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sábado, 11 de junho de 2016

O ídolo brilhou! Marcelinho dá show, Fla atropela Bauru e conquista o NBB

Rubro-Negro não deu chances para os paulistas e levou o troféu do Novo Basquete Brasil pela quinta vez - sendo o quarto de forma consecutiva
Flamengo x Bauru (Foto: Celso Pupo/LANCE!Press)
Fla atropelou o Bauru no quinto e derradeiro jogo da final (Foto: Reprodução / Twitter)

Quem para o Flamengo no NBB? Pela quarta vez consecutiva, o Rubro-Negro conquistou a competição de forma arrasadora, neste sábado, e o Bauru, assim como no ano passado, foi a vítima na decisão. Desta vez, o título veio após uma vitória no último jogo da série, por 100 a 66, no palco olímpico Arena Carioca 2.

E a conquista fez com o maior ídolo da equipe de José Neto se tornasse o herói. Vindo do banco, Marcelinho teve uma atuação inesquecível e foi o cestinha da partida, com 26 pontos, ajudando o Fla a vencer o NBB pela quinta vez em oito edições. Detalhe: Marcelinho levantou o troféu em todas estas oportunidades.
Flamengo x Bauru

Para um público aproximado de seis mil pessoas, as duas equipes entraram pilhadas e com defesas bem físicas. Impulsionados pela torcida, os mandantes abriram cinco pontos rapidamente. Logo depois, os bauruenses reagiram e encostaram. Uma linda cravada de Alex, depois de uma arrancada ao seu estilo, foi a principal jogada dos primeiros dez minutos. Sempre vibrante, o rubro-negro Olivinha mostrou que estava com a mão quente e foi o principal pontuador no primeiro quarto.

Se não esteve tão eficiente antes, Marcelinho começou a brilhar. Ele dominou as ações no segundo período e controlou bem o ritmo ofensivo, além de pontuar. O Fla do camisa 4 contou com boa rotação e qualidade de seu elenco para fazer uma boa vantagem, que começou a ser diminuída após uma linda bola de três de Jefferson e investidas de Alex. Após os titulares do Fla voltarem à quadra, principalmente devido a Olivinha, a equipe carioca conseguiu ainda levar uma vantagem de sete pontos para o intervalo.

Para colaborar com os cardíacos, o clube carioca voltou do vestiário disposto a tranquilizar sua torcida. E não só teve êxito, como viu a arquibancada entoar gritos de "É tetra!" ainda no início do terceiro período. Com um ataque letal, o Fla aproveitou a desconcentração do Bauru para, praticamente, liquidar a partida. Marcelinho deu show novamente, Rafael Luz começou a pontuar - e vibrar muito - e o Flamengo foi para os últimos dez minutos vencendo por 71 a 49. 
No último período, o confronto, que prometia ser muito equilibrado, se transformou numa administração da grande vantagem dos cariocas. O Flamengo continuou efetivo, bem na defesa e com seu banco pontuando. Conclusão, torcida rubro-negra feliz, comemorando mais um título e cantando "Vice de novo", para os bauruenses, e "Bacalhau, tua hora vai chegar" para os vascaínos, que verão sua equipe disputar o NBB na próxima edição. 

41 jogos, sete meses e 3480 pontos depois, o Flamengo é pentacampeão do NBB CAIXA

Conquista coroa o melhor time e a melhor campanha do basquete brasileiro

Foto: Gilvan de Souza














Foto: Gilvan de Souza

Esqueça os números, eles já viraram história. Pode deixar para lá também o nervosismo, as unhas roídas, os chutes no sofá ou o sufoco no ginásio, eles se transformaram em lembranças. O momento é de comemorar, pois o Flamengo é pentacampeão do NBB, o quarto título consecutivo. A temporada que começou em 02 de novembro de 2015, justamente contra o Bauru, fora de casa, termina com a coroação da melhor equipe do basquete brasileiro na Arena Carioca 2, palco olímpico.

