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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

TRICAMPEÃO

Flamengo bate o Corinthians nos pênaltis e fatura terceira Copinha

Fla começa perdendo, busca o empate em sete minutos e bate o Timão nos pênaltis. Jogadores do Alvinegro foram displicentes nas cobranças. Tite viu tudo das tribunas...
Flamengo é tricampeão da Copinha
Fotos: Mauro Horita/AGIF e Ari Ferreira
 
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
 
O que aconteceria se quase um terço da população brasileira interrompesse seus afazeres por 90 minutos?

Motivo para tal seria raro, mas poderia ter acontecido nesta segunda-feira, no primeiro duelo na história entre os times mais populosos do Brasil em uma decisão de torneio de grande porte. Com 60 milhões de torcedores somados, Corinthians e Flamengo disputaram a final da Copa São Paulo de Futebol Júnior e mostraram que essa uma hora e meia não seria nada perdida. Após o 2 a 2 no tempo normal, o Fla bateu o Timão na disputa de pênaltis e faturou a terceira Copinha em três finais disputadas na competição.

Em uma quente manhã no Estádio do Pacaembu, em pleno aniversário de 462 anos da cidade de São Paulo, os jogadores de Mengão e Timão deram um belo espetáculo do começo ao fim da partida.
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Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Thiago brilhou (Foto: Marcello Zambrana/AGIF/Lancepress!)
 
Nos primeiros minutos de jogo, vontade, correria e perigo criado por ambos os lados. Pelo Fla, o veloz Cafu partiu para pela direita e assustou o goleiro Filipe. Pelo Timão, Gabriel Vasconcelos deu belo drible de letra pelo lado oposto e esquentou ainda mais o clima da Fiel.

O equilíbrio do jogo ganhou uma vírgula aos 19 minutos do primeiro tempo. Léo Príncipe, na ponta direita, cruzou para Gabriel Vasconcelos. O atacante do Timão recebeu a bola, cercado por três zagueiros rivais, e conseguiu dar um chuto picado por entre as pernas de Léo Duarte. O goleiro Thiago não alcançou a bola e o vice-artilheiro do Corinthians na Copinha correu para o alambrado do Pacaembu: 1 a 0.

Os paulistas cresceram no jogo e não pararam de criar chances. O segundo gol veio sete minutos depois, na grande arma do Timãozinho: o contra-ataque. Tocantins partiu pelo meio e deu passe açucarado para Matheus Pereira, o Pirulão, balançar as redes do Flamengo. Nos camarotes do Pacaembu, o técnico Tite não conseguiu esconder o sorriso pelo seu pupilo, autor do gol, que também faz parte da equipe principal.

Na metade da primeira etapa, o árbitro interrompeu o jogo para hidratação dos garotos. A parada fez com que o Flamengo voltasse melhor ao jogo. Prenúncio do que ocorreria no segundo tempo.

Se dos camarotes Tite não poderia influenciar a partida, Zé Ricardo, o treinador do Rubro-Negro, foi fundamental no intervalo. Na volta à etapa final, o Fla foi totalmente diferente e conseguiu fazer três gols em sete minutos.

No primeiro minuto do segundo tempo, Lucas Paquetá abriu o placar para o Flamengo após cobrança de escanteio, mas o árbitro invalidou o gol, erroneamente, alegando impedimento. A posição era legal. O time não se abalou e, pouquíssimo tempo depois, em outro córner, Trindade cabeceou sem marcação para marcar o primeiro gol carioca.
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Goleiros se provocaram (Foto: Ari Ferreira)
Localizada no tobogã do Pacaembu, a torcida carioca entrou no clima do jogo. O Fla ficou sem freio e foi com tudo para cima dos alvinegros. Aos oito minutos, o ligeiríssimo Cafu partiu pelo meio e deu belo passe para Matheus Sávio. O camisa 10 bateu cruzado, no canto esquerdo do goleiro Filipe, para igualar a decisão da Copinha.

