Hoje também faz 27 anos que o Flamengo conquistou a Taça Confraternização Brasil-Paraguai. O time que venceu essa partida estava sob o comando do técnico campeão estadual, da libertadores da américa e do mundial, todos no ano anterior - Paulo César Carpegiani.
C.R. Flamengo 2 x 0 Olímpia (PARAGUAI)
Taça Confraternização Brasil-Paraguai
Quarta-feira
25/08 - Estádio: Defensores del Chaco - Assunção - Paraguai
Time: Cantarele(Luís Alberto), Leandro(Antunes), Marinho, Mozer, Júnior(Ademar), Andrade(Zezé), Vítor, Zico(Peu), Wilsinho, Tita e Adilio.
Gols: Vítor e Adilio.
( C.R. Flamengo CAMPEÃO )
Fontes: http://www.flaestatistica.com/t1982.htm
http://www.conteudoesportivo.com.br/html/futebol/camp/fut_sumula.asp?codcampeonato=3556&numjogo=1
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
HISTÓRIA: O dia em que Zico parou o Barça
Há exatos 30 anos, Flamengo vencia Barcelona, então campeão da Recopa Européia, pelo Ramon de Carranza.
Foi no dia 25 de agosto de 1979. Há exatamente 30 anos, o Flamengo bateu o Barcelona, já naquela época um dos maiores clubes do mundo, e assegurava sua vaga na final do torneio Torneio Ramón de Carranza, em Cádiz, na Espanha. O Flamengo venceria a competição posteriormente, com uma vitória por 2 a 0 (dois gols de Zico) sobre o Ujpest, da Hungria.
Com Cantarele no gol; Toninho na lateral; Manguito e Nelson na zaga; Júnior na lateral esquerda; um meio formado por Andrade, Carpegiani (substituído depois por Adílio) e Zico; e um ataque com Tita, Cláudio Adão (depois Beijoca) e Júlio Cesar (depois Reinaldo), os rubro-negros superaram os então campeões da hoje extinta Recopa Européia (Cup Winners' Cup). Na época, a Recopa era o segundo torneio mais importante do continente europeu, disputada entre os campeões das copas nacionais de cada pais. A equipe catalã tinha jogadores de prestígio da época, como Juan Manuel Asensi e o austríaco Hans Krankl - ambos até hoje lembrados como dois dos maiores nomes que já vestiram as cores do Barça.
Os gols do Flamengo foram marcados por Zico e Júlio Cesar, o Uri Geller. “Foi uma vitória muito importante que nos deu confiança para jogar a decisão contra o time da Hungria, Ujpest Dozsa, que era muito bom também. Mas aí, depois de passar pelo Barcelona, nós fizemos uma grande partida e conquistamos o título com 2 a 0, dois gols meus. Foi a nossa primeira taça Ramon de Carranza, que era sempre um troféu imponente e até difícil de carregar”, relembrou Zico em depoimento exclusivo ao site oficial do Flamengo.
O adversário - A geração atual, que se encanta com o futebol vistoso de Messi e Iniesta, campeões da Champions League 2008/09, talvez nem fosse nascida quando Asensi, Krankl e companhia derrotaram o Fortuna Dusseldorf, por 4 a 3, no Estádio Saint Jakob, em Basel, na Suíça, e conquistaram o primeiro título europeu do Barcelona. “Aquele time tinha o atacante austríaco Hans Krankl, que foi artilheiro da Europa no ano anterior. E ainda o dinamarquês muito bom que, dois anos antes, tinha conquistado a bola de ouro da France Football, o Allan Simonsen. Dois jogadores que estão na galeria do time catalão”, lembra Zico.
A vitória sobre os alemães do Fortuna Dusseldorf marcou o início de uma era de conquistas no Camp Nou. Um ano antes, finalmente, o clube tivera uma eleição aberta para sua presidência, vencida por Josep Luiz Nunes, que deu ao Barça muita estabilidade financeira e colocou os catalães entre os maiores clubes da Europa no ano de 1992, quando o Barcelona finalmente venceria a mais importante competição continental.
A equipe que enfrentou o Flamengo, naquele 25 de agosto de 199, era um pouco diferente do time campeão europeu. Não contava com o holandês Neskeens, um dos principais nomes da famosa Laranja Mecânica. Mas tinha o capitão Asensi, um dos jogadores de maior identificação com o clube em sua história (e autor do terceiro gol catalão na final da Winners Cup), além do goleador austríaco Hans Krankl, que marcara 29 gols em 30 jogos oficiais naquela temporada.
O Flamengo - Embora ainda não tivesse começado sua brilhante trajetória de conquistas nacionais e internacionais, o Flamengo tinha conquistado a maior invencibilidade do futebol brasileiro, ao lado do Botafogo, com 52 jogos (43 vitórias e nove empates). Naquele período, entre outubro de 1978 e maio de 1979, a equipe marcara 137 gols e sofrera apenas 27. Meses depois, o Flamengo ainda conquistaria o terceiro tricampeonato estadual de sua história no futebol.
Aquela equipe já formava a base da “Geração de Ouro” do Flamengo, que viria a conquistar os Campeonatos Brasileiros de 1980, 1982 e 1983, além da Taça Libertadores e do Campeonato Mundial Interclubes de 1981. “Foi interessante que os espanhóis davam muita importância ao torneio, que foi disputado em Cadiz, mas não conheciam o Flamengo, o que era normal naquela época, e por isso, eles não acreditaram que poderíamos complicar as coisas para eles naquele jogo”, conta Zico ao site oficial do Flamengo.
