Acabei de ler uma postagem do excelente blog Flamengo Eternamente e resolvi transcrevê-la na íntegra. Ei-la a seguir.
“Cada brasileiro, vivo ou morto já foi Flamengo por um instante, por um dia.“, disse Nelson Rodrigues, fanático tricolor desprovido de vaidades clubisticas na hora de analisar futebol.
Hoje, 28 de outubro, é o dia do flamenguista. Hoje, 28 de outubro de 2009, é o dia que o Flamengo pode se tornar líder do campeonato Brasileiro. Hoje, como quase toda quarta-feira, é dia de 35 milhões de pessoas viverem por um só objetivo e outras 150 milhões torcerem contra.
Amanhã, como sempre, líder ou fora da briga, a capa dos jornais terá o tal do Flamengo.
Decidindo titulo, lá estarão milhares de torcedores, em outro estado, fazendo com que o tal do Flamengo jogue em casa quando deveria atuar fora.
No sábado, onde todos brigam pela liderança, lá estará ele, de novo, jogando com 12, burlando o regulamento básico do futebol.
E se o time pipocar e perder o titulo novamente, não muda nada. Vão se revoltar, xingar, protestar e, daqui 3 meses, lá estarão eles fazendo juras de amor ao time num clássico qualquer pelo campeonato estadual, aquele que nem eles aguentam mais vencer.
O time mais inexplicável do planeta terra, sem dúvida.
Não ganha o principal titulo nacional desde 1992. Lá se vão mais de 17 anos e a torcida diminui? Não, aumenta. Segundo pesquisa, a maior entre as crianças do país.
Quando ninguém dá nada pra eles, chegam e surpreendem a todos. Quando todos esperam muito, ele perde e decepciona sua nação.
Favorito em tudo que disputa, simplesmente pelo citado acima. Ninguém é capaz de saber o que esperar do Flamengo, nunca.
E quando eventualmente não tem um time capaz de ser campeão, a cobrança é como se tivesse. Ou seja, não existem jogadores no Flamengo. Existe o Flamengo e ponto final.
Única torcida do planeta que paga ingresso por 2 espetáculos. Um no campo, como todas elas, e outro que ela mesmo proporciona.
O flamenguista vai ao Maracanã pra curtir o time, o jogo, o clima e a própria torcida. É único.
Talvez uma das raras torcidas do mundo que tenha dezenas de ídolos, mas que não há discussão sobre o maior.
Existe o Zico e o resto. E o “resto” inclui, talvez, os dois melhores laterais que o mundo já viu em cores. Leandro e Junior.
A Nação rubro-negra não tem esse nome a toa. São 35 milhões de torcedores, e vejamos:
A cidade mais populosa do mundo é Tóquio. E tem 34 milhões de pessoas.
A maior do Brasil é são Paulo, com 19.
O Flamengo, sozinho, tem 35. Se cobrasse impostos seria trilhardário.
Não cobra, e vive devendo.
Deve milhões, e isso não faz a menor diferença.
Ao contrário do amor que tanto exaltamos, este não vai embora quando o amado fica pobre. É amor de verdade, o mais puro que existe.
Incondicional, este sim.
Aquele que não analisa, que não raciocina, que não condiciona a nada.
A nação poderia dizer, sem culpa: “Eu te amo, e pronto”.
Não interessa porque, como, quando e nem sob quais condições.
É maior, é inexplicável.
Ser Flamengo é algo que não tem comparação. Eu não nasci assim, e nem ouso dizer se felizmente ou infelizmente.
Flamenguista é aquele sujeito que ama futebol acima do que ele o proporciona. Aquele que não troca amor por resultados, e que não condiciona sua preferencia por um ou outro jogador.
Por aí existe o Santos de Pelé, o São Paulo de Rogério Ceni, o Palmeiras de Ademir.
Lá existe o Zico do Flamengo.
A ordem é sempre inversa. Os valores são sempre diferentes.
Ser flamenguista não torna ninguém melhor do que os outros, nem pior. Diferente, sem dúvida.
Ser maioria é algo que fortalece. É infinito, porque a nação não tem fim, e nem deixará de ser a maior torcida do país nos próximos 200 anos.
Odiar o Flamengo é absolutamente justificavel.