Com o relógio se aproximando do meio-dia, apesar da juventude à flor da pele, os garotos continuaram correndo e criando chances, mas sentiram o cansaço da bateria de oito jogos em apenas 25 dias. O jogo não mudou, tampouco o 2 a 2 no placar. Em uma final da magnitude de Corinthians e Flamengo, nada melhor do que uma disputa por pênaltis para definir o campeão na primeira decisão de grande porte entre os clubes mais populares do Brasil.

Nas penalidades, a seriedade do Mengão prevaleceu. Thiago Ennes, Ronaldo, Paquetá e Patrick acertaram. Já no Corinthians, a displicência fez com que o Timão não ganhasse o 10º título da Copinha. Teve até provocação: os goleiros Thiago e Filipe trocaram farpas ao defenderem pênaltis e foram amarelados pela arbitragem. Matheus Pereira bateu com cavadinha e errou. Gabriel Vasconcelos e Claudinho bateram fraco nas mãos de Thiago e acabaram consagrando o goleiro do Flamengo, tricampeão da Copinha.

32 milhões e 700 mil pessoas ficaram felizes!
Copa São Paulo - Corinthians x Flamengo
Pacaembu encheu (Foto: Bruno Ulivieri /Raw Image/Lancepress!)
FICHA TÉCNICA:
​CORINTHIANS 2 (3)X(4) 2 FLAMENGO
Final da Copa São Paulo de Juniores

Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/Horário: 25/1/2016, às 10h (de Brasília)
Árbitro: Rafael Gomes Félix da Silva (SP)
Auxiliares: Daniel Paulo Ziolli e Danilo Simon (ambos de SP)

Renda: R$ 632.870,00
Público: 29.212 pagantes

Cartões amarelos: Matheus Pereira, Gabriel Vasconcellos e Filipe (COR), Thiago Silva (FLA)

Gols: 19'/1°T Gabriel Vasconcelos (1-0); Matheus Pereira 25'/1°T (2-0), Matheus Trindade, 3'/2ºT (2-1), Matheus Sávio, 8'/2ºT (2-2)

Nos pênaltis:

Maycon, Guilherme, Dawhan e marcaram para o Corinthians. Matheus Pereira, Gabriel Vasconcelos e Claudinho perderam;

Thiago Ennes, Ronaldo, Lucas Paquetá e Patrick marcaram para o Flamengo. Kléber e Thiago perderam

Corinthians: Filipe; Léo Príncipe, Vinicius, Dawhan e Guilherminho; Warian (Matheus Vargas, 46'/2ºT) Maycon e Matheus Pereira; Gustavo Tocantins (Pedrinho, 33'/2ºT), Gabriel Vasconcelos e Léo Jabá (Claudinho, 10'/2ºT). Técnico: Osmar Loss

Flamengo: Thiago Silva; Thiago Ennes, Dener (Michael, 30'/2ºT), Leonardo e Arthur; Ronaldo Souza, Matheus Trindade, Cafu (Patrick, 27/2ºT) e Matheus Sávio (Kléber, 16'/2ºT); Lucas Paquetá e Felipe Vizeu. Técnico: Zé Ricardo

Fonte: http://www.lance.com.br/futebol-nacional/flamengo-bate-corinthians-nos-penaltis-fatura-terceira-copinha.html
Postado por José Edilson de A. G. Segundo às 11:16 Nenhum comentário:

terça-feira, 13 de outubro de 2015

O futuro começa aqui!

Flamengo conquista título inédito na Gávea

Equipe sub-16 vence o Fluminense e garante o Torneio Guilherme Embry


                                                

Equipe conquistou título inédito
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Equipe conquistou título inédito
 
Os rubro-negros do time de futebol sub-16 conquistaram mais um título das divisões de base: o Torneio Guilherme Embry, que está em sua 5ª edição. O Flamengo garantiu a conquista antecipada após vitória sobre o Fluminense por 2 a 1, na manhã desta terça-feira (13.10), na Gávea. Alem da primeira colocação, o Flamengo ficou também com a artilharia da competição graças aos nove gols de Fabrício Ferreira. Fabão e Markinhos marcaram os gols da vitória.

Após turno e returno, o Flamengo foi campeão da segunda fase e chegou ao triangular final junto com Fluminense, campeão do da primeira, e Botafogo, equipe com mais pontos após os vencedores dos turnos. Com três vitórias nos três primeiros jogos, o Rubro-Negro não poderia mais ser ultrapassado e levantou o título com uma rodada de antecedência.