O jogo - Ofensivo, o Flamengo partiu para cima dos Barcelona. Logo aos dois minutos de jogo, Júlio Cesar abriu o placar, aproveitando um lançamento primoroso de Carpegiani. Uri Geller entrou livre na área e mostrou categoria para tocar de pé esquerdo no canto direito do goleiro Amigo: 1 a 0 Flamengo, para surpresa da torcida local. A vantagem no placar fez com que os rubro-negros jogassem ainda mais soltos. Tocando a bola e impondo seu ritmo de jogo, o time colocou o Barcelona na roda e cozinhou a partida até marcar o segundo. Aos 38, Toninho driblou o goleiro e estava prestes a empurrar a bola para o fundo da rede, mas foi derrubado por Amigo: pênalti, que, no entanto, o juiz optou por marcar falta, fora da área. Mal sabiam os catalães que, com Zico em campo, uma falta era quase tão perigosa. O Galinho ajeitou com carinho e, com perfeição, colocou a bola no ângulo direito, definindo o placar do primeiro tempo: Flamengo 2 a 0.
A segunda etapa foi de um domínio ainda maior dos brasileiros. Jogando à vontade, a equipe encantou os espanhóis. Conforme o final do jogo se aproximava, o Fla também diminuía o ritmo e tentava sair nos contra-ataques, explorando a velocidade de Cláudio Adão. Mas a equipe não conseguiu ampliar e acabou sofrendo um gol. Aos 34 minutos, Esteban, que havia entrado no lugar de Rexach, aproveitou uma sobra de bola para fulminar Cantarele: 2 a 1. O gol acordou o Flamengo, que voltou a atacar e perderia pelo menos quatro chances claras de gol nos minutos finais. A vitória já estava selada e o Mengão saiu de campo ovacionado pela torcida espanhola. A fonte do relato do jogo é a edição daquela época do Jornal dos Sports.
Em quatro confrontos entre os clubes, o Flamengo venceu três partidas e o Barça apenas uma.
FICHA TÉCNICA - Barcelona 1 x 2 Flamengo
Torneio Ramón de Carranza
Barcelona – Amigo; Zumbiria, Migueli, Olmo e Stela; Canotio, Landaburu e Asensi; Simonsen, Krankl e Rexach.
Flamengo – Cantarele; Toninho, Manguito, Nelson e Júnior; Andrade, Carpegiani(Adilio) e Zico; Tita, Claudio Adão(Beijoca) e Júlio Cesar(Reinaldo).
Data: 25 de Agosto de 1979
Local: Estádio Ramón de Carranza, em Cádiz (Espanha)
Arbitragem: Perez
Gols: Júlio Cesar (Flamengo) aos 2 minutos do primeiro tempo, e Zico (Flamengo) aos 38 minutos do primeiro tempo; e Esteban (Barcelona) aos 34 minutos do segundo tempo.
Da equipe do site oficial do Flamengo (TB/JSA)
Fonte: http://www.flamengo.com.br/portal/index.php//AgenciaFla/HISTORIA-O-dia-em-que-Zico-parou-o-Barca
Foi no dia 25 de agosto de 1979. Há exatamente 30 anos, o Flamengo bateu o Barcelona, já naquela época um dos maiores clubes do mundo, e assegurava sua vaga na final do torneio Torneio Ramón de Carranza, em Cádiz, na Espanha. O Flamengo venceria a competição posteriormente, com uma vitória por 2 a 0 (dois gols de Zico) sobre o Ujpest, da Hungria.
Com Cantarele no gol; Toninho na lateral; Manguito e Nelson na zaga; Júnior na lateral esquerda; um meio formado por Andrade, Carpegiani (substituído depois por Adílio) e Zico; e um ataque com Tita, Cláudio Adão (depois Beijoca) e Júlio Cesar (depois Reinaldo), os rubro-negros superaram os então campeões da hoje extinta Recopa Européia (Cup Winners' Cup). Na época, a Recopa era o segundo torneio mais importante do continente europeu, disputada entre os campeões das copas nacionais de cada pais. A equipe catalã tinha jogadores de prestígio da época, como Juan Manuel Asensi e o austríaco Hans Krankl - ambos até hoje lembrados como dois dos maiores nomes que já vestiram as cores do Barça.
Os gols do Flamengo foram marcados por Zico e Júlio Cesar, o Uri Geller. “Foi uma vitória muito importante que nos deu confiança para jogar a decisão contra o time da Hungria, Ujpest Dozsa, que era muito bom também. Mas aí, depois de passar pelo Barcelona, nós fizemos uma grande partida e conquistamos o título com 2 a 0, dois gols meus. Foi a nossa primeira taça Ramon de Carranza, que era sempre um troféu imponente e até difícil de carregar”, relembrou Zico em depoimento exclusivo ao site oficial do Flamengo.
O adversário - A geração atual, que se encanta com o futebol vistoso de Messi e Iniesta, campeões da Champions League 2008/09, talvez nem fosse nascida quando Asensi, Krankl e companhia derrotaram o Fortuna Dusseldorf, por 4 a 3, no Estádio Saint Jakob, em Basel, na Suíça, e conquistaram o primeiro título europeu do Barcelona. “Aquele time tinha o atacante austríaco Hans Krankl, que foi artilheiro da Europa no ano anterior. E ainda o dinamarquês muito bom que, dois anos antes, tinha conquistado a bola de ouro da France Football, o Allan Simonsen. Dois jogadores que estão na galeria do time catalão”, lembra Zico.
