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terça-feira, 19 de julho de 2016

Diego escreve mensagem para os torcedores do Fla: "Vim por vocês"

Em longo texto, meia agradece carinho e confiança dos rubro-negros: "Eu vou ser feliz. E vou me dedicar ao máximo para fazer cada um de vocês também muito feliz"


Diego Flamengo Twitter (Foto: Reprodução/Twitter)Pouco depois do anúncio de sua contratação, Diego mudou as imagens de seus perfis nas redes sociais (Foto: Reprodução/Twitter)

Anunciado como reforço do Flamengo nesta terça-feira, o meia Diego escreveu um texto endereçado aos torcedores do clube. Na mensagem, o jogador, de 31 anos, faz um breve resumo da carreira e faz um agradecimento aos rubro-negros, que manifestaram carinho por ele desde as primeiras notícias sobre um possível acerto. Diego será apresentado na tarde desta quarta, na Gávea, às 17h, no Salão Nobre. 
- Assim como todo jogador se preocupa com os números, ele também sonha em jogar vestindo este Manto Sagrado. Em ter seu nome cantado pela Nação Rubro-Negra. Em ser feliz e fazer feliz. E foi por isso que eu vim. Por minha causa, sim, mas também por vocês - diz um trecho do texto. 

Abaixo, a íntegra da mensagem:
  
Letras, não números
Por Diego Ribas da Cunha
O que é a carreira de um jogador de futebol sem a análise de números? Gols, assistências, partidas, minutos jogados, distância percorrida em campo, títulos, idade e até a conta bancária.
Nestes meus 31 anos de vida, quase todos dedicados ao futebol, tenho muitos números dos quais me orgulho. Saí do Santos com apenas 19 anos para ir para a Europa. Lá, fiquei 12 anos. Joguei em 6 clubes gigantes, de 5 países, e conquistei 10 títulos. Só na Europa, fiz 403 jogos, 101 gols e 111 assistências. No Fenerbahçe, meu último clube, 75 jogos, 8 gols e 13 assistências.
Fui convocado para a Seleção Brasileira e ganhei 1 medalha olímpica e 2 vezes a Copa América.

Mas isso não é tudo. Mais do que os números, são as letras que importam.
E foi por isso que eu escolhi jogar no Flamengo.
Não sei ainda o número que estará na parte de trás da minha camisa, mas sei bem as letras que estarão no escudo que fica ali no lado esquerdo do peito: CRF.
Assim como todo jogador se preocupa com os números, ele também sonha em jogar vestindo este Manto Sagrado. Em ter seu nome cantado pela Nação Rubro-Negra. Em ser feliz e fazer feliz. E foi por isso que eu vim. Por minha causa, sim, mas também por vocês.
Agradeço pelo carinho e pela confiança. À galera bem humorada da FlaTwitter, aos sócios-torcedores, que são fundamentais para o clube, e a cada um dos milhões de rubro-negros no Brasil e no mundo.
E esse sentimento é contagiante e impactante, jamais esquecerei o sorriso do meu filho Davi de 5 anos quando disse pra ele que agora somos Flamengo.
A grandeza do Flamengo dispensa apresentações, mas mesmo assim me surpreendeu. Nas redes sociais, nas ruas, nas mensagens dos meus amigos, todos que falaram comigo fizeram o mesmo pedido: “vem ser feliz no Mengão”.
Eu vim. Eu vou ser. E vou me dedicar ao máximo para fazer cada um de vocês também muito feliz.
Não são os números, são as letras.
SRN! TMJ!

terça-feira, 12 de julho de 2016

Dono da área! Vizeu mostra seu valor e apresenta bons números no Fla

Autor dos dois gols contra o Galo, jovem atacante tem média melhor que a de Guerrero.
Garoto de 19 anos mostrou personalidade e não se abateu com chegada de Damião.

Cria da base do Flamengo, o atacante Felipe Vizeu vem provando a antiga máxima de que craque o Fla faz em casa. Longe de ganhar os altos salários de Guerrero e Leandro Damião, que está acertando com o Rubro-Negro, o jovem centroavante, de apenas 19 anos, tem bons números e é o artilheiro do Fla no Campeonato Brasileiro deste ano.

No Brasileirão, Vizeu tem média de gols muito superior ao jogador peruano, que custa por mês R$ 900 mil ao Fla. O jovem atacante marcou quatro vezes em nove jogos na competição, média de 0,44 gols por jogo. Já Guerrero disputou cinco partidas e fez apenas um gol, tendo 0,2 de média. No geral, o garoto também leva vantagem. Ao todo, ele disputou 19 partidas pelos profissionais e balançou as redes sete vezes (0,37 de média), enquanto o peruano atuou em 44 jogos e guardou 14 gols (0,32 de média).
Com a ausência de Guerrero durante a Copa América Centenário, Vizeu teve mais chances entre os titulares e mostrou até certa irregularidade, coisa que é normal pela idade. Porém, o atacante já mostrou que tem estrela. Além dos dois gols da vitória contra o Atlético-MG, o garoto também decidiu no triunfo por 1 a 0 contra o Vitória, pela quinta rodada do Brasileiro.