Qualquer um fica irritado em ganhar titulos e mais titulos e ver que a capa do jornal não muda de foto. É sempre a do Flamengo.
Qualquer um se incomoda em saber que titulos e dividas menores não conseguem sobrepor a importancia de um clube que tem sua grandeza baseada em nada atual e concreto.
É grande. Porque? Porque é.
Pode existir algo maior do que o que não se explica?
Entrar num Maracanã lotado e olhar pra aquela torcida é algo que apenas eles sabem o que é, o que significa e o quanto importa.
“Torcida não ganha jogo”, dizem.
“Só se for a sua”, eles dirão.
Hoje é dia do flamenguista.
Você não é Flamenguista?
Que pena.
By Rica Perone
Fonte: http://flamengoeternamente.blogspot.com/2009/10/dia-do-flamenguista.html
A torcida do Flamengo tem o que comemorar nesta quarta-feira, 28 de outubro, antes mesmo do jogo contra o Barueri. Além de ser a data do padroeiro do clube, São Judas Tadeu, desde 2007, também é comemorado o Dia do Flamenguista.
A homenagem consta no calendário oficial do município do Rio de Janeiro e foi sancionada pelo ex-prefeiro César Maia após a aprovação de um projeto de lei sugerido pelo vereador Jorge Mauro.
Adaptado da fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL1357390-9865,00.html
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Na primeira vez no Engenhão, Fla vence o Botafogo mais uma vez

Adriano comemora o gol do Flamengo, após jogada individual pela direita.
Jejum do Alvinegro, no Z-4, contra o arquirrival completa dez partidas, e o time da Gávea entra de vez na briga pelo título
A primeira vez o torcedor nunca esquece. Botafogo e Flamengo nunca haviam se enfrentado no Engenhão, e o clássico realizado na tarde deste domingo teve todos os ingredientes que o transformaram no de maior rivalidade no futebol carioca nos últimos anos. Confronto entre a torcida rubro-negra e a Polícia Militar no lado de fora do estádio, tensão lá dentro, pênalti defendido por Bruno e até mesmo o inusitado fato de o público presente ter sido menor que o número de ingressos vendidos - a explicação dos responsáveis cai sobre torcedores que compraram o seu bilhete mas desistiram de assistir ao jogo, ou sobre cambistas que não conseguiram se desfazer dos seus. A única coisa que não mudou foi o resultado da partida. No fim das contas, nova vitória do clube da Gávea, desta vez por 1 a 0.
Já são dez partidas de jejum do Glorioso (sete derrotas e três empates) contra o arquirrival. A última vez que a torcida alvinegra pôde comemorar foi no dia 14 de abril de 2008, quando o time venceu por 3 a 0 na semifinal da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca. Com o resultado, o Flamengo manteve a quinta colocação, agora com 51 pontos, a um do G-4 e três a menos que o líder Palmeiras, entrando de vez na briga não apenas por uma vaga na Taça Libertadores de 2010, mas também do título. Já o Botafogo continua na zona de rebaixamento, com 32 pontos, mas agora em 18º lugar - o time acabou ultrapassado por Santo André e Náutico, que venceram na rodada, chegaram ao mesmo número de pontos, mas levam vantagem no número de vitórias (oito contra seis).
As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira, e ambos sem os seus respectivos maestros: Lucio Flavio e Petkovic receberam o terceiro cartão amarelo e terão de cumprir suspensão automática - o meia rubro-negro ainda deixou o campo após sentir uma lesão no músculo posterior da coxa direita. O Alvinegro recebe o Náutico, às 19h30m, no Engenhão, em um confronto direto na briga contra o rebaixamento nesta reta final do Brasileirão. Já o Flamengo vai a São Paulo, onde enfrenta o Barueri, na Arena, às 21h50m.
Casa cheia só na expectativa, e o Fla confirma melhor momento
Com um público muito aquém do esperado, as equipes entraram em campo buscando o ataque desde o início. O Rubro-Negro contava com o trio formado por Petkovic, Zé Roberto e Adriano, enquanto o Alvinegro começou com Reinaldo ao lado de Jobson e André Lima na frente. Duas formações ofensivas, mas o melhor momento do time visitante acabou prevalecendo. Aos cinco, Juan foi à linha de fundo e cruzou para o meio da área. Fierro, sem marcação, concluiu para fora. No minuto seguinte, Zé Roberto aproveitou rebote da defesa adversária e chutou com perigo, à esquerda de Jeferson. O camisa 22 voltou aparecer em seguida, aos sete, quando aproveitou o espaço pelo lado esquerdo para entrar na área. O goleiro botafoguense saiu bem para ganhar a jogada.
