol. Aos 34 minutos, Esteban, que havia entrado no lugar de Rexach, aproveitou uma sobra de bola para fulminar Cantarele: 2 a 1. O gol acordou o Flamengo, que voltou a atacar e perderia pelo menos quatro chances claras de gol nos minutos finais. A vitória já estava selada e o Mengão saiu de campo ovacionado pela torcida espanhola. A fonte do relato do jogo é a edição daquela época do Jornal dos Sports.
Em quatro confrontos entre os clubes, o Flamengo venceu três partidas e o Barça apenas uma.
FICHA TÉCNICA - Barcelona 1 x 2 Flamengo
Torneio Ramón de Carranza
Barcelona – Amigo; Zumbiria, Migueli, Olmo e Stela; Canotio, Landaburu e Asensi; Simonsen, Krankl e Rexach.
Flamengo – Cantarele; Toninho, Manguito, Nelson e Júnior; Andrade, Carpegiani(Adilio) e Zico; Tita, Claudio Adão(Beijoca) e Júlio Cesar(Reinaldo).
Data: 25 de Agosto de 1979
Local: Estádio Ramón de Carranza, em Cádiz (Espanha)
Arbitragem: Perez
Gols: Júlio Cesar (Flamengo) aos 2 minutos do primeiro tempo, e Zico (Flamengo) aos 38 minutos do primeiro tempo; e Esteban (Barcelona) aos 34 minutos do segundo tempo.
Da equipe do site oficial do Flamengo (TB/JSA)
Fonte: http://www.flamengo.com.br/portal/index.php//AgenciaFla/HISTORIA-O-dia-em-que-Zico-parou-o-Barca
Foi no dia 25 de agosto de 1979. Há exatamente 30 anos, o Flamengo bateu o Barcelona, já naquela época um dos maiores clubes do mundo, e assegurava sua vaga na final do torneio Torneio Ramón de Carranza, em Cádiz, na Espanha. O Flamengo venceria a competição posteriormente, com uma vitória por 2 a 0 (dois gols de Zico) sobre o Ujpest, da Hungria.
Com Cantarele no gol; Toninho na lateral; Manguito e Nelson na zaga; Júnior na lateral esquerda; um meio formado por Andrade, Carpegiani (substituído depois por Adílio) e Zico; e um ataque com Tita, Cláudio Adão (depois Beijoca) e Júlio Cesar (depois Reinaldo), os rubro-negros superaram os então campeões da hoje extinta Recopa Européia (Cup Winners' Cup). Na época, a Recopa era o segundo torneio mais importante do continente europeu, disputada entre os campeões das copas nacionais de cada pais. A equipe catalã tinha jogadores de prestígio da época, como Juan Manuel Asensi e o austríaco Hans Krankl - ambos até hoje lembrados como dois dos maiores nomes que já vestiram as cores do Barça.
Os gols do Flamengo foram marcados por Zico e Júlio Cesar, o Uri Geller. “Foi uma vitória muito importante que nos deu confiança para jogar a decisão contra o time da Hungria, Ujpest Dozsa, que era muito bom também. Mas aí, depois de passar pelo Barcelona, nós fizemos uma grande partida e conquistamos o título com 2 a 0, dois gols meus. Foi a nossa primeira taça Ramon de Carranza, que era sempre um troféu imponente e até difícil de carregar”, relembrou Zico em depoimento exclusivo ao site oficial do Flamengo.
O adversário - A geração atual, que se encanta com o futebol vistoso de Messi e Iniesta, campeões da Champions League 2008/09, talvez nem fosse nascida quando Asensi, Krankl e companhia derrotaram o Fortuna Dusseldorf, por 4 a 3, no Estádio Saint Jakob, em Basel, na Suíça, e conquistaram o primeiro título europeu do Barcelona. “Aquele time tinha o atacante austríaco Hans Krankl, que foi artilheiro da Europa no ano anterior. E ainda o dinamarquês muito bom que, dois anos antes, tinha conquistado a bola de ouro da France Football, o Allan Simonsen. Dois jogadores que estão na galeria do time catalão”, lembra Zico.