Foram 41 jogos com 40 milhões de "Olivinhas", "Jeromes" e a multiplicação de todos os craques do Orgulho da Nação. A cada boa jogada de Marquinhos, Robinson, Rafa Luz, Rafa Mineiro, Ramon, Gegê, Mingau, Danielzinho, JP Batista ou Marcelinho, a Nação esteve presente. A cada grito ou comando de José Neto explodiu a raça e comprometimento tão marcantes no rubro e no negro do Manto Sagrado.
A decisão não foi diferente. Bolas choradas, enterradas, tocos, chutes das linhas dos três pontos. Quando a bola subiu, o coração acelerou e cada ponto foi marcado em conjunto. Não houve instante que a esperança sumiu. A tática, técnica e determinação do Orgulho da Nação guiaram o caminho para a taça que, feliz, morará na Gávea.
Mas, para não esquecer do jogo, ele foi extremamente disputado nos dois primeiros quartos. Ponto a ponto, falta a falta, lance a lance, Flamengo e Bauru buscavam a vantagem no placar. Mesmo sem hesitar em momento algum, é verdade que o Orgulho da Nação foi ameaçado na primeira parte da partida. Do terceiro quarto em diante, o campeão prevaleceu, deslanchou no placar e administrou a vantagem até o final.
O Mengão é campeão da América, do Mundo e, mais uma vez, é o primeiro pentacampeão brasileiro. Histórias que se repetem, porque isso aqui é Flamengo.

É PENTA!





A festa do time do povo. Um elenco do Flamengo que entrou em quadra mostrando que estaria focado no jogo por inteiro, tendo alma de herói e coração de guerreiro. O título rubro-negro contra o Bauru por 100 a 66, foi a vitória do elenco, do jogo coletivo, vitória da raça, mãos que fizeram o trabalho e o Orgulho da Nação deixa sua torcida,mais uma vez, feliz.




Primeiro período.

O primeiro quarto que começou com a boa eficiência do ala pivô Olivinha e Meyinsse. O time do Bauru não conseguiu reagiu dentro do quarto com os arremessos de Paulinho Boracini e Alex Garcia. Com o bom volume de rebotes de Marquinhos no final do período e contando com o arremesso de três de Ronald Ramon, o time rubro-negro terminou a parcial em vantagem: 21 a 17.

Destaque do primeiro quarto: Olivinha com 10 pontos.

Segundo período.

Um período marcado pelo duelo dos jogadores mais experientes das duas equipes – Marcelinho, do Flamengo, e Alex Garcia, do Bauru. O Flamengo conseguiu manter seu bom sistema defensivo dentro do jogo, mesmo com a equipe bauruense esboçando a reação, o ala pivô Olivinha foi fundamental para ampliar a vantagem rubro-negro no final do primeiro tempo: 39 a 32.

Destaque do segundo quarto: Marcelinho com 8 pontos.

Terceiro período.

Ataque jogando de forma consciente e um ótimo trabalho defensivo. A equipe do Flamengo sobrou durante o terceiro quarto contando com a eficiência do armador Rafa Luz, protagonista de várias jogadas que proporcionaram uma grande festa da torcida rubro-negra na Arena Carioca 2. O time do Bauru não conseguia anular a intensidade de jogo oferecida pelo Flamengo. Marcelinho Machado teve ótimo aproveitamento nos arremessos de três e se consolidava como destaque da partida junto com Olivinha. O rubro-negro foi para o quarto decisivo com a maior vantagem parcial na série final contra o Bauru: 71 a 49.

Destaques do Flamengo no terceiro quarto: Marcelinho com 11 pontos.

Quarto periodo.

O bom trabalho de JP Batista e o Flamengo administrando o placar. O time do Bauru não mostrou a regularidade dos últimos quartos dos outros jogos da série final e JP Batista ajudou o Flamengo nos minutos iniciais do quarto a ampliar ainda mais a vantagem e se aproximar do pentacampeonato do NBB. Faltando cinco minutos para acabar o jogo, o time bauruense perdia o jogo por 88 a 61.  Com os pontos de Marcelinho e Olivinha, o Flamengo confirmou a vitória incontestável e a conquista do quinto campeonato na história do Novo Basquete Brasil.