A resposta dos donos da casa veio na sequência. Aos oito, Reinaldo arriscou de longe, e Bruno espalmou a escanteio. Após um início eletrizante, os dois times colocaram o pé no freio, e a partida passou a ficar mais disputada no meio-campo. O Botafogo chegou com perigo ao 13 e aos 17, com Batista chutando com perigo de fora da área, e Reinaldo cabeceando à direita do gol. A partir daí, predomínio total do Rubro-Negro, que pressionou até abrir o placar e ainda poderia ter ido para o vestiário com uma vantagem maior. Aos 23, Toró errou o chute, mas a bola acabou nos pés de Adriano, que dominou e chutou para a segura defesa de Jefferson. Um minuto depois, Fierro cruzou da direita, e Zé Roberto, sem marcação, cabeceou mal, por cima do travessão.
Foi apenas um ensaio. Diante de um Alvinegro nervoso e com medo de arriscar, o Flamengo se aproveitou exatamente de um erro do sistema defensivo do rival. Aos 31, Wellington vacilou ao tentar cortar uma bola pelo alto, e Adriano partiu com tudo para cima. O Imperador ganhou na força de Juninho e do próprio Wellington, mesmo com um involuntário toque na bola com o braço esquerdo, e chutou sem chances para Jefferson: 1 a 0, e o atacante descarregava a raiva declarada porque estava há duas partidas sem marcar. Aos 38, Petkovic limpou jogada na área rubro-negra e fez lançamento espetacular para Fierro. O chileno tabelou com Zé Roberto, recebeu livre na área e chutou para fora, rente à trave esquerda, perdendo chance incrível.
Bota volta melhor, pressiona e perde pênalti
Os times voltaram sem alterações para a segunda etapa, mas o Alvinegro retornou com outra postura, criando mais oportunidades. Logo aos três minutos, Lucio Flavio cobrou falta da direita, e André Lima, livre de marcação na entrada da pequena área, concluiu sem direção. Aos seis, o camisa 9 acertou a pontaria, mas Bruno apareceu para realizar ótima defesa. Enquanto os anfitriões buscavam o ataque somente na base da vontade, o Flamengo, mais bem armado, dominava o meio-campo e sempre saía com perigo para o campo adversário. Aos dez, o retrato fiel do nervosismo alvinegro: Batista deu ótimo passe na esquerda para Jobson, mas o atacante chutou de maneira bisonha. A bola saiu pela linha lateral.
Com a entrada de Victor Simões no lugar de Batista, e a saída de Petkovic para a entrada de Gil, o Botafogo passou a ter mais posse de bola e encurralou o rival no campo de defesa. Aos 19, em seu primeiro lance na partida, Victor Simões chutou de primeira, após tabela com André Lima, e Bruno apareceu muito bem mais uma vez. Três minutos depois, brilhou a estrela do o camisa 1 rubro-negro. Pouco depois de os jogadores alvinegros reclamarem um toque de mão de Toró na área, o árbitro Luiz Antônio Silva dos Santos viu falta inexistente de Airton em André Lima. Pênalti mal marcado que Lucio Flavio cobrou aos 25 para a defesa do goleiro.