A missão de comandar esse grupo ficou a cargo de Marcio Torres, auxiliar do técnico Gilmar Popoca no sub-17. Marcinho, como é conhecido, já conquistou Copa São Paulo e foi tricampeão do Torneio OPG, mas nunca havia conquistado títulos como treinador. O titulo não foi inédito apenas para o Flamengo, mas também para o técnico, que assumiu a responsabilidade de trazer o troféu para a Gávea.

"Esse ano efetivamente me deram a missão de trazer esse título para o clube. Era um sonho da diretoria a conquista do Torneio Guilherme Embry, que homenageia um dos maiores torcedores do Flamengo. O (Carlos) Noval me falou: 'Olha, eu quero o título'. E nós trouxemos", contou Marcinho, emocionado, sobre o pedido do diretor da base.

"O título é do grupo, que é excelente. É do Gilmar (Popoca), que nos ajudou muito... É de toda comissão técnica, desde as outras categorias, que sempre estiveram presentes, até os estagiários, que sempre estiveram junto conosco, seja com o trabalho ou com a torcida. É da direção, que nos deu suporte e acreditou no trabalho. É dos jogadores, que jogaram juntos, sem vaidade, sem orgulho. Correram um pelo outro", finalizou Marcio.

Rubro-negro nato e benemérito do Mais Querido, Guilherme Embry assiste a todos os jogos do Flamengo, sejam eles na Gávea ou quando os atletas das categorias de base atuam como visitantes. E não foi diferente no torneio que recebe seu nome. Desde a primeira partida, Guilherme estava na beira do campo. Na final, pode assistir de perto a conquista do título inédito.

"É uma honra para mim ver esse título dentro da Gávea. Sou benemérito do Flamengo e estou realmente muito feliz em ver o Mais Querido conquistar este torneio. A comissão técnica é do mais alto gabarito, os jogadores são extraordinários. Estou sem palavras. Agradeço muito o trabalho que vem sendo realizado pelo (Carlos) Noval na base. A atual gestão do Flamengo está fazendo um trabalho extraordinário", declarou o homenageado.
 
Fonte: http://www.flamengo.com.br/site/noticia/detalhe/22334/flamengo-conquista-titulo-inedito-na-gavea
           
Postado por José Edilson de A. G. Segundo às 16:47 Nenhum comentário:

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Começo Avassalador

Depois de cinco rodadas no returno do campeonato brasileiro, o Flamengo, finalmente, retoma ao seu rumo de vitórias. E da melhor forma possível. 100 % de aproveitamento, com uma campanha impecável: 11 gols marcados e apenas 2 gols sofridos, com informãções mais detalhadas, no link: http://sportv.globo.com/site/programas/ta-na-area/noticia/2015/09/defesa-do-flamengo-melhora-e-samir-revela-trabalho-especifico-de-oswaldo.html#equipe-flamengo.
Some-se a isso, o bom futebol apresentado. Longe de ser brilhante, mas com evolução sistemática, em todos os setores da equipe. Das 5 vitórias, três foram por mais de um gol de diferença, nos últimos 3 jogos. Algo que não tinha acontecido. A defesa que era uma das piores da competição parece ter se acertado. O meio-de-campo, idem. Mais criativo, sob a batuta de Alan Patrick. O ataque vêm mantendo o ritmo, desde o final do turno. A grata surpresa, fica por conta de Kayke. Prata-da-casa, o talentoso atacante vem suprindo com gols e assistências, os companheiros de time. Além dele, outros atletas formados no clube, atravessam bom momento, comprovando a capacidade de honrar o manto sagrado, como no caso de Paulo Victor, Samir, Luiz Antonio e a grata revelação, o lateral Jorge. A base, aliás vem sendo bem aproveitada pelo técnico consagrado, Oswaldo de Oliveira. As matérias divulgadas no site oficial do clube e do Globoesporte embasam tal afirmação:
Site do Flamengo - http://www.flamengo.com.br/site/noticia/detalhe/22110/vitoria-sobre-cruzeiro-teve-participacao-de-11-jogadores-da-base;
Site do Globoesporte - http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2015/09/pratas-da-casa-aos-montes-fazem-base-do-flamengo-vibrar.html#equipe-flamengo
 
Resta saber se a boa sequência será mantida. Que a mística rubro-negra prevaleça. O futebol brasileiro agradece!
 