Destaque do Flamengo no quarto período: JP Batista com 12 pontos.

O basquete do Flamengo com o título conquista o hendecampeonato brasileiro de basquete masculino: 1934, 1935, 1949, 1951, 1953, 2008,  NBB 1, NBB 5, NBB 6, NBB 7 e NBB 8.

Destaques do jogo

 Marcelinho Machado foi o cestinha do jogo e do Flamengo com 26 pontos. Outros destaques do Flamengo foram Olivinha com 22 pontos e JP Batista com 20 pontos.

- Paulinho Boracini foi o cestinha do Bauru com 14 pontos. Alex Garcia e Jefferson William assinalaram 11 pontos cada um.





sábado, 21 de maio de 2016

Flamengo/Marinha vence o Rio Preto e conquista o Brasileirão Feminino

Equipe rubro-negra quebra hegemonia paulista e levanta troféu inédito


É campeão! A equipe de futebol feminino do Flamengo/Marinha conquistou na noite desta sexta-feira (20), o inédito título de campeão brasileiro. Após vencer o Rio Preto por 2x1, as Meninas da Gávea levantaram a taça do Brasileirão Feminino Caixa e quebraram uma hegemonia de títulos paulistas.

As rubro-negras haviam perdido o primeiro jogo por 1 a 0, na última terça no Los Larios e precisavam vencer para levar o título. Assim, desde o início do jogo, as Meninas da Gávea pressionaram a adversária em busca de gols.

Logo aos 5 minutos de partida, Larissa fez o primeiro do Mengão em cobrança de pênalti. A vantagem durou pouco e o Rio Preto, também em penalidade, empatou. Antes do final da primeira etapa, o Flamengo/Marinha mais uma vez passou à frente com gol de Gaby. A vantagem deu tranquilidade para a equipe que soube administrar o placar na etapa final.


Confira a campanha do Flamengo:
14 JOGOS
9 vitórias
2 empates
3 derrotas
23 gols marcados
11 gols sofridos
Artilheira: Larissa (8 gols)


sábado, 19 de março de 2016

Recordar é viver” – Dequinha





José Mendonça dos Santos, o polivalente Dequinha. Excelente volante, se tornou um dos ídolos do Flamengo nos anos 50, conquistou o segundo tricampeonato carioca do clube (1953/54/55). Pela Seleção, jogou a Copa de 1954.
Nasceu no dia 19 de março de 1928 em Mossoró, no Rio Grande do Norte e faleceu no dia 23 de março de 1997, na cidade de Aracaju, no Sergipe.
Dequinha tinha um estilo clássico, de marcação forte, de passes precisos , era veloz e aguerrido.
Revelado pelo Atlético de Mossoró em 1945, passou depois por Potiguar e ABC antes de chegar ao América do Recife.
Na época o  presidente do América do Recife, Rubens Moreira,  flamenguista fanático,  indicou o jogador para o seu time de coração, gerando desespero na torcida pernambucana.
Em 1950, Dequinha chegou à Gávea para se tornar um dos maiores ídolos da história  rubro-negra. Desfilando com o manto sagrado por 10 anos com sua enorme capacidade física, suas grandes arrancadas e seus precisos lançamentos para Evaristo de Macedo e Joel. Dequinha encerrou sua grande passagem pelo Flamengo em 1960, elegendo Carlinhos Violino como seu sucessor. Ainda teve uma rápida passagem pelo Botafogo e encerrou a carreira pelo Campo Grande.
Dequinha atuou por 384 vezes com a camisa do Flamengo, marcando 8 gols.
O atleta foi homenageado pelo Flamengo dando o seu nome a escolinha do clube em Natal, Rio Grande do Norte.
Dequinha, de Mossoró para a Gávea. Dequinha um Imortal Rubro-negro.
Rodrigo Ferreira. Somos Loucos e Fanáticos.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Geração de 90 - Os campeões


Goleiro

Adriano - goleiro titular do Flamengo na competição, ficou no clube até 1995, sempre como reserva. Na sequência da carreira, colecionou times de menor expressão e defendeu o Friburguense por muito tempo.