Aos 33, Lucio Flavio desceu pela esquerda e cruzou rasteiro para o meio da área. Victor Simões fez o corta-luz para André Lima, que soltou a bomba, mas isolou. O Botafogo seguiu pressionando em busca do gol de empate, que o tiraria do Z-4, mas foi o Flamengo, mesmo encurralado durante os 20 minutos finais, que quase balançou as redes. Já nos acréscimos, Zé Roberto desceu livre pela direita e chutou para Jefferson fazer ótima defesa. No rebate, Gil, com o gol aberto a sua frente, concluiu de maneira ridícula para fora. E não faria diferença alguma mesmo.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Futebol/0,,CCF30628-9825,00.html
sábado, 24 de outubro de 2009
Zagallo se rende ao futebol de Petkovic: 'Ele é o grande craque do Brasileirão'
Treinador do Flamengo em 2001 compara sérvio atual com o daquela época e considera o de hoje em melhor forma: 'Está mais fino e experiente'
Rodrigo Benchimol
Rio de Janeiro
Quando Petkovic marcou a sua trajetória pelo Flamengo em 2000 e, principalmente, em 2001, Zagallo era o treinador rubro-negro. Os anos se passaram, mas o futebol do sérvio continua enchendo os olhos do Velho Lobo. A ponto de, numa comparação do Pet de hoje com aquele jogador que comandou,
considerá-lo o não só o destaque do Campeonato Brasileiro como também em melhor forma do que há oito anos.
- A experiência de Petkovic tem sido fundamental. Ele também se cuidou mais, está mais magro, procura recuar quando perde a bola... Tem dado algo mais, se superado. Hoje está mais fino, isso tem contribuído, e muito, para o seu sucesso. Pelo que vem apresentando, para mim é o grande craque do Brasileirão. Não vejo outro meio-campo com a qualidade que tem. Talvez só o Ricardinho, que está no Atlético-MG. Mas o Pet tem feito a diferença, sabendo construir as jogadas e marcando gols. É muito inteligente – elogia.
Sem a menor cerimônia, Zagallo compara o Pet de hoje com aquele que em 2001 lhe trouxe algumas dores de cabeça mas muitas alegrias. Naquela época, Pet ficou conhecido não só pelos gols de falta (um que garantiu o tri carioca contra o Vasco e outro, o título da Copa dos Campeões), mas também por problemas com a balança, brigas com o ex-atacante Edílson, indisciplina tática e algumas outras vaidades.
- Ele foi um dos principais jogadores da conquista do tri e da Copa dos Campeões. É claro que havia outros jogadores importantes, mas o Pet tem muita habilidade, uma capacidade técnica impressionante. Apesar da guerra de vaidades entre ele e o Edílson, aquele grupo se sobressaiu – disse Zagallo, para quem o meia sérvio tem feito um bem ao futebol brasileiro.
Na opinião do tetracampeão mundial, a presença de alguém com as características de Petkovic tem feito um bem ao futebol brasileiro. Principalmente porque resgata, para o ex-treinador, o que tem sido artigo raro: o futebol-arte. Nesse ponto, sobraram também elogios para o técnico Andrade. Segundo Zagallo, o esquema tático do atual técnico do Flamengo tem seguido as tradições verde-amarelas.
- O Flamengo tem jogado num esquema que eu gosto. Sem essa história de ala. Com quatro atrás e um tradicional camisa 10 no meio para organizar as jogadas. Não dá para praticar o nosso futebol-arte num time com três cabeças de área.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL1353280-9827,00.html
Rodrigo Benchimol
Rio de Janeiro
Quando Petkovic marcou a sua trajetória pelo Flamengo em 2000 e, principalmente, em 2001, Zagallo era o treinador rubro-negro. Os anos se passaram, mas o futebol do sérvio continua enchendo os olhos do Velho Lobo. A ponto de, numa comparação do Pet de hoje com aquele jogador que comandou,
considerá-lo o não só o destaque do Campeonato Brasileiro como também em melhor forma do que há oito anos.
- A experiência de Petkovic tem sido fundamental. Ele também se cuidou mais, está mais magro, procura recuar quando perde a bola... Tem dado algo mais, se superado. Hoje está mais fino, isso tem contribuído, e muito, para o seu sucesso. Pelo que vem apresentando, para mim é o grande craque do Brasileirão. Não vejo outro meio-campo com a qualidade que tem. Talvez só o Ricardinho, que está no Atlético-MG. Mas o Pet tem feito a diferença, sabendo construir as jogadas e marcando gols. É muito inteligente – elogia.
Sem a menor cerimônia, Zagallo compara o Pet de hoje com aquele que em 2001 lhe trouxe algumas dores de cabeça mas muitas alegrias. Naquela época, Pet ficou conhecido não só pelos gols de falta (um que garantiu o tri carioca contra o Vasco e outro, o título da Copa dos Campeões), mas também por problemas com a balança, brigas com o ex-atacante Edílson, indisciplina tática e algumas outras vaidades.