A vitória sobre os alemães do Fortuna Dusseldorf marcou o início de uma era de conquistas no Camp Nou. Um ano antes, finalmente, o clube tivera uma eleição aberta para sua presidência, vencida por Josep Luiz Nunes, que deu ao Barça muita estabilidade financeira e colocou os catalães entre os maiores clubes da Europa no ano de 1992, quando o Barcelona finalmente venceria a mais importante competição continental.
A equipe que enfrentou o Flamengo, naquele 25 de agosto de 199, era um pouco diferente do time campeão europeu. Não contava com o holandês Neskeens, um dos principais nomes da famosa Laranja Mecânica. Mas tinha o capitão Asensi, um dos jogadores de maior identificação com o clube em sua história (e autor do terceiro gol catalão na final da Winners Cup), além do goleador austríaco Hans Krankl, que marcara 29 gols em 30 jogos oficiais naquela temporada.
O Flamengo - Embora ainda não tivesse começado sua brilhante trajetória de conquistas nacionais e internacionais, o Flamengo tinha conquistado a maior invencibilidade do futebol brasileiro, ao lado do Botafogo, com 52 jogos (43 vitórias e nove empates). Naquele período, entre outubro de 1978 e maio de 1979, a equipe marcara 137 gols e sofrera apenas 27. Meses depois, o Flamengo ainda conquistaria o terceiro tricampeonato estadual de sua história no futebol.
Aquela equipe já formava a base da “Geração de Ouro” do Flamengo, que viria a conquistar os Campeonatos Brasileiros de 1980, 1982 e 1983, além da Taça Libertadores e do Campeonato Mundial Interclubes de 1981. “Foi interessante que os espanhóis davam muita importância ao torneio, que foi disputado em Cadiz, mas não conheciam o Flamengo, o que era normal naquela época, e por isso, eles não acreditaram que poderíamos complicar as coisas para eles naquele jogo”, conta Zico ao site oficial do Flamengo.
O jogo - Ofensivo, o Flamengo partiu para cima dos Barcelona. Logo aos dois minutos de jogo, Júlio Cesar abriu o placar, aproveitando um lançamento primoroso de Carpegiani. Uri Geller entrou livre na área e mostrou categoria para tocar de pé esquerdo no canto direito do goleiro Amigo: 1 a 0 Flamengo, para surpresa da torcida local. A vantagem no placar fez com que os rubro-negros jogassem ainda mais soltos. Tocando a bola e impondo seu ritmo de jogo, o time colocou o Barcelona na roda e cozinhou a partida até marcar o segundo. Aos 38, Toninho driblou o goleiro e estava prestes a empurrar a bola para o fundo da rede, mas foi derrubado por Amigo: pênalti, que, no entanto, o juiz optou por marcar falta, fora da área. Mal sabiam os catalães que, com Zico em campo, uma falta era quase tão perigosa. O Galinho ajeitou com carinho e, com perfeição, colocou a bola no ângulo direito, definindo o placar do primeiro tempo: Flamengo 2 a 0.
A segunda etapa foi de um domínio ainda maior dos brasileiros. Jogando à vontade, a equipe encantou os espanhóis. Conforme o final do jogo se aproximava, o Fla também diminuía o ritmo e tentava sair nos contra-ataques, explorando a velocidade de Cláudio Adão. Mas a equipe não conseguiu ampliar e acabou sofrendo um gol. Aos 34 minutos, Esteban, que havia entrado no lugar de Rexach, aproveitou uma sobra de bola para fulminar Cantarele: 2 a 1. O gol acordou o Flamengo, que voltou a atacar e perderia pelo menos quatro chances claras de gol nos minutos finais. A vitória já estava selada e o Mengão saiu de campo ovacionado pela torcida espanhola. A fonte do relato do jogo é a edição daquela época do Jornal dos Sports.
Em quatro confrontos entre os clubes, o Flamengo venceu três partidas e o Barça apenas uma.
FICHA TÉCNICA - Barcelona 1 x 2 Flamengo
Torneio Ramón de Carranza
Barcelona – Amigo; Zumbiria, Migueli, Olmo e Stela; Canotio, Landaburu e Asensi; Simonsen, Krankl e Rexach.
Flamengo – Cantarele; Toninho, Manguito, Nelson e Júnior; Andrade, Carpegiani(Adilio) e Zico; Tita, Claudio Adão(Beijoca) e Júlio Cesar(Reinaldo).
Data: 25 de Agosto de 1979
Local: Estádio Ramón de Carranza, em Cádiz (Espanha)
Arbitragem: Perez
Gols: Júlio Cesar (Flamengo) aos 2 minutos do primeiro tempo, e Zico (Flamengo) aos 38 minutos do primeiro tempo; e Esteban (Barcelona) aos 34 minutos do segundo tempo.
Da equipe do site oficial do Flamengo (TB/JSA)
Fonte: http://www.flamengo.com.br/portal/index.php//AgenciaFla/HISTORIA-O-dia-em-que-Zico-parou-o-Barca
Aniversário de uma conquista - Taça Duque de Caxias (114)
Hoje faz 33 anos que o Flamengo conquistou a Taça Duque de Caxias. Em partida única, disputada no estádio Presidente Vargas, o time bateu o Ceará, por 2 a 0. A equipe era treinada pelo competente técnico gaúcho Carlos Froner.
Os campeões foram os seguintes:
C.R. Flamengo 2 x 0 Ceará (CE)
Taça Duque de Caxias
Quarta-feira 25/08 - Estádio: Presidente Vargas - Fortaleza - CE
Time: Cantareli, Toninho, Rondineli, Jaime, Júnior, Merica, Tadeu, Zico(Dendê), Paulinho, Luisinho e Luís Paulo.