Avante Flamengo. Vencer, Vencer, Vencer!
 
Postado por José Edilson de A. G. Segundo às 17:14 Nenhum comentário:

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O primeiro estádio que recebeu o Fla em Natal

Do JL às Dunas: conheça o primeiro estádio que recebeu o Fla em Natal

A tabelinha entre Flamengo e Rio Grande do Norte dá samba. Prova maior disso é que o mossoerense Dequinha, meio-campo do Fla entre 1950 e 1960, é cantado no verso "O mais querido tem Rubens, Dequinha e Pavão", do "Samba Rubro-Negro", assinado por Wilson Batista. No estado, são 24 jogos, 15 vitórias, sete empates e apenas duas derrotas. A história flamenguista em terras potiguares tem início no dia 15 de julho de 1947, no Estádio Juvenal Lamartine, no bairro do Tirol, em Natal. Os cariocas foram convidados para um amistoso que comemorava os 32 anos do América-RN, mas o presente foi de grego: vitória por 6 a 2.
Nesta quarta-feira, o Flamengo faz seu 25º jogo no Rio Grande do Norte, na moderníssima Arena das Dunas. O Avaí é o adversário, e a bola rola às 21h, em duelo válido pela 22ª rodada do Brasileirão 2015. O Juvenal Lamartine, conhecido como JL, está sucateado e não recebe partidas de grande porte há muito tempo. Foi fundado em 12 de outubro de 1928. Era a principal praça esportiva de Natal até a construção do Castelão (em 1972), posteriormente chamado de Machadão. Acabou demolido e em seu lugar ergueram a Arena das Dunas.

MONTAGEM - Estadio Juvenal Lamartine Natal (Foto: Fred Gomes)O Santa Cruz de Natal, time da Segunda Divisão local, treinava no JL durante a reportagem (Foto: Fred Gomes)

Atualmente, há um embate jurídico entre o Governo do Rio Grande do Norte e a Federação Norte-rio-grandense de Futebol. Uma notificação extrajudicial, publicada no dia 10 do mês anterior, determina um prazo de 30 dias para a desocupação do JL. A justificativa para o documento é a aplicação de um projeto de restauração e requalificação do imóvel, transformando-o em uma praça parque. Mesmo apoiando a ideia da reestruturação do estádio, a FNF exige um encontro com o governador Robinson Faria para apresentar outras alternativas para o local. 
De acordo com o "A República", principal jornal local da época, Sylvio Pirillo protagonizou a goleada por 6 a 2 com cinco gols, e Tião completou a conta. Outras fontes, porém, sustentam que Pirillo fez apenas um e que Perácio (três) e Tião (dois) anotaram os outros. O JL ficou lotado para receber o Flamengo.
- O Flamengo já era muito popular aqui por causa da rádios. Já era uma atração em todo o Brasil. O noticiário esportivo carioca era muito presente aqui. Os jornais noticiavam o futebol do Rio em peso, e o Flamengo já era uma febre. Nesse América x Flamengo de 1947, foram mais de nove mil pessoas. Muita gente - conta o pesquisador Marcos Trindade, cuja formação é de contador, mas que atuou nos extintos jornal "Diário de Natal" e na "Rádio Poti", sempre tendo o esporte como sua base.
O Rubro-Negro voltou ao Juvenal Lamartine outras cinco vezes. A mais marcante delas deu-se em 9 de fevereiro de 1962. O JL recebeu um dos 20 jogos da curta passagem de Garrincha pelo Flamengo, e o público presente testemunhou um dos quatro gols do Anjo das Pernas Tortas como flamenguista. Foi o primeiro da virada por 2 a 1 sobre o ABC. Dionísio fez o outro.