- Ele foi um dos principais jogadores da conquista do tri e da Copa dos Campeões. É claro que havia outros jogadores importantes, mas o Pet tem muita habilidade, uma capacidade técnica impressionante. Apesar da guerra de vaidades entre ele e o Edílson, aquele grupo se sobressaiu – disse Zagallo, para quem o meia sérvio tem feito um bem ao futebol brasileiro.
Na opinião do tetracampeão mundial, a presença de alguém com as características de Petkovic tem feito um bem ao futebol brasileiro. Principalmente porque resgata, para o ex-treinador, o que tem sido artigo raro: o futebol-arte. Nesse ponto, sobraram também elogios para o técnico Andrade. Segundo Zagallo, o esquema tático do atual técnico do Flamengo tem seguido as tradições verde-amarelas.
- O Flamengo tem jogado num esquema que eu gosto. Sem essa história de ala. Com quatro atrás e um tradicional camisa 10 no meio para organizar as jogadas. Não dá para praticar o nosso futebol-arte num time com três cabeças de área.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL1353280-9827,00.html
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Léo Moura - mais um craque na lateral direita

Leonardo da Silva Moura ( Niterói, 23 de Outubro de 1978 - ) é um lateral-direito que colecionou passagens por diversos clubes brasileiros até se firmar na condição de titular absoluto do Flamengo desde a sua chegada no clube.
Léo Moura começou ainda garoto no Botafogo, atuando como meio-campista. Curiosamente, o jogador, assim como tantos outros craques do futebol brasileiro, havia tentado a sorte no Flamengo, mas não houvera obtido êxito, adiando em alguns anos a sua chegada no Mais Querido.
Foi ainda muito jovem que Léo teve sua primeira chance na Europa, mais precisamente na Bélgica, e posteriormente, na Holanda. Depois voltou ao Brasil e passou por diversos clubes, entre eles, Palmeiras, por onde foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro e ainda os rivais rubro-negros Fluminense e Vasco.
No Mais Querido do Brasil chegou em 2005 com a fama de jogador cigano, e de certa forma desacreditado, tamanha a rotatividade nos clubes pelos quais passou anteriormente. Entretanto, Moura em pouco tempo ficou marcado em virtude dos diversos bons passes e dribles nos mais de cem jogos que o lateral disputou com a camisa do Clube, que o proporcionou seu primeiro título como profissional na carreira: a Copa do Brasil de 2006.
Aquele seria apenas o primeiro título do jogador, que assumiu de vez a posição que houvera de ser de Leandro um dia. Não demorou até que Léo Moura caísse nas graças da torcida e se apaixonasse pelo Flamengo. Naquele time, formou por muito tempo ao lado de Juan, a famosa dupla de laterais mais temida do futebol brasileiro.
Em 2008 o lateral foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira e conquistou a Taça Guanabara 2008 e o Campeonato Carioca 2008. No meio do ano o lateral alcançou um grande feito para um jogador da sua posição se tornando um dos dez maiores artilheiros do clube em Campeonatos Brasileiros.
Ícone do quinto tricampeonato carioca do Flamengo, Léo foi figura marcante no título de 2009, quando aos prantos declarou para uma emissora de tv, não saber mensurar a importância de escrever seu nome nos anais rubro-negros.