Defesa

Mário Carlos - Lateral-direito do time campeão, Mário fez nove jogos pelo time profissional em 1990, mas não se firmou. Vestiu as camisas de Fluminense-BA, Paysandu e CFZ, mas não vingou no futebol.

Tita - Mineiro de Belo Horizonte, Antônio Marcos dos Santos, o Tita, começou a carreira no Atlético, mas chegou ao Fla com 13 anos. Só fez um jogo profissionalmente e depois defendeu clubes como Madureira e Fluminense-BA.

Júnior Baiano - Autor do gol do título, precisou sair do Flamengo após ganhar Copa do Brasil, Carioca e Brasileiro. Fez sucesso por São Paulo, Palmeiras e Vasco. Voltou ao Fla duas vezes e recebeu carinho da torcida rubro-negra, mesmo após defender o rival.

Piá - Contestado pela torcida, o lateral-esquerdo ficou marcado por grandes atuações nas finais do Carioca de 1991, contra o Fluminense, e na conquista do título brasileiro, contra o Botafogo, em 1992. Depois que deixou o Flamengo, em 94, não conseguiu se firmar em clube nenhum, embora tenha defendido o Santos.

Meio-campo

Fabinho - Raçudo e, às vezes, violento, o volante, que também fazia a lateral direita, foi um dos mais longevos daquele grupo no Flamengo. Saiu somente em 1995 e conquistou o mesmo que Júnior Baiano e Piá. Foi ídolo no Cruzeiro, clube pelo qual ganhou a Libertadores, e ainda defendeu o Flu.

Marquinhos - Disputou apenas os dois primeiros jogos, pois logo foi convocado para a Seleção da categoria. Também ficou no Fla em 95 e obteve destaque em jogos contra o São Paulo na decisão da Supercopa de 1993. Foi envolvido em troca com o Palmeiras e, após deixar o Verdão, não se firmou nacionalmente.

Djalminha, Flamengo (Foto: Reprodução/Albúm de Figurinhas)Djalminha foi campeão da Copinha pelo Fla em 1990 (Foto: Reprodução/Albúm de Figurinhas)
Marcelinho Carioca - Também chamado para a Seleção, jogou somente quatro vezes. Conquistou o mesmo que os últimos citados, mas o ápice se deu no Corinthians, onde venceu tudo o que disputou, exceto a Libertadores. É um dos maiores ídolos do Alvinegro Paulista.

Djalminha - Craque daquela competição, com direito a cinco gols em goleada por 7 a 1 contra o Corinthians, o meia tinha tudo para construir carreira sólida no Flamengo, mas briga com Renato Gaúcho em um Fla-Flu de 1993 o fez deixar o clube. Também levou Copa do Brasil, Carioca e Brasileiro.

Luiz Antônio - Meia de técnica apurada, não conseguiu destaque no time profissional. Permaneceu na Gávea até 1994, quando foi para o Fluminense. Depois do Flu, só defendeu clubes de menor expressão.

Fábio Augusto - reserva, o volante nunca se firmou no time profissional do Flamengo. Passou por grandes como Botafogo, Corinthians e Atlético-MG, mas também não obteve destaque. Em 2002 passou novamente sem brilho pelo Rubro-Negro.

Paulo Nunes no Flamenfo (Foto: Reprodução)Paulo Nunes com a camisa do Flamengo: ficou no clube até 1994 (Foto: Reprodução)

Ataque

Paulo Nunes - Atacante integrante dos Gaúchos Boys, molecada que o centroavante adotou, ganhou espaço nas conquistas do Carioca de 91 e do Brasileiro de 92. Caiu de produção no ano seguinte e em 1994 foi para o Grêmio como contrapeso de Magno.