Jogos do Flamengo no JL:

15/07/1947 - América-RN 2x6 Flamengo
07/05/1952 - Santa Cruz-RN 1x3 Flamengo
09/02/1969 - ABC 1x2 Flamengo
11/02/1969 - América 0x3 Flamengo
18/12/1970 - ABC 0x4 Flamengo
28/10/1971 - América-RN 1x1 Flamengo

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2015/09/do-jl-dunas-conheca-o-primeiro-estadio-que-recebeu-o-fla-em-natal.html

Postado por José Edilson de A. G. Segundo às 12:40 Nenhum comentário:

segunda-feira, 22 de junho de 2015

O melhor treinador de todos os tempos

Nação Rubro-Negra dá adeus a Carlinhos 'Violino'

Um dos maiores nomes da história do futebol do Flamengo morre nesta segunda-feira (22.06); ex-atleta e treinador em duas conquistas nacionais, ídolo faleceu aos 77 anos de idade


                                                                       

Ídolo se emociona em homenagem
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ídolo se emociona em homenagem
 
Nesta segunda-feira (22.06), a torcida do Flamengo deu adeus a um de seus maiores ídolos. Vítima de insuficiência cardíaca, Luiz Carlos Nunes da Silva, o Carlinhos Violino, morreu aos 77 anos. Um dos grandes craques e treinadores do clube, Violino recebeu o apelido pela elegância e precisão em campo, quando jogava como volante, mas a alcunha também poderia se referir à música que conduzia os times que comandou como técnico. O velório do ídolo será nesta terça-feira (23.06) na sede social do Flamengo, das 10h às 16h, no salão nobre. Em seguida, o Memorial do Carmo, no Caju, recebe familiares e amigos para a cremação, às 18h.
Defendendo o Manto Sagrado dentro das quatro linhas, de 1958 a 1969, participou das conquistas de dois campeonatos estaduais e do Torneio Rio-São Paulo de 1961. Defensor como poucos, foi um dos únicos a ganhar o Prêmio Belfort Duarte, por nunca ter sido expulso de campo, e é apontado até hoje como um dos maiores da posição no futebol brasileiro. Carlinhos, que recebera as chuteiras de Biguá quando garoto, na despedida do jogador em 1954, repetiu o gesto em sua aposentadoria como atleta, passando seu instrumento de trabalho para um garoto promissor da Gávea - Arthur Antunes Coimbra, o Zico. Aquele não seria o final de Violino, e sim um novo começo, como treinador.

Treinador multicampeão
Carlinhos chamava a sede social da Gávea carinhosamente de "segunda casa". Mesmo após pendurar as chuteiras, o jogador nunca perdeu vínculo com seu clube de coração. Tendo trabalhado no Flamengo por muitos anos, Violino recebeu sua primeira oportunidade como treinador do time profissional de futebol ao substituir Paulo César Carpegiani, no ano de 1983. Naquele ano, Carlinhos fez parte da conquista do tricampeonato brasileiro, já que assumiu o time como interino na campanha que teria como comandante o então treinador Carlos Alberto Torres. 

Violino chegou a treinar outros clubes, mas sua paixão pelo Flamengo resultaria em sete passagens pela Gávea. Pela habilidade de contornar crises, ficou conhecido internamente como um "bombeiro" do clube. Em muito pouco tempo, saiu da condição de 'sempre interino', passando a ser extremamente respeitado como treinador e conquistando de vez a Nação Rubro-Negra, com seu carisma, serenidade e estrela. Depois de levar o Flamengo ao tetracampeonato brasileiro, em 1987, e ser bicampeão da Taça Guanabara (1988-1989), o ex-jogador assumiu o Mais Querido novamente em 1991, para disputar o Campeonato Carioca (em que foi campeão) e a Supercopa dos Campeões, com um time considerado mediano. No ano seguinte, comandou o time que surpreendeu a todos ao chegar na fase final do Campeonato Brasileiro de 1992 e se sagrar pentacampeão após dois jogos históricos contra o rival Botafogo.

Depois desta marcante passagem, ainda viriam outras três, com mais alguns títulos para o currículo do inesquecível Violino: os campeonatos cariocas de 1999 e 2000 e a Copa Mercosul de 1999. Seus números impressionantes à frente do Rubro-Negro levaram muitos dos 40 milhões de apaixonados pelo Flamengo a colocarem Carlinhos como o melhor técnico da história do clube.