A vitória sobre os alemães do Fortuna Dusseldorf marcou o início de uma era de conquistas no Camp Nou. Um ano antes, finalmente, o clube tivera uma eleição aberta para sua presidência, vencida por Josep Luiz Nunes, que deu ao Barça muita estabilidade financeira e colocou os catalães entre os maiores clubes da Europa no ano de 1992, quando o Barcelona finalmente venceria a mais importante competição continental.
A equipe que enfrentou o Flamengo, naquele 25 de agosto de 199, era um pouco diferente do time campeão europeu. Não contava com o holandês Neskeens, um dos principais nomes da famosa Laranja Mecânica. Mas tinha o capitão Asensi, um dos jogadores de maior identificação com o clube em sua história (e autor do terceiro gol catalão na final da Winners Cup), além do goleador austríaco Hans Krankl, que marcara 29 gols em 30 jogos oficiais naquela temporada.
O Flamengo - Embora ainda não tivesse começado sua brilhante trajetória de conquistas nacionais e internacionais, o Flamengo tinha conquistado a maior invencibilidade do futebol brasileiro, ao lado do Botafogo, com 52 jogos (43 vitórias e nove empates). Naquele período, entre outubro de 1978 e maio de 1979, a equipe marcara 137 gols e sofrera apenas 27. Meses depois, o Flamengo ainda conquistaria o terceiro tricampeonato estadual de sua história no futebol.
Aquela equipe já formava a base da “Geração de Ouro” do Flamengo, que viria a conquistar os Campeonatos Brasileiros de 1980, 1982 e 1983, além da Taça Libertadores e do Campeonato Mundial Interclubes de 1981. “Foi interessante que os espanhóis davam muita importância ao torneio, que foi disputado em Cadiz, mas não conheciam o Flamengo, o que era normal naquela época, e por isso, eles não acreditaram que poderíamos complicar as coisas para eles naquele jogo”, conta Zico ao site oficial do Flamengo.
O jogo - Ofensivo, o Flamengo partiu para cima dos Barcelona. Logo aos dois minutos de jogo, Júlio Cesar abriu o placar, aproveitando um lançamento primoroso de Carpegiani. Uri Geller entrou livre na área e mostrou categoria para tocar de pé esquerdo no canto direito do goleiro Amigo: 1 a 0 Flamengo, para surpresa da torcida local. A vantagem no placar fez com que os rubro-negros jogassem ainda mais soltos. Tocando a bola e impondo seu ritmo de jogo, o time colocou o Barcelona na roda e cozinhou a partida até marcar o segundo. Aos 38, Toninho driblou o goleiro e estava prestes a empurrar a bola para o fundo da rede, mas foi derrubado por Amigo: pênalti, que, no entanto, o juiz optou por marcar falta, fora da área. Mal sabiam os catalães que, com Zico em campo, uma falta era quase tão perigosa. O Galinho ajeitou com carinho e, com perfeição, colocou a bola no ângulo direito, definindo o placar do primeiro tempo: Flamengo 2 a 0.
A segunda etapa foi de um domínio ainda maior dos brasileiros. Jogando à vontade, a equipe encantou os espanhóis. Conforme o final do jogo se aproximava, o Fla também diminuía o ritmo e tentava sair nos contra-ataques, explorando a velocidade de Cláudio Adão. Mas a equipe não conseguiu ampliar e acabou sofrendo um gol. Aos 34 minutos, Esteban, que havia entrado no lugar de Rexach, aproveitou uma sobra de bola para fulminar Cantarele: 2 a 1. O gol acordou o Flamengo, que voltou a atacar e perderia pelo menos quatro chances claras de gol nos minutos finais. A vitória já estava selada e o Mengão saiu de campo ovacionado pela torcida espanhola. A fonte do relato do jogo é a edição daquela época do Jornal dos Sports.