Dados
Nome Completo: Leonardo da Silva Moura
Dia do Nascimento: 23 de Outubro de 1978 (31 anos)
Nascimento: Niterói (RJ)
Altura: 1,76m
Peso: 65 kg
1° jogo: 12/06/2005 (Corinthians 4 x 2 Flamengo)
Histórico
Anos Time
1996-1999 Botafogo
1999 Linhares ES
1999-2000 GBA-BE
2000-2001 Den Haag-Holanda
2002 Vasco
2002 Palmeiras
2003 São Paulo
2004 Fluminense
2005 Sporting
2005-2009 Flamengo
2008 Seleção Brasileira
Títulos
Pelo Flamengo
* Copa do Brasil: 2006
* Taça Guanabara: 2007, 2008
* Campeonato Carioca: 2007, 2008,2009
* Taça Rio: 2009
Estatísticas
Ano Jogos Gols Marcados Assistências Cartão Amarelo Cartão Vermelho
2005 32 7 0 4 1
2006 51 2 11 7 0
2007 56 5 13 9 0
2008 56(1) 13 9 6 1
2009 38 5 7 7 1
Total 234 32 40 33 3
Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Leonardo_da_Silva_Moura
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Angelim: ‘Se quiserem, eu fico no Flamengo’
Rio - Aos 34 anos, Ronaldo Angelim rodou por clubes de pouca expressão até chegar ao Fortaleza em 2001, onde ficou durante cinco anos. O zagueiro acertou com o Flamengo em 2006. Há quatro anos na Gávea, o jogador ainda não sabe qual será seu futuro, já que o contrato se encerra em dezembro e ele ainda não foi procurado pela diretoria para discutir renovação. Mas, desde já, ele diz que quer ficar.
“Estou há quatro anos no Flamengo, esse tempo passou muito rápido. Ainda não tive nenhuma conversa com a diretoria, mas se eles quiserem eu fico”, afirma Angelim, com seu jeito humilde.
No Flamengo, o jogador conquistou a Copa do Brasil (2006), Taça Guanabara (2007/08), Taça Rio (2009) Campeonato Carioca (2007/08/09), nunca levou um cartão vermelho e ainda marcou 12 gols.
“Só tinha ficado tanto tempo no Fortaleza, onde joguei durante cinco anos. Me sinto muito bem no Flamengo, time que sempre fui torcedor”, completa o jogador, que não enfrentará o Botafogo por ter levado o terceiro cartão amarelo contra o Palmeiras.
Em depoimento para o filme sobre a conquista do Penta-tri estadual, Angelim chorou ao comentar sua dupla com Fábio Luciano.
Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/ataque/flamengo/html/2009/10/angelim_se_quiserem_eu_fico_no_flamengo_42025.html
“Estou há quatro anos no Flamengo, esse tempo passou muito rápido. Ainda não tive nenhuma conversa com a diretoria, mas se eles quiserem eu fico”, afirma Angelim, com seu jeito humilde.
No Flamengo, o jogador conquistou a Copa do Brasil (2006), Taça Guanabara (2007/08), Taça Rio (2009) Campeonato Carioca (2007/08/09), nunca levou um cartão vermelho e ainda marcou 12 gols.
“Só tinha ficado tanto tempo no Fortaleza, onde joguei durante cinco anos. Me sinto muito bem no Flamengo, time que sempre fui torcedor”, completa o jogador, que não enfrentará o Botafogo por ter levado o terceiro cartão amarelo contra o Palmeiras.
Em depoimento para o filme sobre a conquista do Penta-tri estadual, Angelim chorou ao comentar sua dupla com Fábio Luciano.
Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/ataque/flamengo/html/2009/10/angelim_se_quiserem_eu_fico_no_flamengo_42025.html
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Clemer - o melhor goleiro do clube vindo do Nordeste
Clemer Melo da Silva
Clemer
Goleiro famoso por seus altos e baixos, Clemer iniciou a carreira no Moto Clube em 1987 e, na década que se seguiu, atuou por diversos clubes pequenos do Brasil. Sua primeira grande chance foi no Remo, de Belém, onde conseguiu conquistar duas vezes o campeonato estadual e chamou a atenção de outros clubes.
Finalmente, em 1996, Clemer foi jogar na Portuguesa de Desportos, onde seu nome passou a ser conhecido, sendo vice-campeão brasileiro daquele ano. Não demorou muito e o goleiro foi contratado pelo Flamengo, clube que defendeu entre 1997 e 2002, e onde conquistou diversos títulos, além da confiança da torcida. Porém, foi perdendo espaço para Júlio César, e então, deixou à Gávea.
De lá, foi para o Sul. Chegou ao Internacional em 2002, e no Colorado veio a conquistar a Taça Libertadores da América e o Mundial de Clubes da FIFA de 2006, os dois títulos mais importantes de sua longa carreira.