Além do faro de gol demonstrado, Vizeu também mostrou que tem personalidade e sabe lidar com a pressão. Mesmo com o anúncio da iminente chegada de Damião, o jogador não sentiu e mostrou seu valor contra o Galo.

– Para mim, é uma felicidade imensa. É o meu primeiro Brasileiro como profissional. Tenho que continuar focado e aproveitar a oportunidade da melhor maneira possível – comemora Vizeu.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Vizeu pede passagem!

Artilheiro do Flamengo no campeonato brasileiro com 4 gols marcados, Felipe Vizeu confirma as suas credenciais mostradas na Copa São-Paulo de Futebol Júnior (Copinha), quando contribuiu decisivamente para a conquista do tricampeonato (1990, 2011 e 2016). A comparação com o consagrado atacante peruano Paolo Guerrero é injusta e desnecessária. 
Injusta porque os estilos de jogo são diferentes. Vizeu é um finalizador, por excelência, tanto com os pés, como com a cabeça. Tem dificuldades para segurar a bola e de fazer tabelas. Guerrero é justamente o contrário. As suas finalizações não são precisas. Não é goleador. Compensa as limitações nos arremates a gol e as cabeçadas com uma excelente visão de jogo. É um atacante que sabe segurar e prender a bola. Como não é veloz necessita de jogadores inteligentes que possam auxilia-lo, dividindo as tarefas: marcar os gols e dar assistência para ele finalizar. Se fosse brasileiro definiríamos Guerrero como um segundo atacante justamente por ele não ter a essência do artilheiro. 
E desnecessária porque Vizeu acaba de chegar ao elenco profissional. Diferente de outros atletas da base, como no caso de Juan, que estreou no time profissional, aos 17 anos (em 1996), Vizeu fez suas primeiras partidas somente agora, depois da vitoriosa campanha do time de juniores. Por essa e outras razões, o treinador do Flamengo não pode ser outro. Tem que ser Zé Ricardo. Ainda bem que os resultados estão aparecendo. Senão poderíamos entrar em mais uma roubada, literalmente. Tomo como exemplo, a desvalorização da base campeã de 2011. Todos sem exceção não vingaram, injustamente. Dispensaram jogadores promissores que mesmo sem render o esperado eram do mesmo nível dos que estavam no elenco profissional. Qual a diferença de Frauches para o zagueiro Marcelo que está na Chapecoense?  Adryan para Darío Bottinelli? Rafinha e Negueba para Gabriel?  A base tem que ser melhor aproveitada. E, via de regra, no Flamengo ela só é bem explorada quando existe no comando técnico, profissionais formados na Gávea.
Espero que Felipe Vizeu mantenha-se com a humildade que vem apresentando, pois tem tudo para trilhar um futuro brilhante pela frente. 

Avante Mengão!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

TÍTULO INVICTO

Flamengo: título estadual invicto de 1996 completa 20 anos. Romário foi o artilheiro








O título estadual do Flamengo de 1996 completa 20 anos nesta quinta-feira. E alguns motivos fizeram com que aquela conquista fosse muito especial para a torcida rubro-negra. O time não foi derrotado nenhuma vez durante toda campanha , ganhou os dois turnos em clássicos diante do Vasco e Romário foi artilheiro isolado da competição.
O início da equipe no Campeonato Carioca foi avassalador: sete vitórias. Depois disso finalmente veio o único empate no primeiro turno – 2 a 2 com o Fluminense. Com mais três triunfos o Rubro-Negro conquistou a Taça Guanabara. A última partida, que garantiu o título, foi 2 a 0 contra o Vasco. Romário e Sávio fizeram os gols no Maraca (ambos no segundo tempo).
No último jogo da Taça Rio (30/6), um empate dava ao Flamengo o título estadual. O Vasco precisava vencer para forçar uma partida extra, que decidiria o campeão do returno. Mas o clássico terminou 0 a 0 no Maracanã. O Fla entrou em campo com: Roger; Zé Maria, Jorge Luiz, Ronaldão e Gilberto; Marcio Costa, Mancuso e Nélio; Marques, Romário e Sávio.
O Rubro-Negro era comandado por Joel Santana. Romário balançou redes 26 vezes e, com folga, foi o artilheiro daquele Campeonato Carioca. Bentinho, do Botafogo, ficou na segunda colocação (15 gols). Companheiro de ataque do Baixinho no Fla, Sávio marcou oito gols.
A campanha do Flamengo no Estadual de 1996:
Taça Guanabara:
Flamengo 2×1 Volta Redonda
Flamengo 2×1 Bangu
Flamengo 3×0 Barreira
Flamengo 6×2 Olaria
Flamengo 2×0 Botafogo
Flamengo 2×1 Itaperuna
Flamengo 3×0 Madureira
Flamengo 2×2 Fluminense
Flamengo 2×0 Americano
Flamengo 4×1 América
Flamengo 2×0 Vasco
Taça Rio:
Flamengo 1×0 Volta Redonda
Flamengo 3×0 Itaperuna
Flamengo 2×2 Bangu
Flamengo 4×0 Barreira
Flamengo 4×1 Olaria
Flamengo 2×2 Botafogo
Flamengo 5×1 Madureira
Flamengo 1×0 Fluminense
Flamengo 1×0 Americano
Flamengo 4×1 América
Flamengo 0x0 Vasco

