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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Visita de um londrinense famoso


Marinho e Cantareli são amigos de longa data

Jogador fez parte da Era de Ouro do clube e reviu amigos como Luxa e Cantareli
Da equipe do site oficial

Direto de Londrina (PR)

O elenco do Flamengo recebeu uma visita especial na tarde desta quinta-feira (06.01), no CT onde realiza sua pré-temporada, em Londrina, no Paraná. O zagueiro Marinho, que vestiu a camisa rubro-negra de 1980 a 1984 e conquistou três títulos brasileiros, a Libertadores e o Mundial Interclubes, vive na cidade e foi visitar a delegação. O ex-jogador pôde rever companheiros de seu tempo, como Vanderlei Luxemburgo, hoje treinador do Flamengo, e Cantareli, preparador de goleiros.

Um laço de amizade que foi ressaltado por Marinho como uma conquista tão importante quanto os títulos que ele faturou enquanto vestia o Manto Sagrado. Admitindo a saudade do grupo que ganhou tudo, ele lembra que a união daquele elenco foi um dos principais combustíveis para tanto sucesso.

"Naquela época, o grupo era muito unido. Eu tinha uma amizade muito grande com todos, mas o Cantareli era como um irmão para mim. É muito bom revê-lo. Muito bom estar visitando o pessoal do Flamengo, que foi o clube onde eu mais conquistei títulos e que marcou a minha vida, sem dúvida", recordou.

Cantareli concorda. Ele lembra ainda que até mesmo as famílias dos jogadores eram amigas, estavam sempre juntas, o que acabava facilitando as coisas. Bem humorado, ele cobrou Marinho perguntando o motivo de a visita não ter ocorrido mais cedo.

"Já estava até ficando preocupado. Achei que ele vinha no primeiro dia (risos). É um grande amigo, assim como todos naquele grupo eram. As famílias se davam bem, estávamos sempre juntos, era um barato", completou.

Fonte: http://www.flamengo.com.br/site/noticias/noticia.php?id=11590

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Élber no CT onde o Fla faz sua pré-temporada



Élber no CT onde o Fla faz sua pré-temporada
(Foto: Richard Fausto / Globoesporte.com)

Ex-atacante diz que é rubro-negro e lembra trabalho com Luxa na Seleção
Por Richard Souza
Direto de Londrina, Paraná

Ícone do Bayern de Munique, da Alemanha, o ex-atacante Élber esteve no treino do Flamengo na tarde desta quarta-feira. Aposentado desde 2006, quando defendeu o Cruzeiro, ele agora é diretor esportivo da SM Sports, proprietária do CT onde o Rubro-Negro realiza a pré-temporada, em Londrina (PR), sua cidade natal. Élber, que está com 37 anos, trabalhou com Vanderlei Luxemburgo na Seleção Brasileira, em 1999.

- Ele me convocou na primeira vez dele na Seleção. Ficou faltando para nós uma Copa do Mundo. Ele ainda pode conseguir. Foi legal, trabalho bacana. É um profissional muito bom, aprendi muita coisa – disse.

O ex-jogador tem acompanhado a novela sobre o futuro de Ronaldinho Gaúcho. Grêmio, Flamengo e Palmeiras tentam contratar o meia-atacante. Élber espera que o craque escolha o Rubro-Negro.

- Tenho acompanhado. Ainda mais que o Flamengo está aqui em Londrina. Seria muito bom o Ronaldinho assinar como Flamengo, ainda mais que sou flamenguista. Chega dessa novela. Está na hora de colocar um ponto final – comentou.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2011/01/elber-visita-treino-do-fla-em-londrina-e-torce-pela-chegada-de-ronaldinho.html

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Meu Jogo Inesquecível: emoções de Christine Fernandes no Fla de 1987



O marido de Christine Fernandes, o ator Floriano Peixoto, também rubro-negro de carteirinha, costuma acompanhar a atriz e o filho Pedro nas partidas do Flamengo (Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal)

Beijos de Bebeto para a mulher, Denise, após gol, vibração dividida do pai, um ex-colorado, e urubu jogado no campo marcam na final da Copa União
Por Márcio Mará
Rio de Janeiro

A atriz Christine Fernandes sempre arrumou tempo para dividir suas tarefas profissionais com as de esposa, mãe e... torcedora. Rubro-negra declarada, dessas de botar a camisa e ir para o Maracanã torcer alucinadamente, lembra com detalhes de um título. Afinal, decisão de campeonato é sempre um jogo especial. Melhor ainda com vitória. Fica sempre na memória. Na final da até hoje polêmica Copa União de 1987 entre Flamengo e Internacional - a CBF reconhece a conquista do Brasileiro para o Sport Recife -, a americana de Chicago, mas brasileira e carioca de carteirinha, lembra a euforia com que soltou o grito de "tetra" brasileiro após viver, naquele duelo vencido por 1 a 0, três momentos inesquecíveis.