Dados
Nome Completo: Clemer Melo da Silva
Dia do Nascimento: 20 de outubro de 1968
Nascimento: São Luis (MA)
Posição: Goleiro
Número de Partidas pelo Fla: 232
Número de Gols: 0
Histórico
Anos Time
1994-1995 Remo
1995-1996 Goiás
1996-1997 Portuguesa
1997-2002 Flamengo
2002-2008 Internacional
Títulos
Pelo Flamengo
Campeonato Carioca: 1999, 2000 e 2001
Taça Guanabara: 1999 e 2001
Taça Rio: 2000
Copa Mercosul: 1999
Copa dos Campeões: 2001
Por Outros Clubes
Internacional
Campeonato Gaúcho: 2002, 2003, 2004, 2005, 2008 e 2009
Taça Libertadores da América: 2006
Mundial de Clubes da FIFA: 2006
Recopa Sul-Americana: 2007
Copa Sul-Americana: 2008
Remo
Campeonato Paraense: 1994 e 1995
Goiás
Campeonato Goiano: 1996
Estatísticas
Ano Jogos Gols Sofridos Média Cartão Amarelo Cartão Vermelho
1997 44 50 1,14 - -
1998 58 75 1,29 - -
1999 67 86 1,28 - -
2000 51 81 1,59 - -
2001 9 11 1,22 - -
2002 3 6 2,00 - -
Total 232 309 1,33 - -
Registros
Máximo de jogos seguidos sem tomar gol: 5 jogos (1 vez)
Máximo de gols no mesmo jogo: 5 gols (3 vezes)
Quantidade de jogos sem sofrer gol: 73 jogos
Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Clemer
OBS: Homenagem do Blog ao maior goleiro do Flamengo vindo do Nordeste brasileiro.
Clemer
Goleiro famoso por seus altos e baixos, Clemer iniciou a carreira no Moto Clube em 1987 e, na década que se seguiu, atuou por diversos clubes pequenos do Brasil. Sua primeira grande chance foi no Remo, de Belém, onde conseguiu conquistar duas vezes o campeonato estadual e chamou a atenção de outros clubes.
Finalmente, em 1996, Clemer foi jogar na Portuguesa de Desportos, onde seu nome passou a ser conhecido, sendo vice-campeão brasileiro daquele ano. Não demorou muito e o goleiro foi contratado pelo Flamengo, clube que defendeu entre 1997 e 2002, e onde conquistou diversos títulos, além da confiança da torcida. Porém, foi perdendo espaço para Júlio César, e então, deixou à Gávea.
De lá, foi para o Sul. Chegou ao Internacional em 2002, e no Colorado veio a conquistar a Taça Libertadores da América e o Mundial de Clubes da FIFA de 2006, os dois títulos mais importantes de sua longa carreira.
Dados
Nome Completo: Clemer Melo da Silva
Dia do Nascimento: 20 de outubro de 1968
Nascimento: São Luis (MA)
Posição: Goleiro
Número de Partidas pelo Fla: 232
Número de Gols: 0
Histórico
Anos Time
1994-1995 Remo
1995-1996 Goiás
1996-1997 Portuguesa
1997-2002 Flamengo
2002-2008 Internacional
Títulos
Pelo Flamengo
Campeonato Carioca: 1999, 2000 e 2001
Taça Guanabara: 1999 e 2001
Taça Rio: 2000
Copa Mercosul: 1999
Copa dos Campeões: 2001
Por Outros Clubes
Internacional
Campeonato Gaúcho: 2002, 2003, 2004, 2005, 2008 e 2009
Taça Libertadores da América: 2006
Mundial de Clubes da FIFA: 2006
Recopa Sul-Americana: 2007
Copa Sul-Americana: 2008
Remo
Campeonato Paraense: 1994 e 1995
Goiás
Campeonato Goiano: 1996
Estatísticas
Ano Jogos Gols Sofridos Média Cartão Amarelo Cartão Vermelho
1997 44 50 1,14 - -
1998 58 75 1,29 - -
1999 67 86 1,28 - -
2000 51 81 1,59 - -
2001 9 11 1,22 - -
2002 3 6 2,00 - -
Total 232 309 1,33 - -
Registros
Máximo de jogos seguidos sem tomar gol: 5 jogos (1 vez)
Máximo de gols no mesmo jogo: 5 gols (3 vezes)
Quantidade de jogos sem sofrer gol: 73 jogos
Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Clemer
OBS: Homenagem do Blog ao maior goleiro do Flamengo vindo do Nordeste brasileiro.