Em quatro confrontos entre os clubes, o Flamengo venceu três partidas e o Barça apenas uma.
FICHA TÉCNICA - Barcelona 1 x 2 Flamengo
Torneio Ramón de Carranza
Barcelona – Amigo; Zumbiria, Migueli, Olmo e Stela; Canotio, Landaburu e Asensi; Simonsen, Krankl e Rexach.
Flamengo – Cantarele; Toninho, Manguito, Nelson e Júnior; Andrade, Carpegiani(Adilio) e Zico; Tita, Claudio Adão(Beijoca) e Júlio Cesar(Reinaldo).
Data: 25 de Agosto de 1979
Local: Estádio Ramón de Carranza, em Cádiz (Espanha)
Arbitragem: Perez
Gols: Júlio Cesar (Flamengo) aos 2 minutos do primeiro tempo, e Zico (Flamengo) aos 38 minutos do primeiro tempo; e Esteban (Barcelona) aos 34 minutos do segundo tempo.
Da equipe do site oficial do Flamengo (TB/JSA)
Fonte: http://www.flamengo.com.br/portal/index.php//AgenciaFla/HISTORIA-O-dia-em-que-Zico-parou-o-Barca
Aniversário de uma conquista - Taça Duque de Caxias (114)
Hoje faz 33 anos que o Flamengo conquistou a Taça Duque de Caxias. Em partida única, disputada no estádio Presidente Vargas, o time bateu o Ceará, por 2 a 0. A equipe era treinada pelo competente técnico gaúcho Carlos Froner.
Os campeões foram os seguintes:
C.R. Flamengo 2 x 0 Ceará (CE)
Taça Duque de Caxias
Quarta-feira 25/08 - Estádio: Presidente Vargas - Fortaleza - CE
Time: Cantareli, Toninho, Rondineli, Jaime, Júnior, Merica, Tadeu, Zico(Dendê), Paulinho, Luisinho e Luís Paulo.
Gols: Zico e Luisinho.
(Flamengo campeão)
Fontes: http://www.flaestatistica.com/t1976.htm
http://www.conteudoesportivo.com.br/html/futebol/camp/fut_sumula.asp?codcampeonato=3482&numjogo=1
Os campeões foram os seguintes:
C.R. Flamengo 2 x 0 Ceará (CE)
Taça Duque de Caxias
Quarta-feira 25/08 - Estádio: Presidente Vargas - Fortaleza - CE
Time: Cantareli, Toninho, Rondineli, Jaime, Júnior, Merica, Tadeu, Zico(Dendê), Paulinho, Luisinho e Luís Paulo.
Gols: Zico e Luisinho.
(Flamengo campeão)
Fontes: http://www.flaestatistica.com/t1976.htm
http://www.conteudoesportivo.com.br/html/futebol/camp/fut_sumula.asp?codcampeonato=3482&numjogo=1
sábado, 22 de agosto de 2009
Rubro-Negros incentivam campanha de doação de sangue
Toró, Adílio e Julio Cesar comparecem ao HemoRio e pedem que os torcedores ajudem os bancos de sangue
GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
O Flamengo encerrou nesta sexta-feira a campanha nacional "Sangue Rubro-Negro", lançada no dia 15 de agosto e que tinha como objetivo atrair torcedores aos bancos de coleta de sangue em todo o país. A iniciativa teve o apoio do Ministério da Saúde e Prefeitura do Rio. O volante Toró e atletas do passado, como Adílio, Julio Cesar (Uri Geller) e Gilmar Popoca estiveram no HemoRio, localizado no Centro da cidade. As informações são do site oficial do clube.
Toró, que se recupera de uma fratura no pé direito, convocou a nação rubro-negra a sempre doar sangue.
- Essa nossa torcida maravilhosa, que sempre dá o sangue pelo clube, tem que comparecer também e dar o sangue mesmo para as pessoas que precisam.