A comemoração de Bebeto depois de marcar o gol, mandando beijos para a futura esposa, Denise, é o primeiro. A vibração apaixonada mas ao mesmo tempo "dividida" do pai, o gaúcho Antônio, flamenguista roxo desde a chegada ao Rio há mais de 40 anos, mas um antigo colorado, não passou em branco. E o urubu jogado pela torcida no campo que o ídolo Renato Gaúcho foi apanhar também acabou marcante.

- Aquela partida teve muito significado para mim. A Denise jogava vôlei comigo no Flamengo. Depois fui para o Bradesco Atlântica, mas continuamos muito amigas. Quando o Bebetinho fez aquele gol logo no início e mandou beijinhos para ela, fiquei muito feliz. Depois, ainda lhe dedicou a jogada. Foi lindo aquilo. Na comemoração, vibrei muito com meu pai, mas senti que o coração dele parecia apertado. Fiquei pensando: "Coitadinho do meu pai." Quando chegou ao Rio, assumiu logo o Flamengo, se apaixonou. Mas era uma decisão contra o Colorado, time pelo qual torcia antes... Sabia que, para ele, era uma final diferente... - disse Christine, vista recentemente nas telas da Globo no especial de fim de ano 'Diversão.com'.

A outra imagem inesquecível para Christine da partida foi quando a torcida jogou no gramado um urubu, ave-símbolo que no fim dos anos 60 virou mascote do Flamengo, desenhada pelo cartunista Henfil.

- Foi a maior vibração no Maracanã. Lembro que o urubu caiu perto do Taffarel, de quem eu sempre fui fã. Aí o Renato foi lá apanhá-lo. O meu pai já tinha contado a história de quando jogaram o urubu no campo pela primeira vez. O Flamengo não ganhava há muito tempo do Botafogo, e naquele dia venceu. Como na final do Brasileiro - afirmou, com autoridade de conhecer a história do clube.

O triunfo lembrado por Christine aconteceu em 1º de junho de 1969, em partida válida pelo Campeonato Carioca. O Flamengo não vencia o rival havia quatro anos, e saiu de campo com vitória por 2 a 1, gols de Arílson e Doval, com Paulo César Caju marcando pelo Alvinegro. Isso foi bem antes de a atriz nascer e viver ao lado do pai, no Maracanã, as belas tardes de domingo, como a de 13 de dezembro de 1987, apesar da chuva que caiu na cidade.

Naquela semana, inclusive, Christine, que já estudava nos EUA, voltou ao Brasil e fez questão de matar as saudades da família, do futebol e do clube do coração. O gol de Bebeto, aos 16 minutos do primeiro tempo, em passe preciso de Andrade, deixou o Flamengo, que empatara a primeira partida da final no Beira-Rio por 1 a 1, com domínio total da situação logo no início.

No segundo tempo, a equipe, treinada por Carlinhos e comandada em campo por Zico, que acabou substituído no fim e saiu ovacionado pela torcida, soube administrar o resultado e deu à atriz mais uma de tantas alegrias às vezes interrompidas pelas viagens desde quando se tornou modelo, antes de seguir a carreira atual.

- Em qualquer lugar que esteja, sempre procuro acompanhar. E aquele time era fantástico. Tinha Zico, Bebeto, Renato, Leandro, Andrade, Leonardo... O Zé Carlos no gol... O Edinho era do Flamengo! Adorava o Edinho... - lembrou Christine, que hoje não tem a companhia do pai para ver as partidas.

Seu Antônio agora acompanha só pela TV. Christine, a filha mais velha de uma família rubro-negra, vai ao estádio com o marido, o ator Floriano Peixoto, e o filho, Pedro, de sete anos. Ambos rubro-negros. O garoto, inclusive, dá os primeiros passos na escolinha rubro-negra. Como todo menino louco por futebol, sonha ser craque e busca inspiração em Messi, camisa 10 argentino que joga no Barcelona. O número da camisa e a posição são os mesmos do ídolo da mãe, desde menina encantada pelo Flamengo. E por Zico.