Gols: Zico e Luisinho.
(Flamengo campeão)
Fontes: http://www.flaestatistica.com/t1976.htm
http://www.conteudoesportivo.com.br/html/futebol/camp/fut_sumula.asp?codcampeonato=3482&numjogo=1
Os campeões foram os seguintes:
C.R. Flamengo 2 x 0 Ceará (CE)
Taça Duque de Caxias
Quarta-feira 25/08 - Estádio: Presidente Vargas - Fortaleza - CE
Time: Cantareli, Toninho, Rondineli, Jaime, Júnior, Merica, Tadeu, Zico(Dendê), Paulinho, Luisinho e Luís Paulo.
Gols: Zico e Luisinho.
(Flamengo campeão)
Fontes: http://www.flaestatistica.com/t1976.htm
http://www.conteudoesportivo.com.br/html/futebol/camp/fut_sumula.asp?codcampeonato=3482&numjogo=1
sábado, 22 de agosto de 2009
Rubro-Negros incentivam campanha de doação de sangue
Toró, Adílio e Julio Cesar comparecem ao HemoRio e pedem que os torcedores ajudem os bancos de sangue
GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
O Flamengo encerrou nesta sexta-feira a campanha nacional "Sangue Rubro-Negro", lançada no dia 15 de agosto e que tinha como objetivo atrair torcedores aos bancos de coleta de sangue em todo o país. A iniciativa teve o apoio do Ministério da Saúde e Prefeitura do Rio. O volante Toró e atletas do passado, como Adílio, Julio Cesar (Uri Geller) e Gilmar Popoca estiveram no HemoRio, localizado no Centro da cidade. As informações são do site oficial do clube.
Toró, que se recupera de uma fratura no pé direito, convocou a nação rubro-negra a sempre doar sangue.
- Essa nossa torcida maravilhosa, que sempre dá o sangue pelo clube, tem que comparecer também e dar o sangue mesmo para as pessoas que precisam.
Para Julio Cesar, ponta-esquerda do time que conquistou o Campeonato Brasileiro de 1980, é um prazer participar de campanhas como essa.
- Essa equipe doou sangue pelo Flamengo. Agora estamos aqui dando continuidade. Essa mistura sangue, Flamengo e vida parecem um sinônimo - filosofou.
Adílio, outro craque da famosa geração que brilhou nos anos 80, concorda. Ele lembrou da importância de as pessoas ajudarem ao próximo.
- Nós sabemos que temos que ter essa consciência de sempre doar sangue. A vida mostra a você a cada dia que precisamos ter o compromisso de apoiar o próximo. Doar sangue é muito importante para todos nós.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL1276444-9865,00.html
GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
O Flamengo encerrou nesta sexta-feira a campanha nacional "Sangue Rubro-Negro", lançada no dia 15 de agosto e que tinha como objetivo atrair torcedores aos bancos de coleta de sangue em todo o país. A iniciativa teve o apoio do Ministério da Saúde e Prefeitura do Rio. O volante Toró e atletas do passado, como Adílio, Julio Cesar (Uri Geller) e Gilmar Popoca estiveram no HemoRio, localizado no Centro da cidade. As informações são do site oficial do clube.
Toró, que se recupera de uma fratura no pé direito, convocou a nação rubro-negra a sempre doar sangue.
- Essa nossa torcida maravilhosa, que sempre dá o sangue pelo clube, tem que comparecer também e dar o sangue mesmo para as pessoas que precisam.
Para Julio Cesar, ponta-esquerda do time que conquistou o Campeonato Brasileiro de 1980, é um prazer participar de campanhas como essa.
- Essa equipe doou sangue pelo Flamengo. Agora estamos aqui dando continuidade. Essa mistura sangue, Flamengo e vida parecem um sinônimo - filosofou.
Adílio, outro craque da famosa geração que brilhou nos anos 80, concorda. Ele lembrou da importância de as pessoas ajudarem ao próximo.
- Nós sabemos que temos que ter essa consciência de sempre doar sangue. A vida mostra a você a cada dia que precisamos ter o compromisso de apoiar o próximo. Doar sangue é muito importante para todos nós.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL1276444-9865,00.html
Garcia - o melhor goleiro estrangeiro da história

Foto: Garcia
Foto: Flaestatistica.
Sinforiano Garcia foi o segundo goleiro estrangeiro da história do clube do Flamengo, o primeiro havia sido José Tunel Caballero o Talladas que chegou no clube em 1937, mas só disputou 18 partidas pelo Flamengo. Já Garcia marcou época no gol rubro-negro na década de 50 tendo disputado mais de 270 partidas e sendo um dos destaques do time na conquista do Tri Carioca de 1953 a 1955. Garcia chegou no clube em 1949 e mesmo antes já havia alcançado a vaga de goleiro da Seleção Paraguaia, após quase 10 anos de Flamengo deixou de jogar pelo clube em 1958.