Fonte: http://blogs.lance.com.br/guilherme-de-paula/flamengo-titulo-estadual-invicto-de-1996-completa-20-anos-romario-foi-o-artilheiro/

OBS: Fato raro na história do clube. Dois jogadores titulares e irmãos: Gilberto e Nélio. Lembro da boa equipe formada. Pena, que ela foi logo desfeita.

sábado, 11 de junho de 2016

Marcelinho - o maior campeão do NBB

Veja os números impressionantes do jogador mais vitorioso do basquete rubro-negro


Marcelinho é o maior campeão do NBB














Marcelinho é o maior campeão do NBB

O maior ídolo da história do basquete do Flamengo também é o maior campeão da história do NBB CAIXA. Marcelinho Machado, no alto de seus 41 anos e mais de oito mil pontos convertidos com o Manto Sagrado, levantou neste sábado (11) seu quinto troféu - todas as cinco taças do clube na competição foram entregues nas mãos do capitão. Para ele, uma marcou de forma mais especial.

"O primeiro título do NBB, em 2008, aqui na nossa casa, na Arena lotada. Foi uma emoção realmente especial, um jogo inesquecível. Disputar final é igual andar de montanha russa. Na primeira vez, o friozinho pode ser até maior. Mas você pode ir na vigésima vez que sempre terá essa sensação diferente", contou.

Marcelinho começou a jogar basquete no Flamengo, ainda criança, mas só jogou profissionalmente com o Manto Sagrado a partir de 2007. Depois de quase uma década defendendo o Orgulho da Nação profissionalmente, o camisa 4 olha para trás e vê uma trajetória brilhante, melhor do que muito time por aí. Foram nove Cariocas, seis Brasileiros (um da CBB e outros cinco NBBs), uma Sul-americana, uma Liga das Américas e um Mundial.

"Vir para o Flamengo foi a realização de um sonho. Sempre tive essa vontade. Bati na trave algumas vezes antes de vir. Mas se eu pudesse escolher, não teria escolhido momento melhor para a minha chegada. Tudo deu certo e desde 2007 o Flamengo vem em um período muito vencedor do basquete e fico muito feliz de ter contribuído com isso", afirmou o camisa 4.

Marcelinho ainda elegeu os maiores atletas com quem já jogou - e o que melhor soube marcá-lo.

"Quem melhor me marcou foi o Alex (adversário na final, pelo Bauru). Quem melhor jogou ao meu lado foram Marquinhos, Nico (Laprovittola) e David Jackson", concluiu o capitão.

O craque em números (NBB1-NBB8):
254 jogos
5046 pontos
849 cestas de três
1049 lances livres convertidos
1059 rebotes
768 assistências
Média de 20 pontos por jogo
Média de 30 minutos em quadra por partida

Inspiração contra São José
Contra este adversário, Marcelinho alcançou a maioria de seus recordes pessoais. Marcou 63 pontos em uma só partida, em 7 de março de 2010 - e neste jogo foram 16 bolas de três pontos, também o máximo alcançado pelo ala nas oito edições do NBB. Em abril do mesmo ano, o jogador pegou 16 rebotes no duelo contra São José. Já em dezembro de 2011, foram 13 assistências em mais uma partida contra o time do interior de São Paulo.

O ídolo brilhou! Marcelinho dá show, Fla atropela Bauru e conquista o NBB

Rubro-Negro não deu chances para os paulistas e levou o troféu do Novo Basquete Brasil pela quinta vez - sendo o quarto de forma consecutiva
Flamengo x Bauru (Foto: Celso Pupo/LANCE!Press)
Fla atropelou o Bauru no quinto e derradeiro jogo da final (Foto: Reprodução / Twitter)

Quem para o Flamengo no NBB? Pela quarta vez consecutiva, o Rubro-Negro conquistou a competição de forma arrasadora, neste sábado, e o Bauru, assim como no ano passado, foi a vítima na decisão. Desta vez, o título veio após uma vitória no último jogo da série, por 100 a 66, no palco olímpico Arena Carioca 2.