- Comecei a ir ao Maracanã com cinco, seis anos. Eu e meu pai íamos sempre de cadeiras especiais, que meu tio, tricolor, nos emprestava. Lembro quando saí do elevador do Maracanã, cheguei ali nas cadeiras e dei de cara com a torcida. Aquelas bandeiras, aquele colorido todo... A torcida do Flamengo causa um grande impacto. E aquela geração do Zico, do Junior, Adílio, Nunes, Mozer, Leandro, era especial. Conquistou tudo. Hoje, quando vejo o Zico me seguindo no Twitter, nem acredito - afirmou Christine, que logo em seguida fez questão de mostrar em sua máquina fotográfica foto posada de tiete ao lado do Galinho.

Outra partida lembrada pela atriz, cuja última novela em que trabalhou foi "Viver a vida", de Manoel Carlos, foi a goleada de 6 a 0 sobre o Botafogo, em 1981, pouco antes da avalanche de conquistas naquele ano - o time ganhou Carioca, Libertadores e Mundial de Clubes em menos de um mês.

- Dos gols eu me recordo vagamente. A imagem que mais me marcou foi uma entrevista com o Tita, contando que estava no Maracanã quando o Flamengo levou de 6 do Botafogo (em 1972) e, ainda juvenil, sonhava um dia dar esse troco. E naquele dia conseguiu. Isso para quem já foi atleta, como eu, acaba marcando. Sempre temos essa ideia na cabeça, de um dia podermos dar o troco.

Agora longe das quadras de vôlei e perto das câmeras de TV, Christine procura de alguma forma continuar ligada ao esporte não só como torcedora. Ataca de blogueira no Urubu News, site de uma torcida organizada rubro-negra. Uma boa saída para se aproximar de uma de suas paixões.

Flamengo 1 x 0 Internacional

Flamengo: Zé Carlos, Jorginho, Leandro, Edinho e Leonardo; Andrade, Aílton e Zico (Flávio); Renato Gaúcho, Bebeto e Zinho.
Técnico: Carlinhos.
Internacional: Taffarel, Luís Carlos Winck, Aluísio, Nenê e Paulo Roberto (Beto); Norberto, Luís Fernando e Balalo; Heider (Manu), Amarildo e Brites.
Técnico: Ênio Andrade.
Gol: Bebeto, aos 16 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Edinho (Flamengo) e Aluísio (Internacional).
Local: Maracanã. Data: 13/12/1987. Competição: Copa União (final). Árbitro: José de Assis Aragão. Renda: Cz$ 20.452.800. Público: 91.034.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2011/01/meu-jogo-inesquecivel-emocoes-de-christine-fernandes-no-fla-de-1987.html

Revelação: 'Flamengo é sonho antigo de Ronaldinho'


Grupo Revelação revela o desejo do craque (Crédito: Rodrigo Mandarini e Paulo Victor Reis)
Rodrigo Mandarini e Paulo Victor Reis, do Mais

O sonho de Ronaldinho Gaúcho jogar pelo Flamengo é antigo. Quem garante são os amigos sambistas do grupo "Revelação". De acordo com o flamenguista Rogerinho, que toca tantã, o craque manifestou o interesse em atuar pelo Rubro-Negro quando ainda defendia o Barcelona.

- Uma vez estávamos eu, Mauro Júnior e Ronaldinho Gaúcho jantando na casa dele, em Barcelona, na Espanha. Aí o Ronaldinho falou: “Minha vontade é jogar pelo Flamengo. Não tem como parar de jogar bola e não atuar no Flamengo. Não tem como não jogar para aquela torcida”. O Mauro Júnior (vascaíno) ficou louco. É a vontade dele jogar pelo Mengão. Ele quer vir para o Flamengo - revelou.

Os integrantes do grupo estão muito entusiasmados de poder contar com o amigo mais perto, e, claro, defendendo as cores do Flamengo. O vocalista Xande de Pilares está confiante na contratação de Ronaldinho. O sambista já prometeu até fazer um samba para homenagear o craque.

- Se ele vier para o Flamengo, vou fazer um samba para ele. Aliás, já estou bolando o samba, mas ainda não tenho muita coisa em mente, porque quero arrumar uma frase de efeito. Se o Dente (Ronaldinho) vier para o Flamengo, não vai ter jeito. Vão ter milhões de crianças torcendo para o Flamengo - disse.