Dados
Nome Completo: Sinforiano Garcia
Posição: Goleiro
Dia do Nascimento: 22 de Agosto de 1924
Nascimento: Puerto Pinasco (Paraguai)
1° jogo: 29/05/1949 (Flamengo 3 x 1 Arsenal)
Títulos
Flamengo
* 1949
o Troféu Embaixada Brasileira na Guatemala
o Troféu El Comite Nacional Olímpico da Guatemala
* 1951
o Torneio Início do Rio de Janeiro
o Elfsborg Cup (Suécia)
* 1952
o Torneio Quadrangular do Peru
o Troféu Cidade de Arequipa (Peru)
* 1953
o Campeonato Carioca
o Torneio Quadrangular da Argentina
o Torneio Quadrangular de Curitiba
* 1954
o Campeonato Carioca
o Torneio Internacional do Rio de Janeiro
* 1955
o Campeonato Carioca
Estatísticas
Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Garcia
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Aniversário de uma conquista - Troféu Centenário do Linfield (113)
O Flamengo participou de uma excursão vitoriosa em 1986. Há exatos 23 anos o clube ganhava o Troféu Centenário do Linfield, na Irlanda. O time adversário fundado em março de 1886 tem o recorde de 48 conquistas nacionais. A equipe rubro-negra era formada, conforme a sua gloriosa tradição, predominantemente por atletas da base.
C.R. Flamengo 4 x 0 Linfield (IRLANDA DO NORTE)
Troféu Centenário do Linfield F.C.
19/08 - Estádio: Windsor Park - Belfast - Irlanda do Norte
Time: Zé Carlos(Hugo), Jorginho, Leandro(Mozer), Aldair(Guto), Adalberto, Andrade(Valtinho), Ailton(Julio Cesar Barbosa), Adilio, Bebeto(Carlinhos), Vinicius(Wallace) e Zinho.
Gols: Vinicius(2), Andrade e Bebeto.
( C.R. Flamengo Campeão )
Fontes: http://www.flaestatistica.com/t1986.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Linfield_F.C.
C.R. Flamengo 4 x 0 Linfield (IRLANDA DO NORTE)
Troféu Centenário do Linfield F.C.
19/08 - Estádio: Windsor Park - Belfast - Irlanda do Norte
Time: Zé Carlos(Hugo), Jorginho, Leandro(Mozer), Aldair(Guto), Adalberto, Andrade(Valtinho), Ailton(Julio Cesar Barbosa), Adilio, Bebeto(Carlinhos), Vinicius(Wallace) e Zinho.
Gols: Vinicius(2), Andrade e Bebeto.
( C.R. Flamengo Campeão )
Fontes: http://www.flaestatistica.com/t1986.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Linfield_F.C.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Jogos na Memória: motivos de orgulho dos flamenguistas
Jogos na Memória: confira os motivos de orgulho dos flamenguistas
Geração da década de 80 domina a lista.
Bernardo Ferreira
Rio de Janeiro
A geração mais vencedora da história do Flamengo domina a segunda edição dos Jogos na Memória, que destacam os orgulhos e as vergonhas do torcedor rubro-negro. Entre os representantes daquela época que mais aparecem na lista, estão Zico e Junior. Eles relembram, com depoimentos, partidas especiais em suas carreiras.
O timaço da década de 80 incluiu uma partida até na lista dos vexames. O primeiro colocado, no entanto, é bem mais recente. Confira abaixo os vídeos e os dois rankings montados pelo GLOBOESPORTE.COM, e veja quais jogos foram escolhidos pelos internautas.
1º lugar: Flamengo 3 x 0 Liverpool, em 1981
Em Tóquio, Fla de Zico chega ao seu auge Pré-jogo: O Flamengo ganhara a Libertadores batendo o Cobreloa, 20 dias antes. O Liverpool, que já havia sido campeão europeu em 1977 e 78, vencera também a edição de 1981.
Orgulho: Naquela época, ganhar a Libertadores era algo distante para os brasileiros. Faturar o título mundial, então, nem se fala. A façanha foi conquistada pelo maior Flamengo de todos os tempos, em cima do principal time europeu. E para isso bastaram 45 minutos.
Memória: "Fazia muito frio no Japão, por volta de dois graus, e os ingleses estavam mais acostumados a esse clima. Chegaram ao estádio de terno e gravata ou de sobretudo, enquanto nós havíamos chegado de macacão, chinelo, tocando pagode. Eles viram aquilo e acharam que iriam ganhar facilmente", Tita (atualmente técnico).
FLAMENGO 3 x 0 LIVERPOOL
Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Junior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico. Grobbelaar, Neal, Ray Kennedy, Lawnson e Thompson; Hansen, Dalglish e Lee; Johnstone, Souness e McDermott (Johnson).
Técnico: Paulo César Carpegiani. Técnico: Paisley.
Gols: Nunes, aos 13, Adílio, aos 34, e Nunes, aos 41 minutos do primeiro tempo.
Estádio: Nacional (Tóquio). Data: 13/12/1981. Árbitro: Rúbio Vazques (México).
2º lugar: Vasco 1 x 3 Flamengo, em 2001
Pré-jogo: Derrotado por 2 a 1 na primeira partida da final, o Flamengo precisava ganhar por dois gols de diferença para se sagrar tri estadual - mais uma vez diante do Vasco.
Orgulho: Foi a coroação de um time guerreiro que terminou o primeiro tempo levando o gol de empate. Foi o terceiro título seguido sobre o maior rival em decisões do Carioca. Foi a imortalização de um gol de falta (e nem era Zico na cobrança).
Memória: "Olhei para a arquibancada do Vasco, lotada, depois o Joel Santana de pé, e mais atrás o Eurico dando uma baforada com o charuto. Tudo isso numa fração de segundos. O Pet pegou a bola, e eu tirei o Santo Antônio do bolso e fiquei segurando. E aí aconteceu", Zagallo.