No dia 12 de fevereiro de 2011, o ídolo foi eternizado na sede que tanto amava com a inauguração da "Praça Carlinhos", que também ganhou seu nome na Gávea.
 
Fonte: http://flamengo.com.br/site/noticia/detalhe/21464/nacao-rubro-negra-da-adeus-a-carlinhos-violino
Postado por José Edilson de A. G. Segundo às 15:51 Nenhum comentário:

sábado, 30 de maio de 2015

Honrando o manto sagrado

Se o chocolate no primeiro jogo já havia causado um impacto grande, a exibição de gala do Flamengo neste sábado, no segundo jogo das finais do NBB 7, então, nem se fala. Mesmo numa temporada sem muito tempo para treinar, com altos e baixos e cheio de percalços, o time carioca mostrou a força de sua camisa e passou por cima dos adversários na hora da decisão. Sob os olhares do técnico da seleção brasileira, Rubén Magnano, e de mais de sete mil torcedores que lotaram o ginásio Municipal Neuza Galetti, os visitantes dominaram os donos da casa. Superiores do início ao fim, o Flamengo não deu a menor chance para Bauru, que novamente contou com Alex apagadíssimo no ataque - o ala anotou quatro pontos, pegou oito rebotes e deu duas assistências. Com a vitória por 77 a 67 (40 a 25), o Rubro-Negro fechou o confronto decisivo da temporada 2014/2015 do NBB em 2 a 0 e garantiu com sobras o tricampeonato. O Flamengo  chega ao seu quarto título em sete edições do NBB e supera Brasília, que tem três conquistas.
- É muito difícil se manter no topo. Estamos em um grande clube e isso nos motiva muito a continuar trabalhado. Só quem estava lá dentro sabe o quanto foi difícil essa temporada. A gente jogou mal em alguns jogos, mas sabíamos do nosso potencial e entramos com tudo nos playoffs. E no mata-mata jogamos um basquete digno de campeão. Isso é um time e isso é Flamengo - disse o capitão Marcelinho, único atleta a participar dos quatro títulos do time carioca no NBB.
Bauru x Flamengo, Laprovittola (Foto: João e Luiz Pires/LNB)MVP das finais, Laprovittola deu muito trabalho para o armador Ricardo Fischer (Foto: João e Luiz Pires/LNB)
 
Com 19 pontos, sete rebotes e quatro assistências, o armador Nico Laprovittola foi eleito o MVP das finais e recebeu o troféu das mãos do presidente da Liga Nacional de Basquete (LNB), Cássio Roque. O cestinha do jogo foi o americano Robert Day (Bauru), com 23 pontos. Ele foi o responsável pelo esboço de reação dos paulistas no período final, quando acertou quatro bolas de três pontos. Mas acabou eliminado com a quinta falta a pouco menos de cinco minutos para o fim da partida e o time paulista não teve forças para seguir pontuando.
Olivinha (17 pontos e oito rebotes) e Benite (15 pontos e seis rebotes) também se destacaram pelo lado carioca. Ricardo Fischer (14 pontos e cinco rebotes) e Larry Taylor (11 pontos, sete rebotes e seis assistências) responderam à altura pelo Bauru.
- Essa temporada não foi como a gente esperava na fase de classificação. A equipe foi montada para conseguir a primeira colocação, mas não conseguiu. Durante os playoffs, conversamos, crescemos e fizemos 3 a 0 em Limeira. Ganhamos muita confiança e, agora, dois jogos contra Bauru com total controle. A equipe se preparou muito bem para esses dois jogos e conquistamos o campeonato - disse Olivinha, um dos destaques da final.
A decisão