Nélio - Xodó da torcida, Nélio Marreco, como era conhecido, ficou na Gávea até 1995, quando foi emprestado ao Guarani, mas voltou no mesmo ano. Fez gol na final do Brasileiro de 92, mas uma contusão grave no joelho provocada por entrada de Odemílson, do Botafogo, tirou um pouco do brilho do jogador.




segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

GAROTADA DE OURO

Flamengo é tricampeão da Copa São Paulo de Futebol Jr

Depois de sair atrás no placar, Rubro-Negro leva decisão para os pênaltis e levanta o troféu no Pacaembu


Sub-20 é tricampeão da Copa SP













Sub-20 é tricampeão da Copa SP 



 
Nesta segunda-feira (25.01), no aniversário de 462 anos da cidade de São Paulo, foi decidida a final da 47ª edição da Copa São Paulo de Futebol Junior, no Pacaembu, mas quem ganhou o maior presente foi o time sub-20 do Flamengo. Depois de sair atrás no placar (2 a 0), o Rubro-Negro reagiu, empatou, levou a decisão para os pênaltis e levantou a taça da Copinha pela terceira vez em sua história. Invicta até a disputa final pelo troféu, a "Garotada do Ninho" ainda teve no elenco o jogador eleito destaque da competição, Felipe Vizeu.

No futebol de base, mais do que qualquer título, a maior vitória é formar novos talentos para o time principal e, deste elenco, que também conta com excelentes profissionais em sua comissão técnica, pode-se esperar boas novidades para os próximos anos.

O jogo
 
O  Flamengo tomou a iniciativa da partida, chegando com muitos jogadores ao ataque e marcando forte a saída de bola do Corinthians. Aos 13 minutos, Cafú deu passe primoroso para Paquetá mas, de cara para o gol, o camisa 11 não conseguiu o domínio. Apesar de, no primeiro tempo, o goleiro alvinegro ter trabalhado mais do que o rubro-negro, Thiago, o adversário foi quem abriu o placar, com gols aos 18 e 25 minutos da primeira etapa. Aos 31, o Flamengo teve grande chance de diminuir com Vizeu, que bateu cruzado muito perto da trave depois de receber de peito de Paquetá.

Na etapa complementar, o Flamengo teve um gol anulado por marcação de impedimento do bandeirinha. Mas a bola não demoraria a entrar novamente: aos três minutos, em jogada muito semelhante à anterior, Trindade aproveitou cobrança de escanteio e marcou de cabeça. Apenas quatro minutos depois, o Rubro-Negro chegou ao empate, com Matheus Savio. Depois de um escanteio para o Corinthians - resultado de uma excelente defesa de Thiago -, o Flamengo roubou a bola e saiu em velocidade; no meio de campo, Cafú descolou grande assistência para o camisa 10 deixar tudo igual: 2 a 2.

Depois do início avassalador do Flamengo, o ritmo da partida diminuiu e o calor em São Paulo aumentou. Nos últimos minutos, com o empate no placar e o clima quente, as equipes mantinham a cautela e não se arriscavam tanto no ataque, levando a decisão para os pênaltis.

Disputa nas penalidades
 
O técnico Zé Ricardo optou por Thiago Ennes, Ronaldo, Kleber, Lucas Paquetá e o goleiro Thiago para as primeiras cinco cobranças. O Corinthians iniciou a série e todos os jogadores marcaram, até o rubro-negro Kleber, que teve seu chute defendido por Filipe. Na sequência, Matheus Pereira tentou a cavadinha, mas errou e mandou por cima do gol. Na sequência, Lucas Paquetá marcou e empatou. No último pênalti da série corintiana, Thiago defendeu a cobrança de Gabriel Vasconcelos e logo depois, teve sua própria cobrança defendida.

Nas alternadas, Claudinho iniciou e Thiago novamente defendeu. A bola do jogo ficou nos pés de Patrick, que bateu rasteiro e marcou o gol do terceiro título do Flamengo.