O único integrante do "Revelação" que parece não querer Ronaldinho no Flamengo é o vascaíno Mauro Júnior. Para ele, o craque deveria fechar com outro clube brasileiro.

Fonte: http://www.lancenet.com.br/flamengo/Revelacao-Flamengo-sonho-antigo-Ronaldinho_0_402559833.html

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Maldonado - chileno bom de bola



Maldonado em ação
Foto: Vipcomm

Claudio Andrés del Tránsito Maldonado Rivera

Biografia

Claudio Andrés del Tránsito Maldonado Rivera ( Curicó, 3 de Janeiro de 1980 - ) é um volante chileno revelado pelo Colo Colo, e que em sua carreira, colecionou passagens por São Paulo, Cruzeiro, além da Seleção Chilena, até chegar ao clube Mais Querido do Brasil, o Flamengo, em 2009.

O cabeça de área Maldonado, começou sua carreira no Colo Colo nos idos de 1997, quando tinha apenas 17 anos de idade. Rápido, porém, de ótimo vigor físico, o jogador logo chamou atenção naquele país e também fora dele.

No ano de 2000, veio a sua primeira grande chance fora do Chile, foi quando Maldonado foi contratado pelo organizado São Paulo e agradou. Sua boa fase no clube paulista fez com que logo viesse a primeira oportunidade na Seleção Chilena, e trouxe também bastante prestígio.

Ficou no Morumbi até o ano de 2003, quando era comandado pelo ex rubro-negro Oswaldo de Oliveira. Naquela temporada, o chileno que era um dos mais badalados jogadores da equipe, pediu o dobro do salário que recebia para que continuasse no São Paulo, e, diante da recusa são paulina, acabou indo para o Cruzeiro, que naquela temporada, montava um time de estrelas.

Comandado pelo flamenguista assumido Vanderlei Luxemburgo, Maldonado viveu talvez a melhor fase da sua carreira. Campeão da Copa do Brasil 2003 em cima do Flamengo e também Campeão Brasileiro, o jogador acabou se tornando referência no setor defensivo do time celeste e viu suas convocações para a sua seleção se tornarem cada vez mais frequentes.

Em 2005, ao fim do seu contrato com o Cruzeiro, e também ao fim do ano, o jogador acabou voltando ao comando de Luxa, desta vez, no Santos. No clube da Vila Belmiro, Maldonado ganhou de imediato a faixa de capitão, e em pouco tempo, em virtude da sua notória disposição e raça, ganhou também a condição de ídolo da torcida santista.

Ao final de 2006, Maldonado já era um dos jogadores mais pagos do elenco santista, e também, um dos mais cobiçados. No ínicio do ano seguinte, porém, uma contratura muscular acabou o tirando da Copa América, e chateando bastante o atleta, que passou a se dedicar ainda mais ao Santos.

No ínicio de 2008, por desejo do próprio jogador e com o passe adqurido pela quantia de U$$ 1,5 milhão (R$ 2,68 milhões), Maldonado que houvera até então disputado 84 jogos, marcado um gol e conquistado o bicampeonato paulista em 2006 e 2007, optou por seguir para o futebol turco, a fim de defender o Fenerbahçe, que na época era dirigido pelo ídolo maior rubro-negro, Zico.

No Fener, Maldonado recebeu a camisa de número 33, e ganhou status de salvador da pátria. Entretanto, em meados do ano, uma lesão no púbis acabou comprometendo as atuações do volante, que passou por um longo período de recuperação.

Insatisfeito na Turquia, desde o período da sua contusão, o jogador teve sua contratação cogitada pelo Palmeiras então treinado pelo amigo Vanderlei Luxemburgo no ínicio de 2009, no entanto, entraves burocráticos acabaram afastando o atleta do Palestra Itália.

Apesar disso, ainda em 2009, mais precisamente em Julho, Maldonado conseguiu uma liberação amigável e se desligou do Fenerbahçe, passando então a ouvir as mais diversas propostas, entre elas, aquela do time Mais Querido do Brasil, o Flamengo.

Numa negociação que ocorreu discretamente, Maldonado chegou á Gávea em agosto de 2009, para assumir a posição de xerife do grupo rubro-negro, que aliás, houvera perdido um semestre antes, Fábio Luciano, capitão do time. A estrela do chileno brilhou, e Maldonado se tornou o Carregador de Pianos do sratch rubro-negro na campanha do Campeonato Brasileiro 2009.