Era o Bauru quem precisava desesperadamente da vitória, mas foi o Flamengo que entrou faminto disposto a liquidar logo a partida. Como no jogo 1, o time carioca conseguiu um incrível aproveitamento acima dos 60% nos arremessos de quadra e abriu 14 pontos no primeiro quarto. Guerrinha parou o jogo duas vezes, trocou três de uma só vez, mas nada adiantou. Bauru continuou "amassando o aro". Com o lotado Ginásio Neuza Galetti calado, os rubro-negros venceram o primeiro quarto por 25 a 11. A vantagem não era apenas numérica. Mas também moral. Era visível o abatimento e o desânimo dos jogadores do time paulista após cada erro. Parecia que o filme da primeira partida retornava com força na cabeça de cada um.
Com Alex apagado e uma defesa fácil de ser vazada, o time paulista estava entregue e não respondia aos pedidos do técnico Guerrinha. Sem necessidade, o Flamengo passou a forçar bolas de três. Mas o Bauru não aproveitou o único momento de descontrole dos cariocas. Uma bola de três de Laprovittola no estouro do cronômetro levou os visitantes para o vestiário vencendo por 15 pontos (40 a 25).
Flamengo NBB 7 Campeão (Foto: Marcello Pires)Jogadores do Fla comemoram o tetracampeonato (Foto: Marcello Pires)


As duas equipes voltaram do intervalo cometendo muitos erros e passaram os dois primeiros  minutos sem pontuar. Hettsheimeir tirou o zero do placar no segundo tempo com um lance livre convertido, mas com uma bola de três de Marcelinho no ataque seguinte, o Flamengo abriu 17 pontos de frente. Guerrinha fazia o possível, mas seus jogadores erraram demais. Já Marcelinho não estava nem aí e acertou duas bolas de três seguidas. Mesmo as três faltas de Laprovittola, que o deixavam no banco, os visitantes não tiraram o pé do acelerador e terminaram o terceiro período com 23 pontos de vantagem (62 a 39).
Como na primeira partida da série, o desânimo tomou conta do time paulista. Mesmo com o jogo nas mãos e o título praticamente assegurado, o Flamengo voltou para o quarto período com a mesma intensidade e aumentou a vantagem, que chegou a 26. Mas Bauru era valente e com uma corrida de 19 a 8 diminuiu o prejuízo para apenas 12 pontos, após quatro bolas de três de Robert Day. Mas o americano cometeu sua quinta falta na sequência e saiu de quadra. As bolas de fora pararam de cair, e, sob a conduta refinada de Laprovittola, o Flamengo dosou os minutos finais para levar mais uma. A luta valeu, mas era tarde para tirar o tricampeonato do Flamengo. 

BAURU:
Ricardo Fischer (14), Alex (7), Robert Day (23), Hettsheimeir (10) e Murilo (2). Técnico: Guerrinha. Entraram: Larry Taylor (11), Mathias (0) e Gui Deodato (0)
FLAMENGO: Laprovittola (19), Marquinhos (6), Benite (15), Olivinha (17) e Meyinsse (8). Técnico: José Neto. Entraram: Gegê (0), Cristiano Felício (3), Marcelinho (8) e Herrmann (1)
vídeos do título

Enterrada de Meyinsse

Marcelinho ergue a taça!


 

A tradição de Herrmann




Fonte: http://globoesporte.globo.com/basquete/nbb/noticia/2015/05/flamengo-bate-o-bauru-conquista-o-tri-e-chega-ao-seu-quarto-titulo-do-nbb.html
Postado por José Edilson de A. G. Segundo às 16:21 Nenhum comentário:

Já virou rotina

Com bela vitória fora de casa, Flamengo é tetracampeão do NBB

Rubro-Negro supera Bauru por 2 a 0 na série melhor de três e levanta o troféu em Marília-SP; Orgulho da Nação se torna o maior campeão da história do torneio

 
Fonte da foto: (Fotojump/LNB)
 
Fazer história parece ser o objetivo do time de basquete do Flamengo. Na manhã deste sábado (30.05), os "campeões de tudo" na última temporada ganharam o tetracampeonato do Novo Basquete Brasil (NBB), vencendo o Bauru fora de casa por 77 a 67, tornando o Rubro-Negro o maior campeão da história do torneio, que chegou à sétima edição em 2014/2015. O armador da Seleção Argentina Nicolás Laprovittola, cestinha do Flamengo (19 pontos), foi eleito o MVP das finais.