VASCO 1 x 3 FLAMENGO
Helton, Clebson, Geder (Odvan), Torres e Jorginho Paulista; Fabiano Eller, Paulo Miranda, Pedrinho (Jorginho) e Juninho Paulista; Euller e Viola (Dedé). Júlio César, Alessandro (Maurinho), Fernando, Juan, Cássio, Leandro Ávila, Rocha, Beto (Jorginho), Petkovic, Reinaldo (Roma) e Edílson.
Técnico: Joel Santana. Técnico: Zagallo.
Gols: Edílson, aos 23, e Juninho Paulista, aos 40 minutos do primeiro tempo; Edílson, aos oito, e Petkovic, aos 43 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Helton, Jorginho Paulista, Juninho Paulista, Clebson e Fabiano Eller (Vasco); Juan e Beto (Flamengo).
Estádio: Maracanã. Data: 27/05/2001. Árbitro: Léo Feldman (RJ). Público: 60.038.
3º lugar: Flamengo 2 x 0 Cobreloa, em 1981
Pré-jogo: Os dois times entrariam em campo pela terceira vez na final da Libertadores, agora em campo neutro, após vitória brasileira por 2 a 1 no Rio e chilena por 1 a 0 em Santiago.
Orgulho: A decisão teve o triunfo do bom sobre o mau. Sem um juiz condescendente com a violência do Cobreloa, prevaleceu a classe do Fla. No fim, os rubro-negros quiseram mostrar que eram capazes de ganhar na bola e no braço - vingando-se do vilão Mario Soto.
Memória: "O Flamengo foi superior e não deu chance ao Cobreloa. No fim, os jogadores até se conformaram. O técnico deles veio nos abraçar e pedir desculpa pelo que havia acontecido no Chile. O Anselmo entrou para mostrar que brasileiro não é banana, como eles tinham afirmado. Que também somos bons de briga. Até os jogadores chilenos gostaram da agressão ao Mario Soto. Disseram: 'Ele merece'", Adílio.
FLAMENGO 2 x 0 COBRELOA
Raul, Nei Dias, Marinho, Mozer e Junior; Leandro, Andrade e Zico; Tita, Nunes (Anselmo) e Adílio. Wirth, Tabile, Páez (Múñoz), Mario Soto e Escobar; Jiménez, Merello e Alarcón; Puebla, Siviero e Washington Oliveira.
Técnico: Paulo César Carpegiani. Técnico: Vicente Cantatore.
Gols: Zico, aos 18 minutos do primeiro tempo e aos 34 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Junior (Flamengo); Escobar (Cobreloa). Cartões vermelhos: Andrade e Anselmo (Flamengo); Jiménez, Mario Soto e Alarcón (Cobreloa).
Estádio: Centenário, em Montevidéu (URU). Data: 23/11/1981. Árbitro: Roque Cerullo (URU). Público: 30.200.
4º lugar: Flamengo 3 x 0 Botafogo, em 1992
Pré-jogo: O Flamengo se classificou na primeira fase graças a uma arrancada nas últimas rodadas. Na segunda fase, foi líder de uma chave com Vasco, São Paulo e Santos.
Orgulho: O bordão "deixou chegar, ninguém segura" ganhou mais força do que nunca depois de o time ser visto como carta fora do baralho na fase inicial. Na decisão, atropelou o favorito Botafogo no jogo de ida, praticamente assegurando o primeiro título de expressão pós-Zico.
Memória: "Naquele dia, algumas peças atuaram acima da expectativa, como Piá, Júlio César e Charles. Para mim, teve sabor especial. Eu era o último remanescente daquele timaço (da década de 80) e estava encerrando a carreira. Foi a cereja na torta de toda a minha carreira. Ainda terminei como artilheiro, o que nunca havia acontecido comigo, e voltei à seleção brasileira. Foram ótimos momentos, que ainda estão vivos na minha memória e na de todos os flamenguistas", Junior, atualmente comentarista da TV Globo.
FLAMENGO 3 x 0 BOTAFOGO
Gilmar, Fabinho, Júnior Baiano, Wilson Gottardo e Piá; Junior, Uidemar e Zinho; Júlio César, Gaúcho e Nélio (Paulo Nunes, depois Marcelinho Carioca). Ricardo Cruz, Odemilson, Renê, Márcio Santos e Válber; Carlos Alberto Santos, Pingo e Carlos Alberto Dias; Renato Gaúcho, Valdeir e Pichetti.
Técnico: Carlinhos. Técnico: Gil.
Gols: Junior, aos 15, Nélio, aos 34, e Gaúcho, aos 38 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Paulo Nunes e Júnior Baiano (Flamengo); Wilson Gottardo e Valdeir (Botafogo). Cartão vermelho: Márcio Santos (Botafogo).
Estádio: Maracanã. Data: 12/07/1992. Árbitro: José Roberto Wright. Público: 102.547.
5º lugar: Flamengo 4 x 1 Fluminense, em 1986
Pré-jogo: Três meses após uma cirurgia no joelho, Zico havia voltado a jogar numa excursão ao Oriente Médio. Em seguida, enfrentaria o Fluminense na abertura do Carioca.
Orgulho: Quando apareceu no placar o nome do maior ídolo rubro-negro, a torcida tricolor gritou "bichado". A vingança veio logo depois, com três gols, um deles em cobrança magistral de falta. A partida garantiu a convocação de Zico para a seleção (e a ida à Copa no México).