O esforço de Maldonado á frente da defesa do Fla fez com que o atleta tivesse seu trabalho reconhecido e retornasse á Seleção do seu país. O que era para ter sido um momento de êxtase, no entanto, acabou se tornando um drama. É que no amistoso em que celebrava seu retorno á seleção do Chile, o jogador se machucou e viu-se obrigado a ficar de fora das últimas partidas do Brasileirão faturado pelo Fla.

Dados
Nome Completo: Claudio Andrés del Tránsito Maldonado Rivera
Data de Nascimento: 3 de Janeiro de 1980(3-Predefinição:Pad2digit-Predefinição:Pad2digit) (31 anos)
Local de Nascimento: Curicó (Chile)
Posição: Volante
Altura: 1,74 m
Peso: 74 Kg
1° jogo: 29/08/2009 (Flamengo 3 x 0 Santo André)


Histórico
Anos Time
1997-2000 Colo Colo
2000-2003 São Paulo
2003-2005 Cruzeiro
2006-2007 Santos
2008-2009 Fenerbahçe
2009-2010 Flamengo
2000-2009 Seleção Chilena

Títulos

Pelo Flamengo

Campeonato Brasileiro: 2009

Por Outros Clubes

Colo Colo

Campeonato Chileno: 1998

São Paulo

Campeonato Paulista: 2000, 2002

Cruzeiro

Campeonato Mineiro: 2003, 2004
Copa do Brasil: 2003
Campeonato Brasileiro: 2003

Santos

Campeonato Paulista: 2006, 2007

Estatísticas
Ano Jogos Gols Marcados Assistências Cartão Amarelo Cartão Vermelho
2009 12(1) 1 0 2 0
2010 22(6) 0 0 1 1
Total 41 1 0 3 1

Retirado de "http://www.flamengo.com.br/flapedia/Claudio_Andr%C3%A9s_del_Tr%C3%A1nsito_Maldonado_Rivera"

O novo candidato a maestro do Fla para 2011


Bottinelli exibe a camisa do Flamengo: enganche

Quem é Darío Bottinelli, contratação do Flamengo pensando em 2011? Para decifrar em detalhes este (mais um) hermano que se candidata a repetir o sucesso de Conca, no Vasco e depois Fluminense, e Montillo, pelo Cruzeiro, convidamos Renato Zanata Arnos, nosso especialista em futebol argentino. A exemplo desses dois compatriotas, o agora rubro-negro vinha se destacando no Chile. Leia, clique e veja para saber mais sobre Bottinelli.

Por Renato Zanata Arnos

Darío Bottinelli, assim como Maxi Biancucchi e o saudoso Narciso Doval, foi formado na cantera del Ciclón, ou seja, nas divisões de base do San Lorenzo de Almagro. Com 24 anos recém completados, o argentino é um meia de criação que chega ao Flamengo com a incumbência de pensar o jogo e criar as tramas ofensivas, algo raro por aqui.

No San Lorenzo, El Pollo (frango em português) deu seus primeiros passos como jogador profissional, aos 17 anos, pelas mãos de Héctor Bambino Viera, treinador que o lançou no time principal. Depois, com Gustavo Alfaro, seguiu desenvolvendo seu futebol. Em 2006, atuou como enganche titular num 4-3-1-2, com o meio-campo em losango.

Naquel ano, no empate em 1 a 1 com o Vélez Sarsfield, foi titular, enquanto Walter Montillo aparecia entre os reservas. O hoje cruzeirense também surgiu nas divisões inferiores do San Lorenzo, na mesma época de Bottinelli, que o teria consultado antes de fechar oficialmente com o Flamengo.

Sob a batuta do treinador Oscar Ruggeri, zagueiro campeão do mundo em 1986, Bottinelli foi banco de Pablo Barrientos, outro enganche revelado pelo Ciclón, e que acaba de fechar com o Estudiantes. No San Lorenzo, treinado por Ramón Diaz e ao lado de Gastón Gata Fernández e Ezequiel Lavezzi, o novo rubro-negro conquistou o Clausura 2007 —atuou em quatro das 19 partidas do torneio.

Em seguida, teve uma rápida e apagada passagem pelo Racing Club, até ser emprestado no primeiro semestre de 2008 para a Universidad Católica. No Chile, se destacou na Libertadores, despertou o interesse do Atlas de Guadalajara, clube mexicano que comprou seu passe ao San Lorenzo.