O time rubro-negro foi amplamente superior nos três primeiros quartos, perdendo para o Bauru na última parcial. Mas a reação adversária foi tarde e a taça ficou com o Flamengo. Vitor Benite comentou a temporada e a partida. "Este ano não foi nosso melhor das últimas temporadas, não começamos muito regulares, mas o time mostrou maturidade de campeão vencendo quando tinha que vencer. Fizemos duas partidas inconstestáveis sobre o melhor time do Brasil na temporada (Bauru). Tentaram assustar a gente (no último quarto), mas construímos nosso resultado no jogo todo. Foram três quartos de forma muito superior que fizeram nossa vitória", analisou o ala-armador rubro-negro.

O treinador José Neto também falou ao fim da partida, emocionado. "É dificil falar agora. Só quem vê o dia a dia sabe o que passamos, os jogadores, o grupo de trabalho, nossa família. Este título é para os jogadores. A festa é deles. São os melhores e acreditam no nosso trabalho. O grupo que temos é fantástico e está acima de qualquer coisa. Todos se respeitam aqui", disse o técnico, que dedicou o título aos seus filhos.

O jogo
 
Os primeiros pontos do jogo vieram com o bauruense Robert Day acertando de três, mas Olivinha logo respondeu no contragolpe, devolvendo o arremesso de longa distância. Enquanto Nico e Olivinha tinham grande atuação e as bolas do Flamengo caiam, a bola do Bauru cismava em não passar pela cesta e a equipe rubro-negra vencia por 13 a 5 na metade do primeiro quarto. A diferença chegou a 13 com mais uma bola de três de Laprovittola (20-7), faltando três minutos para o fim. O time jogava com muita raça e vontade em quadra, o que ficava ainda mais evidente nas comemorações a cada ponto convertido. A superioridade do Flamengo ficou clara no placar, ao final do primeiro período: o time vencia por 14 pontos de diferença (25-11).

No segundo quarto, o Bauru reagiu em quadra e ficou à frente na parcial, mesmo que por poucos pontos, mas desta forma o Flamengo mantinha a vantagem que conseguiu acumular no primeiro período. No último minuto antes do intervalo, Benite acertou de três e os comandados de José Neto voltaram a ficar com 13 pontos de sobra no marcador (37-24). Nico seguiu o mesmo caminho e calibrou a mão para acertar mais uma de longe e o período fechou em 40 a 25 para o Flamengo.

No inicio do terceiro quarto, o Rubro-Negro vencia por 18 pontos de diferença e a vitória fora de casa já ia se desenhando. Olivinha fez de três, faltando quatro minutos para o fim do período, para decretar a maior vantagem até então no jogo: 21 pontos. A diferença logo passaria a 26, depois de Marcelinho acertar uma de três e uma de dois - de longe -, seguidamente, fazendo o treinador bauruense Guerrinha pedir tempo. O Flamengo foi para o último quarto vencendo por 62 a 39.

Com os derradeiros dez minutos pela frente, o Rubro-Negro tinha uma enorme vantagem nas mãos, mas o Bauru não se entregou e emendou três arremessos seguidos de três faltando quatro minutos para o fim da partida (70-57). O adversário do interior paulista conseguiu diminuir para dez pontos de diferença, mas o Flamengo conseguia se manter à frente. A defesa rubro-negra se espalhava nos cantos da quadra para dificultar o jogo coletivo do Bauru e a reação do time bauruense foi tarde demais: na última posse de bola, o Orgulho da Nação vencia por 77 a 67 e colocava desta forma todos os dedos na taça - e Herrmann, mais uma vez, cortava a rede da cesta para levar para casa.

Parciais:
1º quarto: Flamengo 25 x 11 Bauru
2º quarto: Flamengo 15 x 14 Bauru
3º quarto: Flamengo 22 x 14 Bauru
4º quarto: Flamengo 15 x 28 Bauru

Fonte: http://www.flamengo.com.br/site/noticia/detalhe/21288/com-bela-vitoria-fora-de-casa-flamengo-e-tetracampeao-do-nbb#/lightbox[21288_thumb]/0/
Postado por José Edilson de A. G. Segundo às 16:17 Nenhum comentário:
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