Pet segue fazendo história no Flamengo
Com gols sobre o Palmeiras, sérvio é o terceiro estrangeiro com mais gols na história do clube
Os dois gols de Petkovic na vitória por 2 a 0 sobre o Palmeiras, domingo, no Palestra Itália, foram importantes não só para as pretensões do Flamengo no Brasileiro. Lançaram o ídolo a um novo degrau na história rubro-negra. Vestindo o Manto Sagrado, o sérvio alcançou a marca de 49 gols, tornando-se o terceiro estrangeiro com mais gols na história do clube, atrás apenas de Doval, que tem 92, e Benitez, com 75. Pet ultrapassou a marca de Sidney Pullen.
Quando o herói da conquista do quarto tricampeonato carioca acertou seu retorno ao clube, no final de maio deste ano, foi alvo de muitas dúvidas. Com o passar do tempo, o meia provou seu valor e se transformou em peça fundamental da equipe do técnico Andrade.
Com preparo físico invejável e a técnica refinada que o notabilizou, Pet passou a ganhar oportunidades de jogar e provou, dentro de campo, seu valor. Maduro, líder em campo, afável com os companheiros, o jogador acabou reconquistando a torcida rubro-negra. “A experiência conta muito. Tenho bagagem conseguida em grandes times e em vários países. Nunca ninguém negou minha qualidade e agora consegui esse equilíbrio na forma física. Já tive muitas fases boas. É como uma roda gigante, estando em cima ou embaixo é preciso girar sempre buscando o topo”, explicou Petkovic.
O técnico Andrade, que sabe bem o que é ser ídolo do Flamengo, é só elogios ao seu comandado. Segundo ele, o sérvio é um jogador de qualidade acima da média e um grande líder dentro do grupo.
“O Pet é um jogador diferenciado, um ídolo do Flamengo, e sabemos que se dermos liberdade ele mostra sua experiência e qualidade em campo. Mas temos mais jogadores que podem fazer a diferença, e isso também é importante”, analisou.
Fonte: http://www.flamengo.com.br/portal/index.php//AgenciaFla/Pet-segue-fazendo-historia-no-Flamengo
Os dois gols de Petkovic na vitória por 2 a 0 sobre o Palmeiras, domingo, no Palestra Itália, foram importantes não só para as pretensões do Flamengo no Brasileiro. Lançaram o ídolo a um novo degrau na história rubro-negra. Vestindo o Manto Sagrado, o sérvio alcançou a marca de 49 gols, tornando-se o terceiro estrangeiro com mais gols na história do clube, atrás apenas de Doval, que tem 92, e Benitez, com 75. Pet ultrapassou a marca de Sidney Pullen.
Quando o herói da conquista do quarto tricampeonato carioca acertou seu retorno ao clube, no final de maio deste ano, foi alvo de muitas dúvidas. Com o passar do tempo, o meia provou seu valor e se transformou em peça fundamental da equipe do técnico Andrade.
Com preparo físico invejável e a técnica refinada que o notabilizou, Pet passou a ganhar oportunidades de jogar e provou, dentro de campo, seu valor. Maduro, líder em campo, afável com os companheiros, o jogador acabou reconquistando a torcida rubro-negra. “A experiência conta muito. Tenho bagagem conseguida em grandes times e em vários países. Nunca ninguém negou minha qualidade e agora consegui esse equilíbrio na forma física. Já tive muitas fases boas. É como uma roda gigante, estando em cima ou embaixo é preciso girar sempre buscando o topo”, explicou Petkovic.
O técnico Andrade, que sabe bem o que é ser ídolo do Flamengo, é só elogios ao seu comandado. Segundo ele, o sérvio é um jogador de qualidade acima da média e um grande líder dentro do grupo.
“O Pet é um jogador diferenciado, um ídolo do Flamengo, e sabemos que se dermos liberdade ele mostra sua experiência e qualidade em campo. Mas temos mais jogadores que podem fazer a diferença, e isso também é importante”, analisou.
Fonte: http://www.flamengo.com.br/portal/index.php//AgenciaFla/Pet-segue-fazendo-historia-no-Flamengo
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