No segundo semestre de 2010, Bottinelli retornou ao Chile para atuar novamente na Universidad Católica, treinada então, por Juan Antonio Pizzi. O argentino foi importante para Los Cruzados na conquista do título nacional, destacando-se no 4-2-3-1 como meia, aberto pela esquerda. Lá fazia a diagonal em direção a área para buscar o drible, a tabela, servir os atacantes ou arrematar em gol.

Revi três partidas da Libertadores 2008 nas quais atuou este enganche argentino pela Universidad Católica (América do México 2 x 1; 1 x 2 River Plate e River Plate 2 x 0). Assim, constatei o perfil técnico-tático de Darío Bottinelli.

Atuando dentro do contexto tático identificado como 4-4-2 (mais precisamente um 4-3-1-2), com o meio-campo em losango, Bottinelli tinha muita liberdade de movimentação. E apresentou o perfil de um autêntico enganche, ou seja, um meia de criação.

Bottinelli em ação pelo Atlas, do México: lá ele era o camisa 10
Posicionado a partir do círculo central, sempre marcado de perto por dois, três adversários, jogava usualmente a dois toques, e com boa qualidade na perna direita para conduzir a bola em velocidade. Dribles, passes curtos, longos, objetivos, verticais ou diagonais formavam seu jogo, além do arremate de fora da área.

O argentino não demonstrou medo em arriscar chutes de média e longa distância, principalmente próximo a meia-lua. Clareou para bater, e ele chutava, inclusive com a canhota, que não é a boa. Sem a bola, Bottinelli se apresentava em sua intermediária defensiva para cercar o adversário de posse da pelota e servir como opção para ao receber o segundo passe.

O camisa 18 da Gávea gosta de ditar o ritmo da equipe, virando jogo ou executando passes laterais de desafogo à procura dos companheiros livres de marcação. Seus passes diagonais tinham, em geral, o endereço do lateral esquerdo Pérez, quando este subia ao ataque.

Já a saída de bola da Universidad ficava por contra do muito bom volante central, Jorge El Patrón Ormeño. Bottinelli confirmou a fama de bom batedor de faltas pela esquerda. Das quatro cobranças que executou nestes três jogos, duas geraram gols (um deles, contra o River Plate, mal anulado) e uma outra obrigou o goleiro Carrizo a executar difícil defesa.

Um torcedor do Flamengo, Adriano Lima, já até criou um site em homenagem ao Pollo. Vejamos se, em campo, ele corresponderá.

Renato Zanata La Bruja Arnos, niteroiense, 44 anos, formado em História, blogueiro, pesquisador e analista tático do futebol argentino.

Fonte: http://www.espn.com.br/maurocezarpereira/post/167954_VIDEOS+CONHECA+O+NOVO+CANDIDATO+A+CONCA+OU+MONTILLO+DO+FLA+PARA+2011

sábado, 1 de janeiro de 2011

Nonô - o goleador da década de 20



Nonô
Foto: Flaestatística

Claudionor Gonçalves da Silva

Biografia

Claudionor Gonçalves da Silva, o Nonô, é o décimo quarto maior artilheiro da história do Flamengo, com 123 gols em 143 jogos disputados. Destaque do clube de 1920 a 1930, Nonô foi o jogador que mais marcou com a camisa do clube na década de 20. Conquistou quatro títulos e fez parte da geração que profissionalizou o futebol rubro-negro que ainda jogava no estádio da Rua Paysandu. Em 1925, quando o conquistou o seu terceiro título carioca pelo Flamengo, obteve a incrível marca de 30 gols em 21 partidas no ano pelo clube.

Dados
Nome Completo: Claudionor Gonçalves da Silva
Apelido: Nonô
Data de Nascimento: _01_/_01_/1899
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Posição: Atacante
Nº Jogos: 143
N º Gols: 123

Histórico
Anos Time
1920-1930 Flamengo

Títulos
Pelo Flamengo
Campeonato Carioca: 1921, 1922, 1925 e 1927
Estatísticas
Ano Jogos Gols Marcados Assistências Cartão Amarelo Cartão Vermelho
1921 18 14 - - -
1922 17 9 - - -
1923 26 28 - - -
1924 19 19 - - -
1925 21 30 - - -
1926 16 11 - - -
1927 4 2 - - -
1928 6 5 - - -
1929 15 5 - - -
1930 1 0 - - -
Total 143 123 - - -

Fontes: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Non%C3%B4

www.conteudoesportivo.com.br