E a conquista fez com o maior ídolo da equipe de José Neto se tornasse o herói. Vindo do banco, Marcelinho teve uma atuação inesquecível e foi o cestinha da partida, com 26 pontos, ajudando o Fla a vencer o NBB pela quinta vez em oito edições. Detalhe: Marcelinho levantou o troféu em todas estas oportunidades.
Flamengo x Bauru

Para um público aproximado de seis mil pessoas, as duas equipes entraram pilhadas e com defesas bem físicas. Impulsionados pela torcida, os mandantes abriram cinco pontos rapidamente. Logo depois, os bauruenses reagiram e encostaram. Uma linda cravada de Alex, depois de uma arrancada ao seu estilo, foi a principal jogada dos primeiros dez minutos. Sempre vibrante, o rubro-negro Olivinha mostrou que estava com a mão quente e foi o principal pontuador no primeiro quarto.

Se não esteve tão eficiente antes, Marcelinho começou a brilhar. Ele dominou as ações no segundo período e controlou bem o ritmo ofensivo, além de pontuar. O Fla do camisa 4 contou com boa rotação e qualidade de seu elenco para fazer uma boa vantagem, que começou a ser diminuída após uma linda bola de três de Jefferson e investidas de Alex. Após os titulares do Fla voltarem à quadra, principalmente devido a Olivinha, a equipe carioca conseguiu ainda levar uma vantagem de sete pontos para o intervalo.

Para colaborar com os cardíacos, o clube carioca voltou do vestiário disposto a tranquilizar sua torcida. E não só teve êxito, como viu a arquibancada entoar gritos de "É tetra!" ainda no início do terceiro período. Com um ataque letal, o Fla aproveitou a desconcentração do Bauru para, praticamente, liquidar a partida. Marcelinho deu show novamente, Rafael Luz começou a pontuar - e vibrar muito - e o Flamengo foi para os últimos dez minutos vencendo por 71 a 49. 
No último período, o confronto, que prometia ser muito equilibrado, se transformou numa administração da grande vantagem dos cariocas. O Flamengo continuou efetivo, bem na defesa e com seu banco pontuando. Conclusão, torcida rubro-negra feliz, comemorando mais um título e cantando "Vice de novo", para os bauruenses, e "Bacalhau, tua hora vai chegar" para os vascaínos, que verão sua equipe disputar o NBB na próxima edição. 

41 jogos, sete meses e 3480 pontos depois, o Flamengo é pentacampeão do NBB CAIXA

Conquista coroa o melhor time e a melhor campanha do basquete brasileiro

Foto: Gilvan de Souza














Foto: Gilvan de Souza

Esqueça os números, eles já viraram história. Pode deixar para lá também o nervosismo, as unhas roídas, os chutes no sofá ou o sufoco no ginásio, eles se transformaram em lembranças. O momento é de comemorar, pois o Flamengo é pentacampeão do NBB, o quarto título consecutivo. A temporada que começou em 02 de novembro de 2015, justamente contra o Bauru, fora de casa, termina com a coroação da melhor equipe do basquete brasileiro na Arena Carioca 2, palco olímpico.

Foram 41 jogos com 40 milhões de "Olivinhas", "Jeromes" e a multiplicação de todos os craques do Orgulho da Nação. A cada boa jogada de Marquinhos, Robinson, Rafa Luz, Rafa Mineiro, Ramon, Gegê, Mingau, Danielzinho, JP Batista ou Marcelinho, a Nação esteve presente. A cada grito ou comando de José Neto explodiu a raça e comprometimento tão marcantes no rubro e no negro do Manto Sagrado.
A decisão não foi diferente. Bolas choradas, enterradas, tocos, chutes das linhas dos três pontos. Quando a bola subiu, o coração acelerou e cada ponto foi marcado em conjunto. Não houve instante que a esperança sumiu. A tática, técnica e determinação do Orgulho da Nação guiaram o caminho para a taça que, feliz, morará na Gávea.
Mas, para não esquecer do jogo, ele foi extremamente disputado nos dois primeiros quartos. Ponto a ponto, falta a falta, lance a lance, Flamengo e Bauru buscavam a vantagem no placar. Mesmo sem hesitar em momento algum, é verdade que o Orgulho da Nação foi ameaçado na primeira parte da partida. Do terceiro quarto em diante, o campeão prevaleceu, deslanchou no placar e administrou a vantagem até o final.
O Mengão é campeão da América, do Mundo e, mais uma vez, é o primeiro pentacampeão brasileiro. Histórias que se repetem, porque isso aqui é Flamengo.