Para Julio Cesar, ponta-esquerda do time que conquistou o Campeonato Brasileiro de 1980, é um prazer participar de campanhas como essa.
- Essa equipe doou sangue pelo Flamengo. Agora estamos aqui dando continuidade. Essa mistura sangue, Flamengo e vida parecem um sinônimo - filosofou.
Adílio, outro craque da famosa geração que brilhou nos anos 80, concorda. Ele lembrou da importância de as pessoas ajudarem ao próximo.
- Nós sabemos que temos que ter essa consciência de sempre doar sangue. A vida mostra a você a cada dia que precisamos ter o compromisso de apoiar o próximo. Doar sangue é muito importante para todos nós.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL1276444-9865,00.html
GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
O Flamengo encerrou nesta sexta-feira a campanha nacional "Sangue Rubro-Negro", lançada no dia 15 de agosto e que tinha como objetivo atrair torcedores aos bancos de coleta de sangue em todo o país. A iniciativa teve o apoio do Ministério da Saúde e Prefeitura do Rio. O volante Toró e atletas do passado, como Adílio, Julio Cesar (Uri Geller) e Gilmar Popoca estiveram no HemoRio, localizado no Centro da cidade. As informações são do site oficial do clube.
Toró, que se recupera de uma fratura no pé direito, convocou a nação rubro-negra a sempre doar sangue.
- Essa nossa torcida maravilhosa, que sempre dá o sangue pelo clube, tem que comparecer também e dar o sangue mesmo para as pessoas que precisam.
Para Julio Cesar, ponta-esquerda do time que conquistou o Campeonato Brasileiro de 1980, é um prazer participar de campanhas como essa.
- Essa equipe doou sangue pelo Flamengo. Agora estamos aqui dando continuidade. Essa mistura sangue, Flamengo e vida parecem um sinônimo - filosofou.
Adílio, outro craque da famosa geração que brilhou nos anos 80, concorda. Ele lembrou da importância de as pessoas ajudarem ao próximo.
- Nós sabemos que temos que ter essa consciência de sempre doar sangue. A vida mostra a você a cada dia que precisamos ter o compromisso de apoiar o próximo. Doar sangue é muito importante para todos nós.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL1276444-9865,00.html
Garcia - o melhor goleiro estrangeiro da história

Foto: Garcia
Foto: Flaestatistica.
Sinforiano Garcia foi o segundo goleiro estrangeiro da história do clube do Flamengo, o primeiro havia sido José Tunel Caballero o Talladas que chegou no clube em 1937, mas só disputou 18 partidas pelo Flamengo. Já Garcia marcou época no gol rubro-negro na década de 50 tendo disputado mais de 270 partidas e sendo um dos destaques do time na conquista do Tri Carioca de 1953 a 1955. Garcia chegou no clube em 1949 e mesmo antes já havia alcançado a vaga de goleiro da Seleção Paraguaia, após quase 10 anos de Flamengo deixou de jogar pelo clube em 1958.
Dados
Nome Completo: Sinforiano Garcia
Posição: Goleiro
Dia do Nascimento: 22 de Agosto de 1924
Nascimento: Puerto Pinasco (Paraguai)
1° jogo: 29/05/1949 (Flamengo 3 x 1 Arsenal)
Títulos
Flamengo
* 1949
o Troféu Embaixada Brasileira na Guatemala
o Troféu El Comite Nacional Olímpico da Guatemala
* 1951
o Torneio Início do Rio de Janeiro
o Elfsborg Cup (Suécia)
* 1952
o Torneio Quadrangular do Peru
o Troféu Cidade de Arequipa (Peru)
* 1953
o Campeonato Carioca
o Torneio Quadrangular da Argentina
o Torneio Quadrangular de Curitiba
* 1954
o Campeonato Carioca
o Torneio Internacional do Rio de Janeiro
* 1955
o Campeonato Carioca
Estatísticas
Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Garcia
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