Memória: "A grande surpresa foi justamente a torcida do Flu me receber daquela forma. Não esperava, pois até aquela data nunca tinha feito nada para merecer aquele coro. Acho que foi uma das maiores atuações que tive na vida. Aquela foi a única partida oficial que eu e Sócrates fizemos juntos no Flamengo. Abriu o caminho para derrubar o sonho do tetra do Flu e motivar o Fla, que acabou conquistando o campeonato.", Zico (atualmente técnico do CSKA Moscou).
FLAMENGO 4 x 1 FLUMINENSE
Cantarele, Jorginho, Leandro, Mozer e Adalberto; Andrade, Sócrates e Zico; Bebeto, Chiquinho e Adílio. Paulo Victor, Alexandre Torres (Renato Martins), Vica, Ricardo Gomes e Branco; Jandir, Leomir e Renê; Romerito, Gallo (Édson Souza) e Tato.
Técnico: Sebastião Lazaroni. Técnico: Nelsinho Rosa.
Gols: Zico (três) e Bebeto; Leomir.
Estádio: Maracanã. Data: 16/02/1986. Árbitro: Luís Carlos Félix.
Adaptado da Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL1250210-9865,00-JOGOS+NA+MEMORIA+CONFIRA+OS+MOTIVOS+DE+ORGULHO+E+VERGONHA+DOS+FLAMENGUISTAS.html
Geração da década de 80 domina a lista.
Bernardo Ferreira
Rio de Janeiro
A geração mais vencedora da história do Flamengo domina a segunda edição dos Jogos na Memória, que destacam os orgulhos e as vergonhas do torcedor rubro-negro. Entre os representantes daquela época que mais aparecem na lista, estão Zico e Junior. Eles relembram, com depoimentos, partidas especiais em suas carreiras.
O timaço da década de 80 incluiu uma partida até na lista dos vexames. O primeiro colocado, no entanto, é bem mais recente. Confira abaixo os vídeos e os dois rankings montados pelo GLOBOESPORTE.COM, e veja quais jogos foram escolhidos pelos internautas.
1º lugar: Flamengo 3 x 0 Liverpool, em 1981
Em Tóquio, Fla de Zico chega ao seu auge Pré-jogo: O Flamengo ganhara a Libertadores batendo o Cobreloa, 20 dias antes. O Liverpool, que já havia sido campeão europeu em 1977 e 78, vencera também a edição de 1981.
Orgulho: Naquela época, ganhar a Libertadores era algo distante para os brasileiros. Faturar o título mundial, então, nem se fala. A façanha foi conquistada pelo maior Flamengo de todos os tempos, em cima do principal time europeu. E para isso bastaram 45 minutos.
Memória: "Fazia muito frio no Japão, por volta de dois graus, e os ingleses estavam mais acostumados a esse clima. Chegaram ao estádio de terno e gravata ou de sobretudo, enquanto nós havíamos chegado de macacão, chinelo, tocando pagode. Eles viram aquilo e acharam que iriam ganhar facilmente", Tita (atualmente técnico).
FLAMENGO 3 x 0 LIVERPOOL
Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Junior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico. Grobbelaar, Neal, Ray Kennedy, Lawnson e Thompson; Hansen, Dalglish e Lee; Johnstone, Souness e McDermott (Johnson).
Técnico: Paulo César Carpegiani. Técnico: Paisley.
Gols: Nunes, aos 13, Adílio, aos 34, e Nunes, aos 41 minutos do primeiro tempo.
Estádio: Nacional (Tóquio). Data: 13/12/1981. Árbitro: Rúbio Vazques (México).
2º lugar: Vasco 1 x 3 Flamengo, em 2001
Pré-jogo: Derrotado por 2 a 1 na primeira partida da final, o Flamengo precisava ganhar por dois gols de diferença para se sagrar tri estadual - mais uma vez diante do Vasco.
Orgulho: Foi a coroação de um time guerreiro que terminou o primeiro tempo levando o gol de empate. Foi o terceiro título seguido sobre o maior rival em decisões do Carioca. Foi a imortalização de um gol de falta (e nem era Zico na cobrança).
Memória: "Olhei para a arquibancada do Vasco, lotada, depois o Joel Santana de pé, e mais atrás o Eurico dando uma baforada com o charuto. Tudo isso numa fração de segundos. O Pet pegou a bola, e eu tirei o Santo Antônio do bolso e fiquei segurando. E aí aconteceu", Zagallo.
VASCO 1 x 3 FLAMENGO
Helton, Clebson, Geder (Odvan), Torres e Jorginho Paulista; Fabiano Eller, Paulo Miranda, Pedrinho (Jorginho) e Juninho Paulista; Euller e Viola (Dedé). Júlio César, Alessandro (Maurinho), Fernando, Juan, Cássio, Leandro Ávila, Rocha, Beto (Jorginho), Petkovic, Reinaldo (Roma) e Edílson.
Técnico: Joel Santana. Técnico: Zagallo.
Gols: Edílson, aos 23, e Juninho Paulista, aos 40 minutos do primeiro tempo; Edílson, aos oito, e Petkovic, aos 43 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Helton, Jorginho Paulista, Juninho Paulista, Clebson e Fabiano Eller (Vasco); Juan e Beto (Flamengo).
Estádio: Maracanã. Data: 27/05/2001. Árbitro: Léo Feldman (RJ). Público: 60.038.
3º lugar: Flamengo 2 x 0 Cobreloa, em 1981
Pré-jogo: Os dois times entrariam em campo pela terceira vez na final da Libertadores, agora em campo neutro, após vitória brasileira por 2 a 1 no Rio e chilena por 1 a 0 em Santiago.
Orgulho: A decisão teve o triunfo do bom sobre o mau. Sem um juiz condescendente com a violência do Cobreloa, prevaleceu a classe do Fla. No fim, os rubro-negros quiseram mostrar que eram capazes de ganhar na bola e no braço - vingando-se do vilão Mario Soto.
Memória: "O Flamengo foi superior e não deu chance ao Cobreloa. No fim, os jogadores até se conformaram. O técnico deles veio nos abraçar e pedir desculpa pelo que havia acontecido no Chile. O Anselmo entrou para mostrar que brasileiro não é banana, como eles tinham afirmado. Que também somos bons de briga. Até os jogadores chilenos gostaram da agressão ao Mario Soto. Disseram: 'Ele merece'", Adílio.
FLAMENGO 2 x 0 COBRELOA
Raul, Nei Dias, Marinho, Mozer e Junior; Leandro, Andrade e Zico; Tita, Nunes (Anselmo) e Adílio. Wirth, Tabile, Páez (Múñoz), Mario Soto e Escobar; Jiménez, Merello e Alarcón; Puebla, Siviero e Washington Oliveira.
Técnico: Paulo César Carpegiani. Técnico: Vicente Cantatore.
Gols: Zico, aos 18 minutos do primeiro tempo e aos 34 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Junior (Flamengo); Escobar (Cobreloa). Cartões vermelhos: Andrade e Anselmo (Flamengo); Jiménez, Mario Soto e Alarcón (Cobreloa).
Estádio: Centenário, em Montevidéu (URU). Data: 23/11/1981. Árbitro: Roque Cerullo (URU). Público: 30.200.
4º lugar: Flamengo 3 x 0 Botafogo, em 1992
Pré-jogo: O Flamengo se classificou na primeira fase graças a uma arrancada nas últimas rodadas. Na segunda fase, foi líder de uma chave com Vasco, São Paulo e Santos.
Orgulho: O bordão "deixou chegar, ninguém segura" ganhou mais força do que nunca depois de o time ser visto como carta fora do baralho na fase inicial. Na decisão, atropelou o favorito Botafogo no jogo de ida, praticamente assegurando o primeiro título de expressão pós-Zico.
Memória: "Naquele dia, algumas peças atuaram acima da expectativa, como Piá, Júlio César e Charles. Para mim, teve sabor especial. Eu era o último remanescente daquele timaço (da década de 80) e estava encerrando a carreira. Foi a cereja na torta de toda a minha carreira. Ainda terminei como artilheiro, o que nunca havia acontecido comigo, e voltei à seleção brasileira. Foram ótimos momentos, que ainda estão vivos na minha memória e na de todos os flamenguistas", Junior, atualmente comentarista da TV Globo.
FLAMENGO 3 x 0 BOTAFOGO
Gilmar, Fabinho, Júnior Baiano, Wilson Gottardo e Piá; Junior, Uidemar e Zinho; Júlio César, Gaúcho e Nélio (Paulo Nunes, depois Marcelinho Carioca). Ricardo Cruz, Odemilson, Renê, Márcio Santos e Válber; Carlos Alberto Santos, Pingo e Carlos Alberto Dias; Renato Gaúcho, Valdeir e Pichetti.
Técnico: Carlinhos. Técnico: Gil.
Gols: Junior, aos 15, Nélio, aos 34, e Gaúcho, aos 38 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Paulo Nunes e Júnior Baiano (Flamengo); Wilson Gottardo e Valdeir (Botafogo). Cartão vermelho: Márcio Santos (Botafogo).
Estádio: Maracanã. Data: 12/07/1992. Árbitro: José Roberto Wright. Público: 102.547.
5º lugar: Flamengo 4 x 1 Fluminense, em 1986
Pré-jogo: Três meses após uma cirurgia no joelho, Zico havia voltado a jogar numa excursão ao Oriente Médio. Em seguida, enfrentaria o Fluminense na abertura do Carioca.
Orgulho: Quando apareceu no placar o nome do maior ídolo rubro-negro, a torcida tricolor gritou "bichado". A vingança veio logo depois, com três gols, um deles em cobrança magistral de falta. A partida garantiu a convocação de Zico para a seleção (e a ida à Copa no México).
Memória: "A grande surpresa foi justamente a torcida do Flu me receber daquela forma. Não esperava, pois até aquela data nunca tinha feito nada para merecer aquele coro. Acho que foi uma das maiores atuações que tive na vida. Aquela foi a única partida oficial que eu e Sócrates fizemos juntos no Flamengo. Abriu o caminho para derrubar o sonho do tetra do Flu e motivar o Fla, que acabou conquistando o campeonato.", Zico (atualmente técnico do CSKA Moscou).
FLAMENGO 4 x 1 FLUMINENSE
Cantarele, Jorginho, Leandro, Mozer e Adalberto; Andrade, Sócrates e Zico; Bebeto, Chiquinho e Adílio. Paulo Victor, Alexandre Torres (Renato Martins), Vica, Ricardo Gomes e Branco; Jandir, Leomir e Renê; Romerito, Gallo (Édson Souza) e Tato.
Técnico: Sebastião Lazaroni. Técnico: Nelsinho Rosa.
Gols: Zico (três) e Bebeto; Leomir.
Estádio: Maracanã. Data: 16/02/1986. Árbitro: Luís Carlos Félix.
Adaptado da Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL1250210-9865,00-JOGOS+NA+MEMORIA+CONFIRA+OS+MOTIVOS+DE+ORGULHO+E+VERGONHA+DOS+FLAMENGUISTAS.html
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